{"id":38682,"date":"2021-09-29T08:30:00","date_gmt":"2021-09-29T08:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/patrocinados.estadao.com.br\/medialab\/agenciacomunicacao\/agencia99\/o-que-o-futuro-reserva-para-a-mobilidade-urbana\/"},"modified":"2021-09-29T08:30:00","modified_gmt":"2021-09-29T08:30:00","slug":"o-que-o-futuro-reserva-para-a-mobilidade-urbana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia99\/o-que-o-futuro-reserva-para-a-mobilidade-urbana\/","title":{"rendered":"O que o futuro reserva para a mobilidade urbana?"},"content":{"rendered":"<p><b>Por Ag&ecirc;ncia 99<\/b><\/p>\n<p>\nO futuro da mobilidade priorizar&aacute;, cada vez mais, a escolha das pessoas. Com isso, a forma como ditamos o jeito de se locomover vai inspirar a cria&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias capazes de se adequar a essa liberdade individual. O futuro, com certeza, depender&aacute; das escolhas e como as empresas est&atilde;o lidando com isto.<br \/>\nMas, se o carro voador ainda n&atilde;o &eacute; uma realidade, em quais inova&ccedil;&otilde;es apostar? Segundo Luiz Renato Muno de Mattos, CEO e cofundador da Onboard, o futuro est&aacute; na mobilidade como servi&ccedil;o, assim como na possibilidade de as pessoas escolherem como ir&atilde;o se deslocar. Isso, n&atilde;o por sua posse ou falta de op&ccedil;&atilde;o, mas sim pela conveni&ecirc;ncia de cada momento. <br \/>\n&#8220;Neste futuro as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas t&ecirc;m um papel fundamental na corre&ccedil;&atilde;o de distor&ccedil;&otilde;es e no gerenciamento de impactos a partir de uma vasta base de dados que se retroalimenta a cada novo deslocamento&#8221;, afirma.<br \/>\nEssa viabilidade &eacute; traduzida em n&uacute;meros, quando mensurado o impacto de empresas como a 99 na economia. Segundo estudo da Fipe (Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Pesquisas Econ&ocirc;micas), a empresa totaliza 15,19 bilh&otilde;es de reais no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2020, o que representa 0,21% do PIB do Pa&iacute;s no primeiro ano pand&ecirc;mico. <br \/>\nEm publica&ccedil;&atilde;o anterior, referente a 2019, o impacto registrado foi equivalente a 0,18%, o que confirma um crescimento, tanto absoluto quanto relativo, do efeito da 99, empresa de tecnologia voltada &agrave; mobilidade urbana, na economia nacional. <br \/>\nOs n&uacute;meros tamb&eacute;m mostram o impacto na renda dos trabalhadores. Mesmo com a queda do PIB brasileiro anunciada por economistas, a 99 conseguiu impactar na gera&ccedil;&atilde;o de 331 mil novas posi&ccedil;&otilde;es de trabalho indiretas, em diversos setores da economia. <br \/>\nAl&eacute;m disso, contribuiu para movimentar a arrecada&ccedil;&atilde;o de 1,3 bilh&atilde;o de reais em tributos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre opera&ccedil;&otilde;es relativas &agrave; Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e sobre presta&ccedil;&otilde;es de Servi&ccedil;os (ICMS), Imposto sobre Servi&ccedil;os (ISS), entre outros, tamb&eacute;m em 2020. <\/p>\n<p><b>Democratiza&ccedil;&atilde;o da mobilidade<\/b><\/p>\n<p>Apesar dos n&uacute;meros favor&aacute;veis, &eacute; importante destacar que n&atilde;o basta apenas gerar dinheiro. &Eacute; preciso tamb&eacute;m dar mais oportunidades de escolha. Segundo Mattos, existem ainda muitos desafios. Entre eles, a melhora do transporte p&uacute;blico. <br \/>\n&#8220;Os principais desafios s&atilde;o a transforma&ccedil;&atilde;o digital no transporte p&uacute;blico para coloc&aacute;-lo em p&eacute; de igualdade do ponto de vista de experi&ecirc;ncia, qualidade e conveni&ecirc;ncia com o transporte por aplicativo. N&atilde;o para concorrerem, mas para se complementarem&#8221;, diz.<br \/>\nPara isso ocorrer, Mattos acredita que s&atilde;o necess&aacute;rias pol&iacute;ticas p&uacute;blicas efetivas. &#8220;Isso acompanhado de uma regula&ccedil;&atilde;o capaz de fomentar a mobilidade como servi&ccedil;o e utilizar os dados gerados pelos diferentes provedores para elabora&ccedil;&atilde;o do planejamento urbano&#8221;, afirma.<br \/>\nO executivo d&aacute; exemplos, muitos fora do Pa&iacute;s, mas que tamb&eacute;m precisam de ajustes. &#8220;Existem iniciativas como a de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, mas que ainda s&atilde;o incipientes e de baixa ades&atilde;o&#8221;. <\/p>\n<p><b>Carona<\/b><\/p>\n<p>Se o futuro da mobilidade est&aacute; interligado com a tecnologia, democratiza&ccedil;&atilde;o do transporte e compartilhamento, a 99 criou o 99Carona, servi&ccedil;o que ajuda as pessoas a racharem literalmente uma carona. <br \/>\nO 99Carona conecta condutores e passageiros com trajetos semelhantes. Diferente das outras categorias intermediadas pela empresa, no 99Carona a viagem n&atilde;o &eacute; realizada por um motorista parceiro, e sim por qualquer condutor que opta por casualmente compartilhar os assentos vagos em seu pr&oacute;prio carro com outra pessoa. <br \/>\nOutra diferen&ccedil;a do 99Carona &eacute; que, por meio da tecnologia, aprimora viagens rotineiras, ou seja, trajetos que j&aacute; seriam feitos por condutores, e conecta com outros usu&aacute;rios que est&atilde;o indo na mesma dire&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m de tirar carros das ruas ao permitir o compartilhamento e colaborar com a melhoria da mobilidade, o 99Carona possibilita a divis&atilde;o de custos e fomenta o senso de comunidade.<br \/>\nAtualmente, o servi&ccedil;o est&aacute; dispon&iacute;vel na Regi&atilde;o Sul do pa&iacute;s. A solu&ccedil;&atilde;o apresenta diversas aplica&ccedil;&otilde;es. Um condutor que costuma pegar a estrada para ir ao trabalho, por exemplo, pode utilizar o servi&ccedil;o e dividir seu ve&iacute;culo com algum colega de trabalho como uma alternativa para dividir os custos. J&aacute; para quem vai de carona, o deslocamento sai mais confort&aacute;vel e barato.<br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br \/>\nPara garantir a seguran&ccedil;a de condutores e passageiros durante o trajeto, a 99 investiu em diversas ferramentas. Entre elas est&atilde;o: verifica&ccedil;&atilde;o de localiza&ccedil;&atilde;o; contatos de seguran&ccedil;a facilmente acion&aacute;veis; zonas de bloqueio para locais considerados perigosos; formas para detectar rostos de passageiros e at&eacute; grava&ccedil;&atilde;o da corrida.<br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><b>Futuro do transporte p&uacute;blico<\/b><\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br \/>\nA pandemia do coronav&iacute;rus tamb&eacute;m trouxe valiosos ensinamentos tanto para o presente quanto para o futuro da mobilidade urbana. Isso porque o transporte p&uacute;blico foi um dos mais afetados nessa fase. Dessa forma, ficou clara a necessidade de o servi&ccedil;o ser pensado cada vez mais para facilitar a interliga&ccedil;&atilde;o com outros modais, como o transporte por aplicativo. <br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br \/>\nDados divulgados pela Associa&ccedil;&atilde;o Nacional das Empresas de Transportes Urbanos durante semin&aacute;rio em 2021 demonstram que um em cada cinco funcion&aacute;rios do setor perdeu o emprego na pandemia. <br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br \/>\nAl&eacute;m disso, a cada cinco dias foi registrada uma paralisa&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o porque as empresas n&atilde;o tinham condi&ccedil;&otilde;es financeiras de manter a opera&ccedil;&atilde;o. Segundo o anu&aacute;rio da associa&ccedil;&atilde;o, abril de 2020 foi o m&ecirc;s mais impactado, com uma queda de 67,3% nas viagens realizadas por passageiros por &ocirc;nibus urbano na compara&ccedil;&atilde;o com 2019. J&aacute; em outubro do ano passado a redu&ccedil;&atilde;o observada foi de 35,4%.<\/p>\n<p><b>5G<\/b><\/p>\n<p>Se o futuro da mobilidade passa pela democratiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os e maior poder de escolha dos usu&aacute;rios, o transporte eficiente tamb&eacute;m exigir&aacute; mais conectividade. Daqui para frente, o 5G &#8211; &uacute;ltima moderniza&ccedil;&atilde;o quando o assunto &eacute; velocidade de internet &#8211; precisar&aacute; estar nas m&atilde;os, literalmente, de todos. <br \/>\nNesse sentido, por&eacute;m, Mattos acredita que os desafios ainda s&atilde;o enormes. &#8220;Se concentrando nas quest&otilde;es do presente, precisamos preparar gestores p&uacute;blicos para trabalhar com an&aacute;lises de dados e preparar o transporte p&uacute;blico para operar com conectividade como o transporte por app j&aacute; faz com frequ&ecirc;ncias anteriores ao 5G. Isso, por si s&oacute;, j&aacute; seria capaz de trazer um enorme impacto, al&eacute;m de demonstrar que antes mesmo da tecnologia o que faltam s&atilde;o projetos&#8221;, explica. <br \/>\nAinda olhando para o presente, o especialista afirma que &eacute; preciso concentrar-se nas mudan&ccedil;as que possam fazer a diferen&ccedil;a j&aacute; no dia a dia das pessoas, melhorando a forma como se conectam, conversam, postam em redes sociais, entre outros exemplos. &#8220;Acredito que ainda h&aacute; muito espa&ccedil;o para a mobilidade evoluir antes da chegada do 5G&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Ag&ecirc;ncia 99 O futuro da mobilidade priorizar&aacute;, cada vez mais, a escolha das pessoas. 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