{"id":136433,"date":"2026-08-19T11:00:00","date_gmt":"2026-08-19T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-memoria-da-eletricidade\/como-fotografias-historicas-ganham-uma-segunda-vida-no-mundo-digital\/"},"modified":"2026-08-20T11:02:35","modified_gmt":"2026-08-20T14:02:35","slug":"como-fotografias-historicas-ganham-uma-segunda-vida-no-mundo-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-memoria-da-eletricidade\/como-fotografias-historicas-ganham-uma-segunda-vida-no-mundo-digital\/","title":{"rendered":"Como fotografias hist\u00f3ricas ganham uma segunda vida no mundo digital"},"content":{"rendered":"<p><i>No Dia Mundial da Fotografia e no Dia Nacional do Historiador, a Mem\u00f3ria da Eletricidade mostra como preserva\u00e7\u00e3o, pesquisa e contextualiza\u00e7\u00e3o transformam imagens em documentos hist\u00f3ricos e como esse patrim\u00f4nio ganha novos p\u00fablicos<\/i><\/p>\n<p>A fotografia e a hist\u00f3ria mant\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima, capaz de registrar e compreender fatos e acontecimentos. A imagem congela um peda\u00e7o do tempo, registrando pessoas, lugares, objetos, constru\u00e7\u00f5es e modos de vida, fragmentos que podem se transformar em fontes para a compreens\u00e3o do passado.<\/p>\n<p>Mas, para contar uma hist\u00f3ria, a fotografia precisa ser interpretada. \u00c9 necess\u00e1rio compreender o que est\u00e1 retratado, onde e quando a imagem foi feita, por que aquela cena foi registrada, o que revela e qual \u00e9 o contexto no qual est\u00e1 inserida, entre diversos outros fatores.<\/p>\n<p>Assim, a imagem chega ao historiador, respons\u00e1vel por investig\u00e1-la e, a partir disso, podendo servir como ponto de partida para novas descobertas e interpreta\u00e7\u00f5es, capaz de reconstruir aspectos passados que poderiam permanecer desconhecidos ou pouco documentados.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e0 toa, o Dia Nacional do Historiador e o Dia Mundial da Fotografia s\u00e3o comemorados na mesma data, neste 19 de agosto. Para a forma\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de acervos, esta rela\u00e7\u00e3o \u00e9 imprescind\u00edvel, e, no acervo iconogr\u00e1fico da Mem\u00f3ria da Eletricidade, as fotografias s\u00e3o parte da espinha dorsal.<\/p>\n<p>Fundada em 1986, com objetivo de preservar e difundir a hist\u00f3ria do setor el\u00e9trico brasileiro, a institui\u00e7\u00e3o construiu, ao longo dos seus quase 40 anos, um acervo documental composto por quase 148.832 mil itens (com 226.375 mil p\u00e1ginas digitalizadas). Destes, 37.664 mil s\u00e3o classificados como iconogr\u00e1ficos, com 24.824 mil sendo fotografias hist\u00f3ricas que documentam a evolu\u00e7\u00e3o da infraestrutura, grandes obras e o cotidiano do setor el\u00e9trico brasileiro, al\u00e9m de registros pessoais de profissionais da \u00e1rea<\/p>\n<p>Para Vanessa Baranda, historiadora e t\u00e9cnica em arquivo da Mem\u00f3ria da Eletricidade, a fotografia \u00e9 uma fonte indispens\u00e1vel para a pesquisa hist\u00f3rica, especialmente no estudo do setor el\u00e9trico brasileiro. Ela destaca que as imagens permitem acessar dimens\u00f5es que nem sempre aparecem da mesma forma em documentos escritos, como diferentes etapas da constru\u00e7\u00e3o de uma usina, a instala\u00e7\u00e3o de linhas de transmiss\u00e3o, equipamentos e t\u00e9cnicas de determinada \u00e9poca, al\u00e9m das pessoas, cidades, paisagens e modos de vida envolvidos nessas transforma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div id=\"attachment_136588\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-136588\" class=\"size-full wp-image-136588\" src=\"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-02.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"557\" srcset=\"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-02.jpg 1000w, https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-02-300x167.jpg 300w, https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-02-768x428.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><p id=\"caption-attachment-136588\" class=\"wp-caption-text\">Imagens permitem acessar dimens\u00f5es que nem sempre aparecem da mesma forma em documentos escritos \u2019, diz Vanessa Baranda. Foto: Acervo Mem\u00f3ria da Eletricidade<\/p><\/div>\n<figure><\/figure>\n<p><i>\u201cN\u00e3o podemos reduzir uma fotografia apenas a uma ilustra\u00e7\u00e3o de algo que sabemos por meio de outras fontes. A pr\u00f3pria imagem produz conhecimento e pode levantar novas quest\u00f5es e indaga\u00e7\u00f5es para a pesquisa hist\u00f3rica. No setor el\u00e9trico, a iconografia se torna particularmente importante porque estamos falando de uma <\/i> <i>hist\u00f3ria ligada<\/i> <i>profundamente \u00e0<\/i> <i>transforma\u00e7\u00e3o do<\/i> <i> territ\u00f3rio<\/i> <i>\u201d, explica<\/i> <i>.<\/i><\/p>\n<p>A especialista ressalta, por\u00e9m, que a fotografia n\u00e3o deve ser entendida como um registro puro e neutro da realidade. Para compreender uma imagem, \u00e9 necess\u00e1rio investigar sua origem, finalidade e contexto de produ\u00e7\u00e3o e cruzar os elementos observados com outras fontes documentais.<\/p>\n<p><i>\u201c\u00c9 justamente no cruzamento entre aquilo que a fotografia mostra e o que <\/i> <i>conseguimos apurar sobre sua origem, finalidade e contexto de produ\u00e7\u00e3o que ela amplia sua pot\u00eancia como fonte hist\u00f3rica\u201d, afirma.<\/i><\/p>\n<p>Na pesquisa iconogr\u00e1fica, para compreender as informa\u00e7\u00f5es presentes em uma imagem, o processo come\u00e7a com uma leitura atenta do que \u00e9 retratado, observand o a arquitetura, paisagens, equipamentos, estruturas, ve\u00edculos, entre outros fatores. A partir disso, as \u201cpistas\u201d encontradas s\u00e3o cruzadas com outras fotografias ou outras fontes documentais.<\/p>\n<p><i>\u201cNo setor el\u00e9trico, h\u00e1 uma particularidade interessante, mas muito comum: muitas estruturas s\u00e3o visualmente semelhantes. Uma subesta\u00e7\u00e3o, uma casa de for\u00e7a, determinados equipamentos podem levar facilmente \u00e0 uma identifica\u00e7\u00e3o equivocada quando analisados isoladamente, ou por vezes ficarmos sem respostas\/evid\u00eancias. Assim, procuramos sempre reconstruir uma \u2018rede de evid\u00eancias\u2019 ou um \u2018fio condutor\u2019: o que pode ser visto na fotografia, quando aquela estrutura foi constru\u00edda, quais empresas estavam envolvidas, quais equipamentos eram utilizados naquele per\u00edodo, como a paisagem se modificou, etc.\u201d<\/i>, completa a historiadora.<\/p>\n<h2><strong>Fotografias hist\u00f3ricas compondo exposi\u00e7\u00f5es virtuais<\/strong><\/h2>\n<p>O trabalho de preserva\u00e7\u00e3o, digitaliza\u00e7\u00e3o, tratamento e contextualiza\u00e7\u00e3o das imagens permite que registros produzidos em diferentes per\u00edodos sejam recuperados e disponibilizados ao p\u00fablico. Um dos principais desdobramentos desse processo s\u00e3o as exposi\u00e7\u00f5es virtuais da Mem\u00f3ria da Eletricidade na plataforma <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/partner\/memoriadaeletricidade\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>Google <\/u> <u>Arts<\/u> <u> &amp;<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/partner\/memoriadaeletricidade\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>Culture.<\/u><\/a><\/p>\n<p>A mais recente, lan\u00e7ada em julho de 2026, destaca a trajet\u00f3ria da usina flutuante Poraqu\u00ea, que, entre 1950 e 1991, foi respons\u00e1vel por levar energia a cidades de diferentes regi\u00f5es do Brasil que passavam por momentos de crise de abastecimento.<\/p>\n<p>A mostra, intitulada <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201c<\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>A<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u> u<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>sina <\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>f<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>lutuante que <\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>n<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/CQVhBQZmKgs6iA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>avegou o Brasil<\/u><\/a> \u201d, re\u00fane, al\u00e9m das fotografias hist\u00f3ricas, documentos, registros t\u00e9cnicos e conte\u00fados audiovisuais que ajudam a reconstruir a rota da embarca\u00e7\u00e3o desde sua origem, nos Estados Unidos, at\u00e9 a atua\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<div id=\"attachment_136589\" style=\"width: 794px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-136589\" class=\"size-full wp-image-136589\" src=\"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-03.jpg\" alt=\"\" width=\"784\" height=\"557\" srcset=\"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-03.jpg 784w, https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-03-300x213.jpg 300w, https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/img-03-768x546.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px\" \/><p id=\"caption-attachment-136589\" class=\"wp-caption-text\">Trajet\u00f3ria da usina flutuante Poraqu\u00ea virou exposi\u00e7\u00e3o virtual. Foto: Acervo Mem\u00f3ria da Eletricidade<\/p><\/div>\n<figure><figcaption><\/figcaption>Vanessa Baranda afirma que os caminhos para a constru\u00e7\u00e3o das exposi\u00e7\u00f5es muitas vezes s\u00e3o revelados durante a din\u00e2mica cotidiana do acervo, de atendimento a pesquisadores, de an\u00e1lise dos assuntos mais procurados e de incorpora\u00e7\u00e3o de novos conjuntos documentais. <i>\u201cFoi o que ocorreu com a documenta\u00e7\u00e3o de Poraqu\u00ea. O<\/i> <i>contato com o livro de bordo, com as fotografias e com a pesquisa hist\u00f3rica sobre a usina permitiu reunir diferentes fontes e construir a narrativa retratada\u201d.<\/i><\/figure>\n<p>J\u00e1 a primeira exposi\u00e7\u00e3o, publicada em julho de 2025, apresenta uma narrativa visual sobre a constru\u00e7\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica Alberto Torres, conhecida como Piabanha, criada para suprir a acentuada demanda de energia el\u00e9trica no in\u00edcio do s\u00e9culo XX no estado do Rio de Janeiro, em raz\u00e3o do processo de eletrifica\u00e7\u00e3o que estava em curso.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/TQWBvMUUpFJMag\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;Piabanha, um s\u00e9culo de hist\u00f3ria\u201d<\/a> foi fruto de uma doa\u00e7\u00e3o de 400 fotografias e um livro de registro ao acervo da Mem\u00f3ria da Eletricidade, realizada por Cesar Rabello Cotrim, neto de C\u00e9sar Rabello, engenheiro respons\u00e1vel pelo projeto e constru\u00e7\u00e3o da usina. Os documentos passaram por um processo de conserva\u00e7\u00e3o e digitaliza\u00e7\u00e3o realizado pela equipe at\u00e9 serem integrados \u00e0 mostra e ao acervo digital.<\/p>\n<p>Outras duas exposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o voltadas \u00e0 hist\u00f3ria do Rio de Janeiro. \u201c <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/ygXhANeSNROlRg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>A energia que<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/ygXhANeSNROlRg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>iluminou o cotidiano<\/u><\/a> \u201d, realizada em parceria com a Light, convida o visitante a relembrar o processo hist\u00f3rico de urbaniza\u00e7\u00e3o e eletrifica\u00e7\u00e3o da cidade, conduzido ao longo do s \u00e9c ulo XX. \u00c9 formada por fotografias raras de Augusto Malta, respons\u00e1vel pelos principais registros do per\u00edodo de moderniza\u00e7\u00e3o do Rio, presentes no acervo da concession\u00e1ria. Dividida em sete blocos, com 33 imagens ao todo, a mostra tra\u00e7a uma linha do tempo de 1880 a 1980, destacando como a reestrutura\u00e7\u00e3o e, consequentemente, a chegada da luz el\u00e9trica contribuiu para a transforma\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano, da mobilidade, da ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica e dom\u00e9stica e dos h\u00e1bitos culturais dos cariocas.<\/p>\n<p>Por fim, <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/iwXBLUOIVBrbXQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u201c<\/a> <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/iwXBLUOIVBrbXQ\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>A Exposi\u00e7\u00e3o Nacional de 1908<\/u><\/a> \u201d recupera imagens raras do evento que celebrou o centen\u00e1rio da Abertura dos Portos \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Amigas e buscava mostrar como o pa\u00eds estava desenvolvido nos ideais de civiliza\u00e7\u00e3o da \u00e9poca. Tamb\u00e9m com registros de Augusto Malta, a exposi\u00e7\u00e3o destaca os principais pavilh\u00f5es e pal\u00e1cios erguidos para a ocasi\u00e3o, como o Pal\u00e1cio dos Estados, Pal\u00e1cio das Ind\u00fastrias e as representa\u00e7\u00f5es estaduais, institucionais e culturais. A solenidade ocupou uma \u00e1rea de 182 mil m\u00b2 e recebeu, entre agosto e novembro de 1908, mais de 1 milh\u00e3o de visitantes. Esse tipo de celebra\u00e7\u00e3o era comum no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Os pa\u00edses as organizavam para divulgar seus respectivos progressos econ\u00f4micos, e o Brasil participou de algumas antes de promover a de 1908, como a de Londres (1867), Filad\u00e9lfia (1876) e Paris (1889).<\/p>\n<p>\u201cO que torna esse processo fascinante \u00e9, justamente, a possibilidade de aproximar da realidade cotidiana das pessoas uma hist\u00f3ria que, por vezes, parece extremamente t\u00e9cnica. Vivemos em um mundo onde a eletricidade \u00e9 t\u00e3o incorporada \u00e0s nossas vidas que raramente percebemos ou paramos para pensar na dimens\u00e3o hist\u00f3rica da infraestrutura que tornou isso poss\u00edvel. As exposi\u00e7\u00f5es virtuais ampliam a difus\u00e3o do nosso acervo e, ao mesmo tempo, refor\u00e7am que a hist\u00f3ria da eletricidade n\u00e3o se restringe apenas \u00e0 hist\u00f3ria de empresas, obras e equipamentos, mas tamb\u00e9m \u00e0 hist\u00f3ria de pessoas, territ\u00f3rios e suas transforma\u00e7\u00f5es\u201d, conclui Baranda.<\/p>\n<p>Acesse o <a href=\"https:\/\/memoriadaeletricidade.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>site da Mem\u00f3ria da Eletricidade<\/u><\/a> e conhe\u00e7a o <a href=\"https:\/\/memoriadaeletricidade.com.br\/acervo\/%40type\/CreativeArtwork\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>acervo iconogr\u00e1fico digital<\/u><\/a> <a href=\"https:\/\/memoriadaeletricidade.com.br\/acervo\/%40type\/CreativeArtwork\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">.<\/a><\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Ag\u00eancia Mem\u00f3ria da Eletricidade<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"No Dia Mundial da Fotografia e no Dia Nacional do Historiador, a Mem\u00f3ria da Eletricidade mostra como preserva\u00e7\u00e3o, pesquisa e contextualiza\u00e7\u00e3o transformam imagens em documentos hist\u00f3ricos e como","protected":false},"author":1,"featured_media":136434,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1680],"tags":[],"class_list":["post-136433","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agencia-memoria-da-eletricidade"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136433","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=136433"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136433\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":136590,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136433\/revisions\/136590"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/136434"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=136433"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=136433"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=136433"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}