{"id":38680,"date":"2021-09-27T09:30:00","date_gmt":"2021-09-27T09:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/patrocinados.estadao.com.br\/medialab\/agenciacomunicacao\/agencia99\/como-os-carros-por-app-se-integram-ao-ecossistema-multimodal\/"},"modified":"2021-09-27T09:30:00","modified_gmt":"2021-09-27T09:30:00","slug":"como-os-carros-por-app-se-integram-ao-ecossistema-multimodal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia99\/como-os-carros-por-app-se-integram-ao-ecossistema-multimodal\/","title":{"rendered":"Como os carros por app se integram ao ecossistema multimodal?"},"content":{"rendered":"<p><b>Por Ag&ecirc;ncia 99<\/b><\/p>\n<p>A pandemia mexeu diretamente na forma como as pessoas se movem pelas cidades. Para as classes C\/D, por&eacute;m, algumas a&ccedil;&otilde;es foram refor&ccedil;adas na luta pela preserva&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. Isso porque muitos n&atilde;o tiveram o privil&eacute;gio de contar com o home office. Dessa forma, os carros por aplicativo se integraram ainda mais ao ecossistema multimodal, ajudando assim a combater as aglomera&ccedil;&otilde;es nos demais meios de transportes. <br \/>\nN&uacute;meros comprovam a acelera&ccedil;&atilde;o do uso do transporte por app durante essa fase. Segundo pesquisa Datafolha a pedido da 99, 31% das pessoas da classe C come&ccedil;aram a usar aplicativos de transporte por conta da pandemia. Para 40% dos entrevistados, os novos h&aacute;bitos de higiene e os cuidados com a sa&uacute;de foram os principais motivos.<br \/>\nO levantamento, portanto, comprovou como os carros por aplicativo se tornaram essenciais na integra&ccedil;&atilde;o do chamado ecossistema multimodal. Nesse caso, o conjunto das liga&ccedil;&otilde;es que formam a mobilidade urbana no transporte, como carros, bicicletas, trens e &ocirc;nibus, uns se ligando aos outros, formando uma rede que atenda bem ao usu&aacute;rio.<\/p>\n<p><b>Democratiza&ccedil;&atilde;o do transporte<\/b><\/p>\n<p>Os dados mostraram como essa integra&ccedil;&atilde;o &eacute; eficaz em deixar a mobilidade urbana mais equilibrada e democr&aacute;tica. Com custo acess&iacute;vel e seguran&ccedil;a, a 99 se firmou ainda mais nesse sentido. Atualmente, a empresa est&aacute;  presente em 1.600 cidades no Brasil, com mais 20 milh&otilde;es de passageiros cadastrados em sua plataforma. <br \/>\nNas periferias, os dados refor&ccedil;am a efici&ecirc;ncia dessa integra&ccedil;&atilde;o. De acordo com a pesquisa Datafolha, na compara&ccedil;&atilde;o entre fevereiro deste ano e o mesmo m&ecirc;s em 2020, houve aumento de 18% na quantidade de corridas at&eacute; terminais de &ocirc;nibus, esta&ccedil;&otilde;es de trem e metr&ocirc;s  na cidade de S&atilde;o Paulo. <br \/>\nOs n&uacute;meros mostram, por outro lado, que as classes A e B, que puderam fazer home office, usaram menos o servi&ccedil;o. A queda no n&uacute;mero de corridas para os locais considerados mais ricos caiu 32% na mesma compara&ccedil;&atilde;o.  <br \/>\nAli&aacute;s, dos 10 pontos com mais concentra&ccedil;&atilde;o de viagens de motoristas parceiros da 99 que come&ccedil;am em locais mais pobres da Capital, sete s&atilde;o a partir de esta&ccedil;&otilde;es de metr&ocirc; ou trem. Na outra ponta, entre as regi&otilde;es de maior renda, essa propor&ccedil;&atilde;o cai para 20%. <br \/>\nA pesquisa, tamb&eacute;m, mostrou outros dados que refor&ccedil;am a presen&ccedil;a dos carros de aplicativo na vida da classe C. De acordo com o levantamento, os motivos principais foram: cuidar da sa&uacute;de (40%), ir ao mercado (35%) e seguir para o trabalho (21%). <br \/>\nDois em cada 10 entrevistados afirmaram que deixaram de fazer algo para utilizar carro por aplicativo. Segundo eles, 75% v&atilde;o aumentar ou manter a frequ&ecirc;ncia de uso deste meio de transporte. <\/p>\n<p><b>Mulheres<\/b><\/p>\n<p>O Datafolha entrevistou 1.542 brasileiros em seis capitais e identificou que as passageiras est&atilde;o mais presentes na Classe C (60%), na compara&ccedil;&atilde;o com o perfil A\/B. S&atilde;o as mulheres, ali&aacute;s, que mais sofrem com ass&eacute;dios nas ruas. Nesse ponto, os carros por aplicativo tamb&eacute;m se transformaram em uma ferramenta importante. <br \/>\nEm depoimento ao document&aacute;rio &#8220;A mulher, a mobilidade urbana e o medo&#8221;, publicado pela revista Tpm em abril deste ano, com apresenta&ccedil;&atilde;o da 99, a consultora de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas com &ecirc;nfase em mobilidade e g&ecirc;nero Daniely Votto explicou que, por conta da inseguran&ccedil;a, as mulheres chegam at&eacute; a se arriscar mais. <br \/>\n&#8220;Como as cidades s&atilde;o pensadas para os homens, muitas vezes elas preferem andar no meio da rua, correndo o risco de serem atropeladas, do que caminhar em uma rua mal iluminada, com cal&ccedil;ada estreita e cheia de arbustos altos, que podem servir de esconderijo para alguns tipos de crimes&#8221;, disse ela &agrave; revista.<br \/>\nTamb&eacute;m na reportagem, a estudante universit&aacute;ria Beatriz Perrone contou sua hist&oacute;ria de apreens&atilde;o. &#8220;Eu tinha por volta de 19 anos e estava voltando do cursinho pr&eacute;-vestibular. Nisso, sentou um homem do meu lado, ele quis puxar assunto comigo e eu ignorei. Ele, ent&atilde;o, come&ccedil;ou a me xingar, disse que eu n&atilde;o tinha tido um homem que me pegasse de jeito&#8221;, come&ccedil;ou ela. &#8220;Nisso, eu fui saindo e ele passou a m&atilde;o em mim&#8221;.<br \/>\nJ&aacute; a estudante universit&aacute;ria Claudiane de Souza explicou suas estrat&eacute;gias para fugir dos abusos. &#8220;Eu procuro andar em locais mais movimentados, porque se n&atilde;o&#8230; J&aacute; aconteceu epis&oacute;dios de me seguirem&#8221;, declarou no v&iacute;deo.<br \/>\nDaniely Votto lembra que as mulheres s&atilde;o sexualmente agredidas nas ruas. &#8220;Precisamos de paradas de &ocirc;nibus, boa ilumina&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, esta&ccedil;&otilde;es de metr&ocirc; seguras. Tenhamos guardas mulheres preparadas dentro do metr&ocirc; para quando acontece alguns problemas&#8221;, afirmou em depoimento para o v&iacute;deo-reportagem.<br \/>\nDe acordo com a pesquisa &#8220;Como as Periferias se Reconectam com a Cidade&#8221;, publicada em julho de 2020 pela 99, o uso de transporte por app aumentou 55% nas regi&otilde;es perif&eacute;ricas de Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Salvador (BA), S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro, mostrando-se alternativa mais segura de locomo&ccedil;&atilde;o. <br \/>\nClaudiane disse, no depoimento em v&iacute;deo &agrave; Tpm, que sempre usou &ocirc;nibus, metr&ocirc;, mas que durante a pandemia preferiu os carros por aplicativo. O objetivo foi manter os familiares em seguran&ccedil;a, evitando aglomera&ccedil;&otilde;es e reduzindo o risco de contamina&ccedil;&atilde;o da covid-19.<\/p>\n<p><b>Motorista<\/b><\/p>\n<p>Assim como contribui para as passageiras, o transporte por app tamb&eacute;m beneficia as motoristas. &#8220;No come&ccedil;o, eu sentia um pouco de medo, at&eacute; mesmo vergonha&#8221;, conta em v&iacute;deo Jaqueline Ramos, motorista de app em S&atilde;o Paulo. &#8220;A partir do momento que eu comecei a dirigir, minha autoestima estava baixa, estava com depress&atilde;o e isso melhorou minha autoestima&#8221;, disse.<br \/>\nInfelizmente, nem tudo s&atilde;o flores. O preconceito ainda &eacute; presente em determinadas situa&ccedil;&otilde;es. Motorista de aplicativo em Alvorada, no Rio Grande do Sul, Eva Terezinha contou que j&aacute; aconteceu de estar no tr&acirc;nsito, mesmo com passageira, e um homem encostar do lado de dizer: &#8220;o que voc&ecirc; quer a&iacute;? Vai pilotar um fog&atilde;o&#8221;. Mas isso <br \/>\nSegundo Daniely Votto, toda a narrativa da mobilidade urbana, n&atilde;o s&oacute; no Brasil, mas na Am&eacute;rica Latina como um todo, &eacute; voltada e pensada por homens e feita para atender &agrave;s necessidades deles. <br \/>\nNesse sentido, uma das a&ccedil;&otilde;es da empresa em aten&ccedil;&atilde;o ao p&uacute;blico feminino &eacute; a categoria 99Mulher. As motoristas podem escolher somente passageiras mulheres na hora das corridas. Com o toque de um bot&atilde;o, as passageiras tamb&eacute;m s&atilde;o avisadas desse servi&ccedil;o. <\/p>\n<p><b>Investimento<\/b><\/p>\n<p>Para melhorar cada vez mais o atendimento, a 99 lan&ccedil;ou um pacote com novas medidas que come&ccedil;am a ser implantadas a partir deste m&ecirc;s. Com a a&ccedil;&atilde;o, a empresa estima injetar mais de R$ 570 milh&otilde;es ao PIB brasileiro at&eacute; dezembro, al&eacute;m do valor j&aacute; gerado pela atividade intermediada pela companhia. <br \/>\nEm 2020, este montante foi de R$ 15 bilh&otilde;es, segundo um estudo da Fipe que considera o impacto econ&ocirc;mico da renda obtida pelos motoristas parceiros, gasta em seus custos operacionais (como alimenta&ccedil;&atilde;o e combust&iacute;vel) e no consumo de suas fam&iacute;lias (bens e servi&ccedil;os em geral). <br \/>\nAs iniciativas somam-se aos benef&iacute;cios concedidos pela empresa por meio do programa de parceria SOMOS99 que, entre outras vantagens, garante 10% de desconto no combust&iacute;vel dos 3.2 mil postos da rede Shell e j&aacute; foi respons&aacute;vel por R$ 3,1 milh&otilde;es de economia aos motoristas parceiros.<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Ag&ecirc;ncia 99 A pandemia mexeu diretamente na forma como as pessoas se movem pelas cidades. 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