{"id":35943,"date":"2021-05-06T10:00:00","date_gmt":"2021-05-06T10:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/patrocinados.estadao.com.br\/medialab\/agenciacomunicacao\/agencia99\/motoristas-de-app-mudam-rotina-para-preservar-a-sade-na-pandemia\/"},"modified":"2021-05-06T10:00:00","modified_gmt":"2021-05-06T10:00:00","slug":"motoristas-de-app-mudam-rotina-para-preservar-a-sade-na-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia99\/motoristas-de-app-mudam-rotina-para-preservar-a-sade-na-pandemia\/","title":{"rendered":"Motoristas de app mudam rotina para preservar a sa&uacute;de na pandemia"},"content":{"rendered":"<p><b>Por Ag&ecirc;ncia 99<\/b><\/p>\n<p>Diminui&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de pessoas transportadas por viagem, instala&ccedil;&atilde;o de escudos protetores de acr&iacute;lico para isolar o banco da frente, ado&ccedil;&atilde;o do &aacute;lcool em gel como item de seguran&ccedil;a sanit&aacute;ria, menos contato com os passageiros, uso obrigat&oacute;rio de m&aacute;scara e cuidado redobrado com a higiene. As mudan&ccedil;as na rotina do motorista de aplicativo Rochester de Oliveira Marques, de 45 anos, de Bras&iacute;lia (DF), retratam o quanto a pandemia mexeu com os h&aacute;bitos dos condutores e passageiros de um ano para c&aacute;.<br \/>\nO novo cen&aacute;rio exigiu investimento e mobiliza&ccedil;&atilde;o das empresas que gerenciam os apps, como a cria&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o de protocolos de seguran&ccedil;a e de higiene. Para complementar a rotina de cuidados di&aacute;rios, motoristas parceiros acrescentam outros recursos para garantir o deslocamento seguro de milh&otilde;es de usu&aacute;rios, mesmo nos piores momentos da doen&ccedil;a. A efici&ecirc;ncia das a&ccedil;&otilde;es tem forte liga&ccedil;&atilde;o com o senso de comunidade tanto por parte dos passageiros quanto dos parceiros.<br \/>\n&#8220;Logo ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o da placa de acr&iacute;lico, confesso que me senti um pouco sufocado. Mas agora estou mais acostumado. Gra&ccedil;as a Deus, n&atilde;o fui contaminado. N&atilde;o se trata de ter medo ou n&atilde;o da doen&ccedil;a, mas sim de cuidar da seguran&ccedil;a minha e dos passageiros. Al&eacute;m disso, tenho minha esposa e meus filhos em casa e me preocupo com eles&#8221;, diz Marques, que atua como motorista parceiro h&aacute; um ano e oito meses.<\/p>\n<p><b>N&uacute;meros<\/b><\/p>\n<p>O depoimento de Marques d&aacute; uma dimens&atilde;o de como o transporte por aplicativo sentiu os efeitos do coronav&iacute;rus. Al&eacute;m de motoristas parceiros e clientes habituais adotarem novos h&aacute;bitos, houve uma migra&ccedil;&atilde;o de passageiros do transporte p&uacute;blico para os apps. Muitos fizeram a op&ccedil;&atilde;o at&eacute; mesmo para evitar poss&iacute;veis aglomera&ccedil;&otilde;es em &ocirc;nibus, trens e metr&ocirc;s. <br \/>\nA pesquisa realizada pela 99 comprova esta mudan&ccedil;a de h&aacute;bito. No per&iacute;odo do levantamento, em 2020, o servi&ccedil;o registrou crescimento de 54% nas periferias brasileiras. Foram ouvidas 2.612 pessoas de bairros perif&eacute;ricos do Rio de Janeiro, Manaus, Salvador e S&atilde;o Paulo. Para 40% dos entrevistados, optar pelas viagens de carro por aplicativo foi a sa&iacute;da para evitar o contato com a Covid-19.<br \/>\nCom a transforma&ccedil;&atilde;o constatada durante esta fase, mesmo os grandes investimentos dependem de um ponto fundamental para o sucesso das iniciativas de combate ao coronav&iacute;rus: respeito entre passageiros e motoristas parceiros. Afinal, o momento exige uma mudan&ccedil;a de comportamento para colocar em pr&aacute;tica as medidas necess&aacute;rias para preservar a sa&uacute;de. <br \/>\nDessa forma, &eacute; responsabilidade de todos a garantia de uma viagem segura. Por isso, o monitoramento e o respeito &agrave;s medidas de seguran&ccedil;a tamb&eacute;m envolvem os passageiros. &#8220;Fico atenta se o motorista est&aacute; usando m&aacute;scara. Al&eacute;m disso, sempre converso com eles sobre a import&acirc;ncia do autocuidado. At&eacute; porque o condutor n&atilde;o deve colocar nem ele nem o passageiro em risco&#8221;, destaca a analista de atendimento Aline Oliveira, de 35 anos.<br \/>\nAssim como Aline, a personal trainer Thaisa Suemi Nacamoto, de 32 anos, tamb&eacute;m adota as medidas necess&aacute;rias. Devido &agrave; Covid-19, ela deixou de pagar as corridas com dinheiro, optando pelo cart&atilde;o, e adquiriu novos h&aacute;bitos. &#8220;S&oacute; entro no carro se o motorista estiver com m&aacute;scara. Abro todas as janelas. Al&eacute;m disso, eu observo se o condutor tem &aacute;lcool. Caso ele abaixe a m&aacute;scara ou ignore os cuidados necess&aacute;rios, dou nota baixa&#8221;, afirma.<\/p>\n<p><b>Na luta<\/b><\/p>\n<p>Com quase tr&ecirc;s anos de experi&ecirc;ncia e cerca de 18,5 mil corridas realizadas em Belo Horizonte (MG) no per&iacute;odo, o que d&aacute; uma m&eacute;dia de 17 viagens por dia, o motorista parceiro Andr&eacute; Tadeu Santana conta que seguiu as orienta&ccedil;&otilde;es enviadas pela 99 aos condutores de todo o Pa&iacute;s. Est&aacute; sempre de m&aacute;scara, n&atilde;o leva clientes no banco da frente, anda com os quatro vidros do carro abertos visando a circula&ccedil;&atilde;o do ar e recusa corridas de passageiros que n&atilde;o aceitam os itens de prote&ccedil;&atilde;o.<br \/>\nAos 36 anos, Santana levanta todo dia &agrave;s 4h30, inicia o trabalho &agrave;s 5h30 e vai at&eacute; o come&ccedil;o da noite levando pessoas de ponta a ponta na capital mineira. Por isso, todo cuidado &eacute; pouco. Ainda mais com uma pandemia que j&aacute; tirou a vida de mais de 400 mil brasileiros, sendo mais de 4 mil na cidade onde ele atua. <br \/>\n&#8220;Moro com minha irm&atilde; e minha m&atilde;e, que tem 65 anos e j&aacute; tomou a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Al&eacute;m disso, eu visito direto o meu pai, que tem 67 anos e mora sozinho. Preciso me cuidar bastante durante o servi&ccedil;o. Por mim e por eles&#8221;, destaca.<\/p>\n<p><b>Investimentos<\/b><\/p>\n<p>Para garantir o suporte necess&aacute;rio para os motoristas parceiros e os passageiros, as empresas que gerenciam os aplicativos de transporte investem tempo e dinheiro na busca das melhores solu&ccedil;&otilde;es. <br \/>\nOs n&uacute;meros s&atilde;o significativos. S&oacute; para se ter uma ideia, a 99 j&aacute; distribuiu mais de 640 mil m&aacute;scaras a motoristas parceiros desde mar&ccedil;o de 2020. Neste per&iacute;odo, a empresa investiu mais de R$ 900 mil para distribui&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool em gel, outros R$ 2,8 milh&otilde;es na instala&ccedil;&atilde;o de escudos protetores e sanitizou mais de 425 mil ve&iacute;culos. <br \/>\nTamb&eacute;m foram fechadas parcerias com a Shell, para desconto em combust&iacute;veis, e com o Sebrae, visando a oferta de cursos e acesso a linhas de cr&eacute;dito exclusivas, por meio do programa Somos, de incentivo aos motoristas parceiros. Houve tamb&eacute;m a migra&ccedil;&atilde;o de todo o servi&ccedil;o administrativo para o home office, protegendo quem atua na retaguarda aos motoristas parceiros e usu&aacute;rios.<\/p>\n<p><b>Aux&iacute;lio e protocolo<\/b><\/p>\n<p>Logo no in&iacute;cio da pandemia, foi criado um fundo de US$ 10 milh&otilde;es (R$ 63,7 milh&otilde;es) para auxiliar financeiramente motoristas parceiros diagnosticados com o coronav&iacute;rus. Na mesma &eacute;poca, a 99 estabeleceu um protocolo de seguran&ccedil;a com a consultoria do Hospital S&iacute;rio-Liban&ecirc;s, contendo material informativo e educativo com v&iacute;deos, textos e podcasts gravados com m&eacute;dicos infectologistas e outros profissionais de sa&uacute;de. <br \/>\nTodo o material est&aacute; dispon&iacute;vel no site da empresa, com avalia&ccedil;&atilde;o dos sintomas, o que fazer ao chegar em casa, como respeitar o distanciamento social mesmo durante o servi&ccedil;o e outras recomenda&ccedil;&otilde;es.<br \/>\nEssas iniciativas deram seguran&ccedil;a a motoristas parceiros como Jeferson da Concei&ccedil;&atilde;o Silva, de 58 anos, que tamb&eacute;m atua em Belo Horizonte. Com receio da infec&ccedil;&atilde;o, ele faz sua parte para evitar a doen&ccedil;a, com utiliza&ccedil;&atilde;o em tempo integral da m&aacute;scara e do &aacute;lcool em gel. <br \/>\nCasado, pai e av&ocirc;, ele conta que lida com passageiros conscientes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s normas de seguran&ccedil;a sanit&aacute;ria. &#8220;Gra&ccedil;as a Deus, at&eacute; hoje todos sempre entraram com m&aacute;scara. Mas sempre h&aacute; o risco de levarmos essa doen&ccedil;a para casa, n&eacute;? Por isso, tamb&eacute;m tor&ccedil;o para ser vacinado logo&#8221;, conclui.<\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Por Ag&ecirc;ncia 99 Diminui&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de pessoas transportadas por viagem, instala&ccedil;&atilde;o de escudos protetores de acr&iacute;lico para isolar o banco da frente,","protected":false},"author":1,"featured_media":35944,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":["post-35943","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agencia99"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35943","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35943"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35943\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35944"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35943"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35943"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35943"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}