{"id":38473,"date":"2021-09-16T15:46:00","date_gmt":"2021-09-16T15:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/patrocinados.estadao.com.br\/medialab\/agenciacomunicacao\/agencia99\/entenda-os-impactos-da-transformao-digital-na-mobilidade\/"},"modified":"2021-09-16T15:46:00","modified_gmt":"2021-09-16T15:46:00","slug":"entenda-os-impactos-da-transformao-digital-na-mobilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia99\/entenda-os-impactos-da-transformao-digital-na-mobilidade\/","title":{"rendered":"Entenda os impactos da transforma&ccedil;&atilde;o digital na mobilidade"},"content":{"rendered":"<p><b>Por Ag&ecirc;ncia 99<\/b><\/p>\n<p>Acordar todos os dias no mesmo hor&aacute;rio com a ajuda do despertador, tomar caf&eacute; da manh&atilde; cronometrado, isso sem falar no banho. Principalmente para quem depende de transporte p&uacute;blico, a rotina sempre se fez necess&aacute;ria. Afinal, &eacute; preciso pegar o &ocirc;nibus na hora certa para chegar ao metr&ocirc; e, consequentemente, n&atilde;o se atrasar para o trabalho, a escola ou outro compromisso. <br \/>\nH&aacute; algum tempo, por&eacute;m, esse cen&aacute;rio apresenta transforma&ccedil;&otilde;es ou, ao menos, facilidades. Principalmente com a chegada dos smartphones, a mobilidade evolui em uma velocidade cada vez maior. <br \/>\nQuer saber o hor&aacute;rio e o itiner&aacute;rio dos &ocirc;nibus? S&oacute; consultar na internet. E o melhor caminho para seguir do metr&ocirc; at&eacute; o destino final? A informa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; facilmente encontrada na web.  Acidente no tr&acirc;nsito e rota alternativa? Certamente j&aacute; sabe onde encontrar.<br \/>\nEmbaladas pela transforma&ccedil;&atilde;o digital, as mudan&ccedil;as criam facilidades para o dia a dia, assim como buscam democratizar o processo de locomo&ccedil;&atilde;o. Para os especialistas, ali&aacute;s, essa transforma&ccedil;&atilde;o continuar&aacute; por muito tempo. <br \/>\nOs carros por aplicativo s&atilde;o um dos pontos mais fortes nesse chamado eixo de transporte. Isso porque democratizaram o acesso aos locais, aliando rapidez e conforto a um custo atraente.<\/p>\n<p><b>Gera&ccedil;&atilde;o de renda<\/b><\/p>\n<p>Em um per&iacute;odo de crise por conta da pandemia, o segmento contribuiu, a gera&ccedil;&atilde;o de renda. Muitos trabalhadores tiveram a chance de assumir as r&eacute;deas de suas vidas, tornando-se pequenos empreendedores. Al&eacute;m disso, a cadeia de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o vem cada vez mais empregando analistas.<br \/>\nSegundo estudo desenvolvido pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto de Pesquisas Econ&ocirc;micas (Fipe), a pedido da empresa de tecnologia 99, mais de 331 mil postos de trabalho foram gerados de forma direta e indireta no Pa&iacute;s em 2020, primeiro e mais duro ano de pandemia da covid-19. <br \/>\nOs n&uacute;meros contribuem, inclusive, para o Produto Interno Bruno (PIB) do Pa&iacute;s. Em linhas gerais, o c&aacute;lculo da Fipe aponta para um impacto positivo da 99 em R$ 15,19 bilh&otilde;es, o que representa 0,21% do PIB brasileiro no primeiro ano pand&ecirc;mico. Em publica&ccedil;&atilde;o anterior, referente ao ano de 2019, o impacto registrado foi equivalente a 0,18%. Os dados, portanto, confirmam o crescimento, tanto absoluto quanto relativo, do efeito da empresa na economia nacional. <br \/>\nIsso sem falar nos impostos em 2020. O estudo da Fipe tamb&eacute;m aponta para a arrecada&ccedil;&atilde;o de R$ 1,3 bilh&atilde;o, como Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre opera&ccedil;&otilde;es relativas &agrave; Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e sobre presta&ccedil;&otilde;es de Servi&ccedil;os (ICMS), Imposto sobre Servi&ccedil;os (ISS), entre outros. <br \/>\nEm um cen&aacute;rio de crise econ&ocirc;mica como a qual o Pa&iacute;s convive  &#8211;  as institui&ccedil;&otilde;es v&ecirc;m diminuindo a previs&atilde;o de aumento do PIB para 2021, ainda que o cen&aacute;rio apresente uma leve melhora em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro ano da pandemia &#8211; a contribui&ccedil;&atilde;o da 99 para o PIB nacional se torna ainda mais relevante.<\/p>\n<p><b>Na palma da m&atilde;o<\/b><\/p>\n<p>E toda essa transforma&ccedil;&atilde;o na mobilidade est&aacute; dispon&iacute;vel em um aparelho que cabe na palma da m&atilde;o. Gra&ccedil;as &agrave; revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, os mapas nos aplicativos apresentam o caminho exato a ser percorrido e o tempo gasto. J&aacute; os &ocirc;nibus com GPS e internet permitem que o usu&aacute;rio saiba exatamente onde est&atilde;o. Al&eacute;m disso, o pagamento &eacute; digital e para se deslocar h&aacute; mais op&ccedil;&otilde;es, como os aplicativos de transporte.<br \/>\nNa vis&atilde;o de Luiz Renato Mattos, CEO da Onboard, empresa dedicada &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o digital na mobilidade urbana, as mudan&ccedil;as ainda est&atilde;o em curso. &#8220;Servi&ccedil;os como o transporte por app seguem na fronteira da tecnologia, promovendo inova&ccedil;&otilde;es capazes de ditar o ritmo regulat&oacute;rio&#8221;, explica.<\/p>\n<p><b>Desafios e benef&iacute;cios<\/b><\/p>\n<p>Se as mudan&ccedil;as est&atilde;o na palma das m&atilde;os, a rela&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico com o transporte p&uacute;blico &eacute; a mesma h&aacute; 20 anos, &eacute;poca em que tanto os celulares quanto a internet m&oacute;vel n&atilde;o eram populares e tampouco acess&iacute;veis a todos, explica Luiz Renato Mattos. &#8220;A transforma&ccedil;&atilde;o digital ainda n&atilde;o &eacute; uniforme entre os diferentes atores do setor. No entanto, acredito que as mudan&ccedil;as em curso atingir&atilde;o a todos, tornando o setor mais equilibrado neste sentido&#8221;.<br \/>\nSegundo Mattos, o principal benef&iacute;cio desta transforma&ccedil;&atilde;o foi a gera&ccedil;&atilde;o de dados a partir de deslocamentos. &#8220;As informa&ccedil;&otilde;es que antes eram imensur&aacute;veis se tornaram abundantes, possibilitando o gerenciamento da mobilidade orientada a evid&ecirc;ncias e em tempo real. O desafio agora est&aacute; em utilizar estes dados para melhorar as cidades para todos que a habitam ou a frequentam&#8221;, diz.<br \/>\nProva disto &eacute; que, no transporte p&uacute;blico, por exemplo, ainda &eacute; muito latente a necessidade de melhora. A &uacute;ltima pesquisa da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) sobre o assunto apontou que 26% dos brasileiros gastavam em 2011 mais de uma hora por dia em deslocamento para atividades rotineiras, como trabalho e estudo. J&aacute; em 2014, esse percentual chegou a 31%.<br \/>\nNa &eacute;poca, as principais melhorias apontadas para aumentar a ades&atilde;o ao transporte p&uacute;blico eram conforto, pontualidade e menor tempo de viagem. No estudo, a necessidade de seguran&ccedil;a tamb&eacute;m ganhou destaque, sendo lembrada por 21% dos entrevistados.<br \/>\nNesse caminho, torna-se ainda mais essencial que as transforma&ccedil;&otilde;es digitais abranjam todos os setores da sociedade e as classes sociais. Dessa forma, a palavra compartilhar ganha cada vez mais sentido na vis&atilde;o de Luiz Renato Mattos. <br \/>\n&#8220;O papel do compartilhado nessa mudan&ccedil;a deve ser o da racionaliza&ccedil;&atilde;o dos recursos, minimizando externalidades negativas e maximizando as positivas. Al&eacute;m disso, o compartilhamento tem o potencial de diminuir as desigualdades sociais que s&atilde;o inerentes a produtos baseados em posse&#8221;, finaliza.<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Ag&ecirc;ncia 99 Acordar todos os dias no mesmo hor&aacute;rio com a ajuda do despertador, tomar caf&eacute; da manh&atilde; cronometrado, isso sem falar no banho. 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