{"id":141702,"date":"2026-10-06T14:40:00","date_gmt":"2026-10-06T17:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-minera-brasil\/alurion-confirma-viabilidade-de-rota-rodoviaria-para-exportacao-de-bauxita-de-amargosa\/"},"modified":"2026-10-07T12:24:50","modified_gmt":"2026-10-07T15:24:50","slug":"alurion-confirma-viabilidade-de-rota-rodoviaria-para-exportacao-de-bauxita-de-amargosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-minera-brasil\/alurion-confirma-viabilidade-de-rota-rodoviaria-para-exportacao-de-bauxita-de-amargosa\/","title":{"rendered":"Alurion confirma viabilidade de rota rodovi\u00e1ria para exporta\u00e7\u00e3o de bauxita de Amargosa"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudo aponta capacidade para transportar at\u00e9 11,5 milh\u00f5es de toneladas de bauxita por ano at\u00e9 o Porto de Enseada, na Bahia, o dobro do volume previsto inicialmente, sem restri\u00e7\u00f5es de capacidade nas rodovias avaliadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um estudo independente sobre log\u00edstica rodovi\u00e1ria refor\u00e7ou a viabilidade do projeto de bauxita Amargosa, da Alurion Resources, na Bahia, e indicou que a estrutura vi\u00e1ria existente poder\u00e1 suportar volumes de transporte de at\u00e9 11,5 milh\u00f5es de toneladas \u00famidas por ano (Mtpa). O volume \u00e9 o dobro da capacidade considerada no estudo conceitual do projeto, de 5,75 Mtpa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Realizado pela consultoria especializada em engenharia de transportes Engimind, o levantamento avaliou a capacidade da rede rodovi\u00e1ria utilizada para levar a produ\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de minera\u00e7\u00e3o at\u00e9 o Porto de Enseada, al\u00e9m de analisar uma alternativa de conex\u00e3o ao futuro corredor ferrovi\u00e1rio FIOL\u2013Porto Sul.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o estudo, n\u00e3o foram identificadas restri\u00e7\u00f5es de capacidade nas rodovias para nenhum dos tr\u00eas cen\u00e1rios analisados: 5,75 Mtpa, 8,6 Mtpa e 11,5 Mtpa. Tamb\u00e9m foram considerados os n\u00edveis de servi\u00e7o das vias, o crescimento projetado do tr\u00e1fego, a opera\u00e7\u00e3o da frota e o funcionamento dos terminais de carregamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estrat\u00e9gia-base da Amargosa continua sendo o transporte rodovi\u00e1rio direto at\u00e9 o Porto de Enseada. As rotas previstas utilizam principalmente a BR-101, em dist\u00e2ncias aproximadas de 160 quil\u00f4metros entre o Distrito Norte e o porto e de 220 quil\u00f4metros entre o Distrito Central e a instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com a expans\u00e3o dos volumes, a participa\u00e7\u00e3o dos caminh\u00f5es da Alurion no tr\u00e1fego total das rodovias dever\u00e1 permanecer relativamente baixa. No cen\u00e1rio de 5,75 Mtpa, a empresa estima que os ve\u00edculos do projeto representem menos de 1% do fluxo total. No cen\u00e1rio de 11,5 Mtpa, essa participa\u00e7\u00e3o chegaria a aproximadamente 1,6%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo tamb\u00e9m definiu par\u00e2metros preliminares para a opera\u00e7\u00e3o da frota. A Engimind identificou como configura\u00e7\u00e3o preferencial caminh\u00f5es de sete eixos, com peso bruto combinado de 59 toneladas. Os dados dever\u00e3o servir de base para o dimensionamento da frota e para as estimativas de custos operacionais na pr\u00f3xima etapa de estudos do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A log\u00edstica entre a mina e o porto dever\u00e1 envolver, al\u00e9m da frota, a implanta\u00e7\u00e3o de terminais de carregamento nos distritos produtores e melhorias pontuais nas vias de acesso. A sele\u00e7\u00e3o dos locais para os terminais est\u00e1 em andamento, e os investimentos necess\u00e1rios ser\u00e3o atualizados no estudo de viabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Porto de Enseada pode ampliar capacidade de exporta\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Paralelamente aos estudos de transporte, a Alurion trabalha com o operador do Porto de Enseada para avaliar alternativas de expans\u00e3o da capacidade de exporta\u00e7\u00e3o. A empresa conduz estudos de engenharia que consideram a interface com o transporte rodovi\u00e1rio, o armazenamento de min\u00e9rio, o atendimento portu\u00e1rio e o transbordo offshore.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadaoconteudo.com.br\/RSS\/images\/AMN20261006144008585222-aluu-1.jpg\" alt=\"Divulga\u00e7\u00e3o 1\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><b>Rota at\u00e9 o porto. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/b><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo conceitual da Amargosa considera inicialmente a exporta\u00e7\u00e3o de 5 milh\u00f5es de toneladas anuais de bauxita em base seca, equivalente a 5,75 milh\u00f5es de toneladas \u00famidas no cen\u00e1rio log\u00edstico. Agora, a companhia avalia configura\u00e7\u00f5es que poderiam elevar a capacidade de Enseada para at\u00e9 13,5 milh\u00f5es de toneladas \u00famidas por ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados dos estudos portu\u00e1rios ser\u00e3o incorporados ao estudo de pr\u00e9-viabilidade (PFS), juntamente com os dados de transporte rodovi\u00e1rio. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 verificar se volumes maiores de produ\u00e7\u00e3o e uma expans\u00e3o modular do porto podem melhorar a economia do projeto e justificar os investimentos adicionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o CEO da Alurion Resources, Maur\u00edcio Noronha, o estudo independente d\u00e1 maior seguran\u00e7a \u00e0s premissas log\u00edsticas adotadas no desenvolvimento da Amargosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO estudo fornece uma valida\u00e7\u00e3o independente das premissas de capacidade rodovi\u00e1ria utilizadas no planejamento da Amargosa. Ele d\u00e1 ao PFS uma rota e uma configura\u00e7\u00e3o de frota definidas, sem restri\u00e7\u00f5es de capacidade rodovi\u00e1ria modeladas em nenhum dos tr\u00eas cen\u00e1rios avaliados\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o executivo, a prioridade continua sendo o transporte rodovi\u00e1rio at\u00e9 Enseada, enquanto volumes maiores e a expans\u00e3o da capacidade portu\u00e1ria ser\u00e3o avaliados durante o PFS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>FIOL e Porto Sul podem abrir alternativa de expans\u00e3o<\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento tamb\u00e9m analisou uma segunda alternativa log\u00edstica, conectando o Distrito Central da Amargosa a um futuro ponto de carregamento da Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste (FIOL).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria estudada tem aproximadamente 86 quil\u00f4metros e poderia permitir que o projeto utilizasse a infraestrutura ferrovi\u00e1ria sem a necessidade de construir o ramal dedicado de cerca de 40 quil\u00f4metros previsto anteriormente no estudo conceitual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A alternativa, no entanto, depende da retomada e conclus\u00e3o das obras da FIOL e da implanta\u00e7\u00e3o do sistema ferrovi\u00e1rio e portu\u00e1rio associado ao Porto Sul. O projeto tamb\u00e9m depender\u00e1 da obten\u00e7\u00e3o de acesso comercial \u00e0 infraestrutura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A FIOL e o Porto Sul representam uma possibilidade de expans\u00e3o de longo prazo para a Amargosa. As capacidades indicativas consideradas para as duas estruturas s\u00e3o de aproximadamente 60 Mtpa para a ferrovia e 40 Mtpa para o Porto Sul, o que poderia permitir o desenvolvimento de uma opera\u00e7\u00e3o de maior escala e o aproveitamento de uma parcela maior dos recursos de bauxita benefici\u00e1vel da companhia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar desse potencial, a Alurion mant\u00e9m o corredor rodovi\u00e1rio at\u00e9 Enseada como sua rota-base, permitindo que o desenvolvimento inicial do projeto avance de forma independente da implanta\u00e7\u00e3o da infraestrutura ferrovi\u00e1ria e portu\u00e1ria do sul da Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>PFS segue previsto para 2027<\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados do estudo de transporte ser\u00e3o incorporados ao planejamento de mina, ao cronograma de produ\u00e7\u00e3o e \u00e0s avalia\u00e7\u00f5es comerciais do estudo de pr\u00e9-viabilidade da Amargosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O PFS tamb\u00e9m contar\u00e1 com informa\u00e7\u00f5es provenientes de programas de sondagem, abertura de trincheiras e estudos geol\u00f3gicos e metal\u00fargicos. Esses trabalhos est\u00e3o previstos para come\u00e7ar no quarto trimestre de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Alurion mant\u00e9m a previs\u00e3o de concluir o estudo de pr\u00e9-viabilidade da Amargosa em meados de 2027. O estudo log\u00edstico rodovi\u00e1rio \u00e9 o primeiro dos principais programas do PFS a ser conclu\u00eddo e estabelece as premissas de rota, capacidade e frota que ser\u00e3o utilizadas nas pr\u00f3ximas etapas de avalia\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Ag\u00eancia Minera Brasil<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Estudo aponta capacidade para transportar at\u00e9 11,5 milh\u00f5es de toneladas de bauxita por ano at\u00e9 o Porto de Enseada, na Bahia, o dobro do volume previsto inicialmente, sem restri\u00e7\u00f5es de capacidade","protected":false},"author":1,"featured_media":141703,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[351],"tags":[],"class_list":["post-141702","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agencia-minera-brasil"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141702","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141702"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141702\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":141814,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141702\/revisions\/141814"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/141703"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141702"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141702"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141702"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}