{"id":141021,"date":"2026-09-29T16:03:00","date_gmt":"2026-09-29T19:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/knewin-dino\/novas-tecnicas-e-tecnologias-ampliam-o-tratamento-da-dor\/"},"modified":"2026-09-29T16:03:00","modified_gmt":"2026-09-29T19:03:00","slug":"novas-tecnicas-e-tecnologias-ampliam-o-tratamento-da-dor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/knewin-dino\/novas-tecnicas-e-tecnologias-ampliam-o-tratamento-da-dor\/","title":{"rendered":"Novas t\u00e9cnicas e tecnologias ampliam o tratamento da dor"},"content":{"rendered":"<p>A combina\u00e7\u00e3o de procedimentos n\u00e3o invasivos, ajustada ao quadro de cada paciente, vem ampliando as alternativas para tratar dores cr\u00f4nicas na coluna, no quadril, no ombro e no joelho, al\u00e9m de cefaleia e fibromialgia. A abordagem \u00e9 aplicada pela Cl\u00ednica InDor, reconhecida em medicina da dor e ortopedia regenerativa no Agreste de Pernambuco, conduzida pelos m\u00e9dicos Caio Soprano e M\u00e1rio Henrique Almeida, que associam radiofrequ\u00eancia, indu\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica, laser terap\u00eautico e ondas de choque a terapias ortobiol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>A dor persistente, definida como aquela que se estende por mais de tr\u00eas meses, tornou-se um desafio de sa\u00fade p\u00fablica no pa\u00eds. Levantamento da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) aponta que cerca de <a href=\"https:\/\/www.who.int\/news-room\/fact-sheets\/detail\/musculoskeletal-conditions\" target=\"_blank\">1,71 bilh\u00e3o de pessoas<\/a> convivem com alguma condi\u00e7\u00e3o musculoesquel\u00e9tica no mundo, sendo a dor lombar a principal causa isolada de incapacidade em 160 pa\u00edses. Revis\u00e3o de 2026 no <i>Journal of the American Medical Association\u00a0(JAMA)<\/i> refor\u00e7a o cen\u00e1rio ao estimar que a <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1001\/jama.2026.9631\" target=\"_blank\">dor lombar atinge<\/a> cerca de 619 milh\u00f5es de pessoas, com recupera\u00e7\u00e3o mais lenta nos casos cr\u00f4nicos.<\/p>\n<p>Segundo o Dr. Caio Soprano, m\u00e9dico anestesiologista especializado em medicina da dor na Cl\u00ednica InDor, o envelhecimento populacional ajuda a explicar o avan\u00e7o desses quadros. \u201cA dor cr\u00f4nica atinge uma parcela expressiva da popula\u00e7\u00e3o brasileira e vem crescendo junto com o envelhecimento do pa\u00eds. Boa parte dos pacientes n\u00e3o busca tratamento adequado, e outra parte j\u00e1 passou por cirurgias que n\u00e3o resolveram ou depende de rem\u00e9dios que aliviam pouco e por pouco tempo\u201d, afirma o m\u00e9dico, que cita o impacto sobre o sono, o humor e a capacidade de trabalho de quem convive com a dor.<\/p>\n<p><b>Diagn\u00f3stico individualizado<\/b><\/p>\n<p>Antes de indicar qualquer procedimento, a equipe busca identificar a origem exata da dor, que pode estar ligada a uma articula\u00e7\u00e3o desgastada, a um nervo comprimido, a um processo inflamat\u00f3rio ou a uma combina\u00e7\u00e3o desses fatores. \u201cN\u00e3o existe uma dor igual \u00e0 outra, mesmo quando os sintomas parecem parecidos. Isso exige hist\u00f3rico do paciente, exame f\u00edsico, exames de imagem e, muitas vezes, testes que ajudam a localizar de onde a dor est\u00e1 partindo\u201d, explica Soprano.<\/p>\n<p>A partir desse diagn\u00f3stico, o tratamento passa a considerar o tipo de dor, a regi\u00e3o do corpo, o tempo de dura\u00e7\u00e3o, terapias anteriores sem sucesso e os objetivos do paciente.<\/p>\n<p>Para o Dr. M\u00e1rio Henrique Almeida, tamb\u00e9m m\u00e9dico anestesiologista da cl\u00ednica, associar tecnologias tende a trazer resultados mais completos do que uma \u00fanica t\u00e9cnica isolada, sobretudo porque a dor cr\u00f4nica costuma envolver desgaste estrutural, inflama\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o do sistema nervoso ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>\u201cUm exemplo comum \u00e9 usar uma t\u00e9cnica para dar al\u00edvio mais r\u00e1pido do sintoma, enquanto, em paralelo, abordagens regenerativas trabalham na causa do problema, estimulando a recupera\u00e7\u00e3o do tecido lesionado\u201d, relata. Conforme o especialista, essa combina\u00e7\u00e3o costuma ajudar pacientes que j\u00e1 passaram por cirurgias sem sucesso ou t\u00eam quadros como a fibromialgia, com inflama\u00e7\u00e3o e comprometimento estrutural simult\u00e2neos.<\/p>\n<p><b>Causas comuns da dor ortop\u00e9dica<\/b><\/p>\n<p>A dor ortop\u00e9dica tem origem em ossos, articula\u00e7\u00f5es, m\u00fasculos, tend\u00f5es e ligamentos, associada a desgaste, sobrecarga repetitiva ou les\u00f5es mal cicatrizadas, quadro mais frequente com o envelhecimento, j\u00e1 que essas estruturas perdem capacidade de regenera\u00e7\u00e3o, cen\u00e1rio agravado por sedentarismo e excesso de peso.<\/p>\n<p>\u201cEst\u00e1 nesse grupo a osteoartrite, ou artrose, desgaste progressivo da cartilagem que reveste as articula\u00e7\u00f5es: sem esse amortecimento, o osso fica exposto, surge inflama\u00e7\u00e3o local e a movimenta\u00e7\u00e3o passa a doer\u201d, detalha o m\u00e9dico Dr. Caio Soprano.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m se confundem a tendinite, prossegue ele, ligada a movimentos repetitivos, e a bursite, inflama\u00e7\u00e3o da bolsa que reduz o atrito entre estruturas articulares, o que torna a avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica essencial. \u201cSoma-se a isso a sarcopenia, perda progressiva de massa muscular ligada ao envelhecimento, que cria um ciclo em que m\u00fasculos mais fracos sobrecarregam as articula\u00e7\u00f5es e ampliam a dor\u201d, completa.<\/p>\n<p>Os tratamentos ortobiol\u00f3gicos utilizam subst\u00e2ncias e c\u00e9lulas do pr\u00f3prio corpo do paciente para estimular a regenera\u00e7\u00e3o dos tecidos, em vez de apenas aliviar o sintoma com medica\u00e7\u00e3o ou substituir a estrutura lesionada por cirurgia.<\/p>\n<p>\u201cEles se posicionam como uma alternativa intermedi\u00e1ria, para pacientes que n\u00e3o respondem mais a tratamentos conservadores, mas que ainda n\u00e3o precisam, ou n\u00e3o querem, partir para uma cirurgia maior. O objetivo \u00e9 reduzir a inflama\u00e7\u00e3o e favorecer o reparo do tecido, seja cartilagem, tend\u00e3o, ligamento ou m\u00fasculo\u201d, explica Dr. M\u00e1rio Henrique Almeida.<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o da cl\u00ednica n\u00e3o se limita \u00e0 dor cr\u00f4nica. A equipe tamb\u00e9m atende les\u00f5es agudas, como entorses, contus\u00f5es e sobrecargas da rotina ou da pr\u00e1tica esportiva, al\u00e9m de preparar pacientes para cirurgias e acompanhar a reabilita\u00e7\u00e3o p\u00f3s-operat\u00f3ria, quando o objetivo \u00e9 acelerar a recupera\u00e7\u00e3o e devolver a fun\u00e7\u00e3o ao paciente. Atletas e pessoas fisicamente ativas com les\u00f5es por uso repetitivo tamb\u00e9m integram o p\u00fablico atendido, o que orienta a escolha das tecnologias da cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Entre elas est\u00e1 a radiofrequ\u00eancia, aplicada de formas diferentes. \u201cNa convencional, guiada por agulha fina e imagem, ondas de r\u00e1dio geram calor pr\u00f3ximo ao nervo que transmite a dor, reduzindo esse sinal, recurso usado em dores da coluna e em neuralgias. J\u00e1 a pulsada trabalha em pulsos curtos intercalados com pausas que evitam o ac\u00famulo de calor, modulando a atividade do nervo sem destruir o tecido ao redor, forma mais suave de reduzir a dor\u201d, especifica Almeida. \u201cNo modo transcut\u00e2neo, a energia \u00e9 aplicada por eletrodos na pele, sem procedimento invasivo, op\u00e7\u00e3o indicada tanto para dores agudas quanto cr\u00f4nicas em joelho, ombro e quadril\u201d, complementa.<\/p>\n<p>A associa\u00e7\u00e3o entre essas tecnologias, segundo os m\u00e9dicos da Cl\u00ednica InDor, tende a ganhar espa\u00e7o \u00e0 medida que cresce a busca por alternativas n\u00e3o cir\u00fargicas capazes de tratar a origem da dor, e n\u00e3o apenas os sintomas. A escolha da combina\u00e7\u00e3o depende sempre da avalia\u00e7\u00e3o individual de cada paciente, feita por profissionais especializados.<\/p>\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es, basta acessar: <a href=\"https:\/\/clinicaindor.com.br\/\" target=\"_blank\">https:\/\/clinicaindor.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>Website: <a href=\"https:\/\/clinicaindor.com.br\/\" target=\"_blank\">https:\/\/clinicaindor.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>Foto: Imagem do Magnific\/BG_illustrations<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Knewin Dino<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A combina\u00e7\u00e3o de procedimentos n\u00e3o invasivos, ajustada ao quadro de cada paciente, vem ampliando as alternativas para tratar dores cr\u00f4nicas na coluna, no quadril, no ombro e no joelho, al\u00e9m de","protected":false},"author":1,"featured_media":141022,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[11470],"tags":[12397,300,12398,12395],"class_list":["post-141021","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-knewin-dino","tag-ciencia","tag-negocios","tag-saude-e-bem-estar","tag-sociedade"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141021","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141021"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141021\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/141022"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141021"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141021"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141021"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}