{"id":41987,"date":"2022-10-24T04:12:00","date_gmt":"2022-10-24T04:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/patrocinados.estadao.com.br\/medialab\/agenciacomunicacao\/prnewswire\/prnewsbrasil\/pesquisa-apoiada-pela-royal-commission-for-alula-oferece-novas-informacoes-sobre-enormes-armadilhas-antigas-para-animais-conhecidas-como-pipas\/"},"modified":"2022-10-24T04:12:00","modified_gmt":"2022-10-24T04:12:00","slug":"pesquisa-apoiada-pela-royal-commission-for-alula-oferece-novas-informacoes-sobre-enormes-armadilhas-antigas-para-animais-conhecidas-como-pipas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/prnewswire\/prnewsbrasil\/pesquisa-apoiada-pela-royal-commission-for-alula-oferece-novas-informacoes-sobre-enormes-armadilhas-antigas-para-animais-conhecidas-como-pipas\/","title":{"rendered":"Pesquisa apoiada pela Royal Commission for AlUla oferece novas informa\u00e7\u00f5es sobre enormes armadilhas antigas para animais conhecidas como &#8220;pipas&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><b>PR NEWSWIRE<\/b><\/p>\n<div class=\"xn-newslines\">\n<h1 class=\"xn-hedline\">Pesquisa apoiada pela Royal Commission for AlUla oferece novas informa\u00e7\u00f5es sobre enormes armadilhas antigas para animais conhecidas como &#8220;pipas&#8221;<\/h1>\n<p class=\"xn-distributor\">PR Newswire<\/p>\n<p class=\"xn-dateline\">ALULA, Ar\u00e1bia Saudita, 24 de outubro de 2022<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"xn-content\">\n<ul>\n<li><i>Estudos ampliam o invent\u00e1rio e a extens\u00e3o geogr\u00e1fica dessas gigantescas armadilhas para animais, as maiores estruturas constru\u00eddas de sua era antiga<\/i>\u00a0<\/li>\n<li><i>Os animais eram levados ao longo de paredes de pedra convergentes por centenas de metros at\u00e9 um precip\u00edcio ou fosso escondido<\/i>\u00a0<\/li>\n<li><i>A RCU est\u00e1 dando ainda mais visibilidade ao patrim\u00f4nio cultural da regi\u00e3o com essas pesquisas, a base intelectual do Kingdoms Institute como centro de arqueologia<\/i>\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n<p><span class=\"legendSpanClass\">ALULA, Ar\u00e1bia Saudita<\/span>, <span class=\"legendSpanClass\">24 de outubro de 2022<\/span> \/PRNewswire\/ &#8212; Uma nova pesquisa revisada por pares sobre antigas armadilhas para animais constru\u00eddas em pedra, conhecidas como &#8220;pipas do deserto&#8221;, revela uma ca\u00e7a sofisticada e intensa de animais selvagens do Neol\u00edtico Antigo e mostra a engenhosidade e poss\u00edvel natureza colaborativa dos povos da regi\u00e3o no passado.<\/p>\n<p>Para visualizar o comunicado multim\u00eddia \u00e0 imprensa, clique em:\u00a0<br \/><a href=\"https:\/\/www.multivu.com\/players\/uk\/9102251-research-supported-by-royal-commission-alula-insights-into-ancient-animal-traps\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.multivu.com\/players\/uk\/9102251-research-supported-by-royal-commission-alula-insights-into-ancient-animal-traps\/<\/a><\/p>\n<p>As estruturas foram denominadas de &#8220;pipas&#8221; pelos aviadores na d\u00e9cada de 20 porque, observadas de cima, sua forma lembra as velhas pipas infantis com rabiolas.\u00a0 No entanto, as origens e a fun\u00e7\u00e3o dessas estruturas enormes e monumentais eram motivo de discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>O Dr. Remy Crassard, especialista l\u00edder em pipas do deserto, observou que s\u00e3o algumas das maiores estruturas antigas de sua era. As pipas mais antigas, no sul da Jord\u00e2nia, eram datadas de 7000 AEC. A idade das pipas encontradas recentemente no noroeste da Ar\u00e1bia ainda est\u00e1 sendo determinada, mas parece remontar \u00e0 transi\u00e7\u00e3o do Neol\u00edtico Antigo para a Idade do Bronze (5000 a 2000 AEC). O Dr. Crassard, que, al\u00e9m de ser afiliado ao National Centre for Scientific Research (CNRS) da Fran\u00e7a, \u00e9 codiretor do Khaybar Longue Dur\u00e9e Archaeological Project, que \u00e9 patrocinado pela RCU e sua parceira estrat\u00e9gica Afalula (ag\u00eancia francesa para o desenvolvimento de AlUla), estima que 700 a 800 pipas eram conhecidas h\u00e1 20 anos, em compara\u00e7\u00e3o com cerca de 6.500 agora, e o n\u00famero ainda aumenta.<\/p>\n<p>Com base em pesquisas recentes realizadas na Ar\u00e1bia Saudita, Jord\u00e2nia, Arm\u00eania e Cazaquist\u00e3o, a equipe do Dr. Crassard afirmou que as pipas eram usadas para ca\u00e7ar e n\u00e3o para domestica\u00e7\u00e3o, que elas &#8220;marcam uma mudan\u00e7a profunda nas estrat\u00e9gias humanas para prender animais&#8221; e que &#8220;o desenvolvimento dessas mega-armadilhas causou um impacto humano espetacular na paisagem&#8221;. Os pipas podem ter resultado em uma ca\u00e7a que ia muito al\u00e9m dos n\u00edveis de subsist\u00eancia, relacionada a &#8220;um aumento no comportamento simb\u00f3lico relacionado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos e \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o social&#8221;. Algumas esp\u00e9cies selvagens, como gazelas, podem ter alterado suas rotas migrat\u00f3rias como resultado, e outras esp\u00e9cies podem ter sido ca\u00e7adas at\u00e9 serem extintas.<\/p>\n<p>Na Ar\u00e1bia Saudita, pesquisas lideradas por <span class=\"xn-person\">Rebecca Repper<\/span>, da equipe patrocinada pela RCU da Universidade do Oeste da Austr\u00e1lia, a arqueologia a\u00e9rea no Reino da Ar\u00e1bia Saudita ? <span class=\"xn-person\">Al Ula<\/span>, detectou 207 pipas anteriormente desconhecidas no condado de AlUla. Elas est\u00e3o concentradas, principalmente, na Harrat &#8216;Uwayrid, uma \u00e1rea montanhosa com um vulc\u00e3o extinto. A equipe constatou que um tipo diferente de pipa em forma de V era a forma dominante em sua \u00e1rea de estudo, em contraste com pipas encontradas em outros lugares da regi\u00e3o. As pipas foram descritas em diversas formas, incluindo V, &#8220;meia&#8221;, &#8220;machado&#8221; e &#8220;W&#8221;.<\/p>\n<p>Independentemente da forma, todas as pipas da regi\u00e3o t\u00eam linhas de condu\u00e7\u00e3o de paredes de pedras baixas, que convergem para encurralar os animais e direcion\u00e1-los para uma armadilha, como um fosso ou precip\u00edcio. Em m\u00e9dia, as linhas de condu\u00e7\u00e3o das pipas de AlUla t\u00eam aproximadamente 200 metros de comprimento. No entanto, em outros lugares elas podem se estender por quil\u00f4metros. <span class=\"xn-person\">Rebecca Repper<\/span> diz que o comprimento mais curto mostra o conhecimento local dos ca\u00e7adores, que colocavam as armadilhas em \u00e1reas onde as paisagens existentes naturalmente limitavam os movimentos dos animais. A coloca\u00e7\u00e3o das pipas tamb\u00e9m sugere que os ca\u00e7adores tinham um conhecimento \u00edntimo dos movimentos das presas.<\/p>\n<p>Enquanto os pipas registradas na regi\u00e3o de AlUla tendiam a encurralar a presa at\u00e9 um precip\u00edcio, as pipas de outros lugares, muitas vezes, terminavam em fossos escondidos, nos quais centenas de animais podiam ser mortos durante uma \u00fanica ca\u00e7ada. Essa diferen\u00e7a pode indicar uma adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 geografia local ou uma evolu\u00e7\u00e3o da ca\u00e7a com armadilhas.<\/p>\n<p>A pesquisa da equipe de arqueologia a\u00e9rea na regi\u00e3o complementa o trabalho do Dr. Crassard, que contribuiu com dados sobre as pipas de Khaybar para um estudo publicado recentemente, liderado pelo Dr. <span class=\"xn-person\">Olivier Barge<\/span> (CNRS) sobre a cronologia relativa dos tipos de pipas. Em Khaybar, foram diferenciados dois tipos de pipas: pipas do deserto tradicionalmente definidas e proto-pipas rudimentares, que n\u00e3o t\u00eam um compartimento bem definido cercado por armadilhas ou fossos. A equipe sugere que as proto-pipas podem ter sido precursoras das pipas do deserto. As pipas mais complexas podem refletir t\u00e9cnicas de ca\u00e7a menos oportunistas e mais formalizadas.<\/p>\n<p><b>A Dra. <span class=\"xn-person\">Rebecca Foote<\/span>, diretora de arqueologia e pesquisa de patrim\u00f4nio cultural da RCU, <\/b>disse: &#8220;Esses estudos contribuem para nossa crescente compreens\u00e3o do rico patrim\u00f4nio cultural do povo do noroeste da Ar\u00e1bia, nesse caso, mais sobre pr\u00e1ticas pr\u00e9-hist\u00f3ricas. Os estudos recentes ampliam nossas descobertas anteriores do Per\u00edodo Neol\u00edtico na regi\u00e3o, como a constru\u00e7\u00e3o de grandes estruturas de rituais conhecidas como &#8216;mustatils&#8217;. \u00c0 medida que entramos na esta\u00e7\u00e3o do outono do campo arqueol\u00f3gico apoiado pela RCU, com equipes do Reino da Ar\u00e1bia Saudita, Fran\u00e7a, Austr\u00e1lia, Alemanha e outros lugares, esperamos muitos resultados mais informativos como parte de nosso ambicioso plano de criar um centro global de pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica em AlUla.&#8221;<\/p>\n<p>Esse centro, o Kingdoms Institute, atualmente atua como uma organiza\u00e7\u00e3o de pesquisa, com planos de abrir uma presen\u00e7a f\u00edsica em AlUla at\u00e9 2030. As pesquisas patrocinadas pela RCU em e ao redor de AlUla est\u00e3o contribuindo para a base de conhecimentos que fornecer\u00e1 informa\u00e7\u00f5es para o Kingdoms Institute. A RCU espera que o instituto torne-se um destino de primeira linha quando AlUla estiver recebendo dois milh\u00f5es de visitantes por ano em 2035.<\/p>\n<p><b>A Dra. Ingrid P\u00e9riss\u00e9 Val\u00e9ro, diretora de arqueologia e patrim\u00f4nio da Afalula,<\/b>\u00a0disse: &#8220;O registro dessas novas pipas em AlUla e Khaybar abre perspectivas importantes sobre as origens, o desenvolvimento e a difus\u00e3o dessas estruturas de ca\u00e7a, que representam um marco significativo na hist\u00f3ria da evolu\u00e7\u00e3o humana e a rela\u00e7\u00e3o da humanidade com o ambiente natural. As pesquisas inovadoras dessas equipes internacionais, incluindo o trabalho do especialista da Fran\u00e7a, Dr. R\u00e9my Crassard, combinam os resultados de an\u00e1lises de imagens de sat\u00e9lite e do trabalho de campo, que \u00e9 a \u00fanica maneira de oferecer a data\u00e7\u00e3o e fun\u00e7\u00e3o precisas, analisando o material associado a essas estruturas. Sem d\u00favida, as pesquisas que est\u00e3o em andamento ser\u00e3o um marco nos estudos pr\u00e9-hist\u00f3ricos.&#8221;<\/p>\n<p>A recente pesquisa est\u00e1 detalhada em:<\/p>\n<ul>\n<li>&#8220;O uso de pipas do deserto como mega-armadilhas de ca\u00e7a: evid\u00eancias funcionais e impactos potenciais nas esferas socioecon\u00f4micas e ecol\u00f3gicas&#8221;, de R\u00e9my Crassard, et al, publicado no <i>Journal of World Prehistory<\/i>. Projeto patrocinado pela CNRS e pela Ag\u00eancia Nacional Francesa de Pesquisa.<\/li>\n<li>&#8220;Pipas do condado de AlUla e do Harrat &#8216;Uwayri?, Ar\u00e1bia Saudita&#8221;, de <span class=\"xn-person\">Rebecca Repper<\/span>, et al, publicado na <i>Arabian Archaeology and Epigraphy<\/i>. Projeto patrocinado pela RCU.<\/li>\n<li>&#8220;As novas pipas e potenciais proto-pipas do deserto \u00e1rabe ampliam a distribui\u00e7\u00e3o global de mega-armadilhas de ca\u00e7a&#8221;, de <span class=\"xn-person\">Olivier Barge<\/span>, et al, publicado no <i>Journal of Archaeology Science: Reports<\/i>. Os dados de Khaybar nesse artigo resultam do Khaybar Longue Dur\u00e9e Archaeological Project.<\/li>\n<\/ul>\n<p><b>Para baixar uma ficha t\u00e9cnica e diagramas sobre as pipas, <\/b><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/13DjahX1JKFkiSY2DJvXVE6i5CXlhMwC6?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">clique aqui<\/a>\u00a0<\/p>\n<p><b>Sobre a Royal Commission for AlUla<\/b>\u00a0<\/p>\n<p>A RCU foi estabelecida por decreto real em julho de 2017 com a finalidade de preservar e desenvolver AlUla, uma regi\u00e3o de not\u00e1vel relev\u00e2ncia natural e cultural situada no noroeste da Ar\u00e1bia Saudita. O plano de longo prazo da RCU tra\u00e7a uma abordagem respons\u00e1vel, sustent\u00e1vel e sens\u00edvel ao desenvolvimento urbano e econ\u00f4mico, que preserva o patrim\u00f4nio natural e cultural da regi\u00e3o, ao mesmo tempo que estabelece AlUla como um local desej\u00e1vel para viver, trabalhar e visitar. O plano engloba uma ampla gama de iniciativas nas \u00e1reas de arqueologia, turismo, educa\u00e7\u00e3o, \u00a0artes, natureza e muito mais, que refletem o compromisso de atender as prioridades de diversifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, capacita\u00e7\u00e3o da comunidade local e preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio estabelecidas no programa Vision 2030 da Ar\u00e1bia Saudita.\u00a0<\/p>\n<p>Foto &#8211; <a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/1926110\/Royal_Commission_for_AlUla.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/1926110\/Royal_Commission_for_AlUla.jpg<\/a><br \/>Logotipo &#8211; <a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/1926109\/Royal_Commission_AlUla_Logo.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/1926109\/Royal_Commission_AlUla_Logo.jpg<\/a><\/p>\n<div id=\"prni_dvprnejpgc252left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/1926110\/Royal_Commission_for_AlUla.jpg\" alt=\"Aerial view of a kite in the Khaybar area of north-west Saudi Arabia. These ancient hunting structures were named ?kites? by aviators in the 1920s because, observed from above, their form is reminiscent of old-fashioned child?s kites with streamers. (Diaa Albukaai and K\u00e9vin Guadagnini, Khaybar Longue Dur\u00e9e Archaeological Project, RCU-Afalula-CNRS)\" \/><\/div>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div id=\"prni_dvprnejpg0420left\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/1926109\/Royal_Commission_AlUla_Logo.jpg\" alt=\"Royal Commission AlUla logo\" \/><\/div>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>FONTE  Royal Commission for AlUla<\/p>\n<\/div>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/rt.prnewswire.com\/rt.gif?NewsItemId=PT08572&amp;Transmission_Id=202210240300PR_NEWS_LATAM____PT08572&amp;DateId=20221024\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"PR NEWSWIRE Pesquisa apoiada pela Royal Commission for AlUla oferece novas informa\u00e7\u00f5es sobre enormes armadilhas antigas para animais conhecidas como &#8220;pipas&#8221; PR Newswire ALULA, Ar\u00e1bia","protected":false},"author":1,"featured_media":41988,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-41987","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-prnewsbrasil"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41987","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41987"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41987\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41988"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41987"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41987"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41987"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}