{"id":63254,"date":"2023-01-09T09:50:00","date_gmt":"2023-01-09T12:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/2023\/01\/09\/cidades-inteligentes-geoinformao-requisito-fundamental\/"},"modified":"2023-01-09T09:50:00","modified_gmt":"2023-01-09T12:50:00","slug":"cidades-inteligentes-geoinformao-requisito-fundamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-geocracia\/cidades-inteligentes-geoinformao-requisito-fundamental\/","title":{"rendered":"Cidades inteligentes: &#8220;geoinforma&ccedil;&atilde;o &eacute; requisito fundamental&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><b> AGGEOCRACIA <\/b><\/p>\n<p><b> Grazielle Carvalho, CEO do Smart Citizen, diz que infraestrutura de dados d&aacute; assertividade &agrave; tomada de decis&otilde;es.<\/b><\/p>\n<p>&#8220;Geoinforma&ccedil;&atilde;o &eacute; pr&eacute;-requisito para qualquer cidade que queira ser chamada um dia de cidade Inteligente. Ela &eacute; ferramenta estrat&eacute;gica para o processo de tomada de decis&atilde;o mais assertivo, uma vez que nos oferece um retrato fiel do nosso territ&oacute;rio e alimenta v&aacute;rios indicadores de efici&ecirc;ncia em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para cidades inteligentes&#8221;. A opini&atilde;o &eacute; de Grazielle Carvalho, presidente do Instituto de Gest&atilde;o Territorial e Geotecnologias  &#8211;  IGTECH e CEO do Instituto Smart Citizen, dedicado &agrave; mentoria de cidades inteligentes.<\/p>\n<p>Ge&oacute;grafa pela UFMG e doutora em Geografia com &ecirc;nfase em planejamento territorial smart pela Iowa State University, Grazielle acredita que uma cidade que quer ser mais eficiente deve buscar cada vez mais por uma infraestrutura de dados que lhe permita se compreender melhor. &#8220;Geoinforma&ccedil;&atilde;o &eacute; a funda&ccedil;&atilde;o desta casa que estamos construindo. Sem a funda&ccedil;&atilde;o, a casa n&atilde;o se sustenta no tempo, nem no espa&ccedil;o&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Leia a entrevista, na &iacute;ntegra, a seguir.<\/p>\n<p><b>Todos falam sobre cidades inteligentes, mas ainda existe a sensa&ccedil;&atilde;o de que isso &eacute; algo muito mais voltado para quest&otilde;es meramente tecnol&oacute;gicas. Como &eacute; poss&iacute;vel transformar as cidades por meio de metodologias t&atilde;o impactantes quanto as tecnologias?<\/b><\/p>\n<p>Primeiro, &eacute; preciso entender que cidades inteligentes no Brasil s&atilde;o muito mais do que o wi-fi na pra&ccedil;a ou a l&acirc;mpada de LED. Cidades Inteligentes &eacute; antes de tudo um projeto estrat&eacute;gico de Estado, de m&eacute;dio e longo prazos, que est&aacute; acima de interesses politico-partid&aacute;rios, pois tem seus pilares na Constitui&ccedil;&atilde;o Brasileira.<\/p>\n<p>Cidades inteligentes no Brasil, portanto, tamb&eacute;m devem ser: <\/p>\n<p>Humanas, garantindo os direitos sociais e promovendo a qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o (Art. 6 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, 1988);<br \/>\nEficientes, onde a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni&atilde;o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic&iacute;pios obedecer&aacute; aos princ&iacute;pios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici&ecirc;ncia (art. 37 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, 1988);<br \/>\nSustent&aacute;veis, promovendo pol&iacute;ticas p&uacute;blicas em prol do bem coletivo, da seguran&ccedil;a e do bem-estar dos cidad&atilde;os, e do equil&iacute;brio ambiental. (art. 182 e 225 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, 1988; art. 2 do Estatuto das Cidades  &#8211;  Lei 10.257\/2001);<br \/>\nInteligentes, com foco em governan&ccedil;a e educa&ccedil;&atilde;o (art. 205 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, 1988)<br \/>\nE este projeto de pol&iacute;tica p&uacute;blica de cidades inteligentes deve ser realizado engajando os cinco agentes da Inova&ccedil;&atilde;o (Governo, Empresas, Sociedade Civil Organizada, Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino e Cidad&atilde;os comuns) em um processo de Gest&atilde;o Democr&aacute;tica de Cidades (art. 43 do Estatuto das Cidades), promovendo o engajamento e envolvimento dos cinco agentes no processo de prioriza&ccedil;&atilde;o de projetos e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, assim como do or&ccedil;amento p&uacute;blico. E n&atilde;o tem como fazer isso no Brasil sem o apoio de tecnologias. <\/p>\n<p>A transforma&ccedil;&atilde;o das cidades por meio da tecnologia &eacute; algo real. J&aacute; est&aacute; acontecendo. E vamos ver o impacto delas em todas as &aacute;reas: sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o, mobilidade, saneamento, na gest&atilde;o dos res&iacute;duos, na efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, na habita&ccedil;&atilde;o e na regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria, na inova&ccedil;&atilde;o, no desenvolvimento econ&ocirc;mico e rural, na cultura, esporte e lazer, no turismo e na assist&ecirc;ncia social, em todas as &aacute;reas. Portanto, devemos entender que as tecnologias n&atilde;o s&atilde;o o fim em si mesmo, mas o meio para promover o desenvolvimento do nosso pa&iacute;s de forma mais eficiente e sustent&aacute;vel. Elas v&atilde;o promover mudan&ccedil;as estruturantes, e o que precisamos &eacute; nos preparar para esse momento de transi&ccedil;&atilde;o, entendendo que devemos promover as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para que a grande maioria da popula&ccedil;&atilde;o seja inclu&iacute;da neste processo revolucion&aacute;rio, minimizando assim os impactos na assist&ecirc;ncia social e na seguran&ccedil;a p&uacute;blica.<\/p>\n<p><b>E como enfrentar os desafios federativos com compet&ecirc;ncias federais que interferem nas liberdades locais?<\/b><\/p>\n<p>Vivemos em um Estado Democr&aacute;tico, no qual a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta &eacute; constitu&iacute;da pelos Poderes da Uni&atilde;o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic&iacute;pios. Para fazer com que essa grande engrenagem funcione de forma eficiente, &eacute; preciso alinhar os instrumentos de planejamento nas tr&ecirc;s esferas territoriais (uni&atilde;o, estados e munic&iacute;pios). Mas, para isso ser&aacute; necess&aacute;rio, antes, respondermos, minimamente, a essas perguntas b&aacute;sicas:<\/p>\n<p>Qual o Brasil que temos?<br \/>\nQual o Brasil que queremos?<br \/>\nQuais as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas priorit&aacute;rias?<br \/>\nQual o papel de cada agente da inova&ccedil;&atilde;o neste processo?<br \/>\nQuais as fontes de financiamento nacionais e internacionais que podemos acessar para tirar esse projeto do papel?<br \/>\nSomente com a constru&ccedil;&atilde;o de um projeto de na&ccedil;&atilde;o, envolvendo os cinco agentes da inova&ccedil;&atilde;o, poderemos alinhar pol&iacute;ticas publicas a n&iacute;vel federal e estadual com as demandas locais, promovendo assim o destrave econ&ocirc;mico e a promo&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida nos 5.570 munic&iacute;pios brasileiros. Desafiador? com certeza. Imposs&iacute;vel? N&atilde;o. <\/p>\n<p>&Eacute; como diria Guimar&atilde;es Rosa: &#8220;A vida&#8230; o que ela quer da gente &eacute; coragem&#8221;.<\/p>\n<p><b>Os direitos humanos s&atilde;o muito importantes para a viabiliza&ccedil;&atilde;o das cidades inteligentes. &Eacute; poss&iacute;vel viabilizar cidades mais humanas e focar na melhoria de qualidade de vida do cidad&atilde;o?<\/b><\/p>\n<p>Com certeza, n&atilde;o s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel como &eacute; algo aprovado em Lei e obrigat&oacute;rio para os 5.570 munic&iacute;pios no Brasil. No art. 6 da Constitui&ccedil;&atilde;o, temos o pilar da Cidade Humana no Brasil. Neste artigo, apresentam-se os direitos sociais que todo brasileiro tem. Sempre que a Gest&atilde;o P&uacute;blica direta ou indireta promove, o que temos &eacute; a prioriza&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que tem um impacto direto na qualidade de vida do cidad&atilde;o. Por isso, s&atilde;o direitos constitucionais, e que devem ser priorizados no momento de defini&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento p&uacute;blico, seja na escala municipal, estadual ou Federal. <\/p>\n<p>Art. 6&ordm; S&atilde;o direitos sociais a educa&ccedil;&atilde;o, a sa&uacute;de, a alimenta&ccedil;&atilde;o, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a seguran&ccedil;a, a previd&ecirc;ncia social, a prote&ccedil;&atilde;o &agrave; maternidade e &agrave; inf&acirc;ncia, a assist&ecirc;ncia aos desamparados, na forma desta Constitui&ccedil;&atilde;o (Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Emenda Constitucional n&ordm; 90, de 2015)<\/p>\n<p>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Todo brasileiro em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade social ter&aacute; direito a uma renda b&aacute;sica familiar, garantida pelo poder p&uacute;blico em programa permanente de transfer&ecirc;ncia de renda, cujas normas e requisitos de acesso ser&atilde;o determinados em lei, observada a legisla&ccedil;&atilde;o fiscal e or&ccedil;ament&aacute;ria (Inclu&iacute;do pela Emenda Constitucional n&ordm; 114, de 2021).<\/p>\n<p><b>Como atribuir sustentabilidade a uma cidade que deseja ser &#8220;inteligente&#8221;? Temas como meio ambiente, emprego, gera&ccedil;&atilde;o de riqueza e demais aspectos sociais podem interagir dentro do munic&iacute;pio?<\/b><\/p>\n<p>O acesso ao meio ambiente ecologicamente equilibrado tamb&eacute;m &eacute; um direito do brasileiro (art. 225 da CF, 1988). Portanto, Cidades Inteligentes, obrigatoriamente, devem ser sustent&aacute;veis, oferecendo &agrave; popula&ccedil;&atilde;o &aacute;reas verdes para descanso e lazer. Cidades inteligentes tamb&eacute;m s&atilde;o aquelas onde a popula&ccedil;&atilde;o tem alternativas qualificadas para gera&ccedil;&atilde;o de emprego e renda, com foco em empreendedorismo e inova&ccedil;&atilde;o. Mas tamb&eacute;m s&atilde;o inclusivas, e garantem o apoio &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em est&aacute;gio de vulnerabilidade social, promovendo pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para que alcancem sua independ&ecirc;ncia e autonomia social e financeira.<\/p>\n<p>&Eacute; preciso entender que os princ&iacute;pios da sustentabilidade (equil&iacute;brio entre o meio ambiente, desenvolvimento econ&ocirc;mico e inclus&atilde;o social) devem ser pensados na constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de curto, m&eacute;dio e longo prazo. Isso &eacute; o que garante que uma cidade comum est&aacute; trilhando o caminho correto para ser humana, eficiente, sustent&aacute;vel e inteligente.<\/p>\n<p><b> A administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica municipal tem constantemente buscado ser mais eficiente na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os locais. Como as ferramentas voltadas para o uso de geoinforma&ccedil;&atilde;o podem ajudar os mun&iacute;cipes na constitui&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os melhores?<\/b><\/p>\n<p>Uma cidade que quer ser mais eficiente deve buscar cada vez mais por uma infraestrutura de dados que lhe permita compreender melhor a &#8220;cidade que temos&#8221; e se os projetos e programas priorizados na gest&atilde;o est&atilde;o nos levando da forma mais r&aacute;pida e mais barata, sem perder a qualidade, para  &#8220;a cidade que queremos&#8221;. <\/p>\n<p>Neste caso, a Geoinforma&ccedil;&atilde;o &eacute; pr&eacute;-requisito para qualquer cidade que queira ser chamada um dia de cidade Inteligente, j&aacute; que a Geoinforma&ccedil;&atilde;o &eacute; entendida aqui como um conjunto de ferramentas que nos auxilia na coleta, tratamento e an&aacute;lise de dados geogr&aacute;ficos para gerar informa&ccedil;&atilde;o de valor que auxilie o processo de tomada de decis&atilde;o em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para gest&atilde;o de territ&oacute;rios (bairros, cidades, estados, pa&iacute;s, bacias hidrogr&aacute;ficas, ou qualquer outro recorte territorial que seja necess&aacute;rio). Ela &eacute; uma ferramenta estrat&eacute;gica para o processo de tomada de decis&atilde;o mais assertivo, uma vez que nos oferece um retrato fiel do nosso territ&oacute;rio e alimenta v&aacute;rios indicadores de efici&ecirc;ncia em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para cidades inteligentes. Ela &eacute; a funda&ccedil;&atilde;o desta casa que estamos construindo. Sem a funda&ccedil;&atilde;o, a casa n&atilde;o se sustenta no tempo, nem no espa&ccedil;o.<\/p>\n<p><b>Como ser&atilde;o as cidades inteligentes em 2050? Conseguiremos conciliar uma realidade mais futurista com mais humanismo?<\/b><\/p>\n<p>A cidade no Brasil em 2050 deve conseguir resolver problemas p&uacute;blicos que se arrastam h&aacute; s&eacute;culos. <\/p>\n<p>No Brasil, 43% da popula&ccedil;&atilde;o possui esgoto coletado e tratado e 12% utilizam-se de fossa s&eacute;ptica (solu&ccedil;&atilde;o individual), ou seja, apenas 55% possuem tratamento considerado adequado (dados da Ag&ecirc;ncia Nacional de &Aacute;guas  &#8211;  ANA, 2017);<\/p>\n<p>Em 2022, em n&uacute;meros absolutos, 11,6 milh&otilde;es de brasileiros passaram a viver abaixo da linha da pobreza. Outros 5,8 milh&otilde;es passaram a viver em condi&ccedil;&otilde;es de extrema pobreza. Com esse crescimento, o Brasil passou a ter 62,5 milh&otilde;es de pessoas abaixo da linha da pobreza, dos quais 17,9 milh&otilde;es eram extremamente pobres (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica  &#8211;  IBGE, S&iacute;ntese de Indicadores Sociais, 2022)<\/p>\n<p>O &iacute;ndice atual de analfabetismo no pa&iacute;s &eacute; quatro vezes maior do que em 2018. De acordo com o IBGE, o Brasil tem 14.194.397 pessoas que n&atilde;o sabem ler, escrever ou realizar as opera&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de matem&aacute;tica. Quatro anos atr&aacute;s, eram cerca de 11 milh&otilde;es.<\/p>\n<p>Cerca 3,35 roubos acontecem por minuto no Brasil. Em 2016, foram registrados 1 milh&atilde;o e 850 mil roubos em um ano, apenas nas 27 capitais brasileiras. Segundo dados da Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, o Brasil &eacute; um dos pa&iacute;ses mais violentos do mundo.<\/p>\n<p>As cidades inteligentes no Brasil de 2050 s&oacute; ser&atilde;o verdadeiramente inteligentes se superarmos alguns problemas b&aacute;sicos e que se arrastam h&aacute; s&eacute;culos no nosso pa&iacute;s. Porque, se usarmos a tecnologia de forma indiferente aos problemas p&uacute;blicos, ao inv&eacute;s de resolv&ecirc;-los, vamos intensific&aacute;-los. A tecnologia &eacute; uma grande aliada nesse processo de cidades inteligentes. Agora, devemos n&oacute;s, gestores p&uacute;blicos, empres&aacute;rios, professores, cidad&atilde;os e lideran&ccedil;as das mais diversas &aacute;reas, usar do nosso poder para promovermos a gest&atilde;o democr&aacute;tica das cidades e, assim, garantir que teremos cidades inteligentes para todos, sem deixar ningu&eacute;m para tr&aacute;s. Porque cidades inteligentes t&ecirc;m foco na melhoria de qualidade de vida das pessoas, e n&atilde;o nas coisas, e a tecnologia vai acelerar nossos resultados. A quest&atilde;o aqui &eacute;: qual tipo de resultados estamos acelerando?.<\/p>\n<p>\nFoto: Luis Studio K<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> nao e(sao) responsavel(is) por erros, incorrecoes, atrasos ou quaisquer decisoes tomadas por seus clientes com base nos Conteudos ora disponibilizados, bem como tais Conteudos nao representam a opiniao da <b>OESP<\/b> e sao de inteira responsabilidade da <b>Geodireito &#8211; Solucoes Empresariais em Planejamento e Regulacao<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"AGGEOCRACIA Grazielle Carvalho, CEO do Smart Citizen, diz que infraestrutura de dados d&aacute; assertividade &agrave; tomada de decis&otilde;es. &#8220;Geoinforma&ccedil;&atilde;o &eacute;","protected":false},"author":1,"featured_media":63255,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-63254","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agencia-geocracia"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63254","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=63254"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63254\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/63255"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=63254"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=63254"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=63254"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}