{"id":134662,"date":"2026-08-03T10:31:38","date_gmt":"2026-08-03T13:31:38","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/?p=134662"},"modified":"2026-08-03T10:31:39","modified_gmt":"2026-08-03T13:31:39","slug":"projeto-caldeira-viabilidade-terras-raras-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-minera-brasil\/projeto-caldeira-viabilidade-terras-raras-brasil\/","title":{"rendered":"Meteoric confirma viabilidade do Projeto Caldeira e coloca o Brasil como player global na produ\u00e7\u00e3o de terras raras"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Definitive Feasibility Study confirma empreendimento com mais de 20 anos de vida \u00fatil, produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 12,5 mil toneladas anuais de \u00f3xidos de terras raras<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A australiana Meteoric Resources concluiu o <a href=\"https:\/\/wcsecure.weblink.com.au\/pdf\/MEI\/03116166.pdf\"><strong>Definitive Feasibility Study (DFS)<\/strong><\/a> do Projeto Caldeira, em Minas Gerais, etapa considerada decisiva para a implanta\u00e7\u00e3o de um dos maiores projetos de terras raras em argilas i\u00f4nicas fora da China. O estudo confirma a viabilidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica do empreendimento, amplia o n\u00edvel de detalhamento da engenharia, consolida as reservas minerais que sustentam o plano de lavra e refor\u00e7a os indicadores financeiros que dever\u00e3o embasar a decis\u00e3o final de investimento (FID) e a estrutura\u00e7\u00e3o do financiamento do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em rela\u00e7\u00e3o ao <strong>Pre-Feasibility Study (PFS)<\/strong>, divulgado em 2025, o estudo definitivo marca a transi\u00e7\u00e3o do projeto para uma fase de maior maturidade. Al\u00e9m de incorporar um volume significativamente maior de informa\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas, metal\u00fargicas e operacionais, o DFS atualiza par\u00e2metros de produ\u00e7\u00e3o, custos e investimentos com base em engenharia mais detalhada e campanhas adicionais de testes, reduzindo incertezas t\u00e9cnicas e oferecendo maior previsibilidade para a futura opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O plano de produ\u00e7\u00e3o passa a ser integralmente sustentado por reservas prov\u00e1veis e prev\u00ea uma opera\u00e7\u00e3o com vida \u00fatil inicial superior a duas d\u00e9cadas. Ao longo desse per\u00edodo, a expectativa \u00e9 produzir aproximadamente <strong>287 mil toneladas de \u00f3xidos de terras raras (REO)<\/strong>, incluindo cerca de <strong>88,8 mil toneladas de neod\u00edmio e praseod\u00edmio (NdPr)<\/strong> e quase <strong>3 mil toneladas de dispr\u00f3sio e t\u00e9rbio (DyTb)<\/strong>, elementos considerados cr\u00edticos para a fabrica\u00e7\u00e3o de \u00edm\u00e3s permanentes utilizados em ve\u00edculos el\u00e9tricos, turbinas e\u00f3licas, rob\u00f3tica, equipamentos eletr\u00f4nicos e aplica\u00e7\u00f5es de defesa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Engenharia mais detalhada reduz riscos do empreendimento<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das principais diferen\u00e7as entre o PFS e o DFS est\u00e1 no aprofundamento dos estudos t\u00e9cnicos que sustentam o projeto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos \u00faltimos anos, a Meteoric ampliou significativamente a base de informa\u00e7\u00f5es sobre o dep\u00f3sito mineral, realizando aproximadamente <strong>4.400 furos de sondagem<\/strong>, que totalizaram cerca de <strong>90 mil metros perfurados<\/strong>, al\u00e9m da an\u00e1lise de mais de <strong>55 mil amostras<\/strong>. Paralelamente, desenvolveu um extenso programa de testes metal\u00fargicos, incluindo ensaios laboratoriais, valida\u00e7\u00e3o de equipamentos industriais e seis meses de opera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de uma planta-piloto constru\u00edda especificamente para o Projeto Caldeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados desse trabalho permitiram otimizar o fluxograma de processamento, validar \u00edndices de recupera\u00e7\u00e3o dos elementos de terras raras e aumentar a precis\u00e3o das estimativas de capital e custos operacionais. O estudo informa que o projeto alcan\u00e7ou padr\u00e3o de estimativa <strong>AACE Classe 3<\/strong>, normalmente adotado em empreendimentos que se aproximam da fase de constru\u00e7\u00e3o, com margem de precis\u00e3o significativamente superior \u00e0 existente na etapa de pr\u00e9-viabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como resume a pr\u00f3pria apresenta\u00e7\u00e3o do estudo, em tradu\u00e7\u00e3o livre, <strong>&#8220;o elevado volume de testes e an\u00e1lises foi aplicado diretamente \u00e0 estrat\u00e9gia operacional e \u00e0s estimativas de custos&#8221;<\/strong>, evidenciando que o refinamento t\u00e9cnico obtido entre o PFS e o DFS serviu de base para a defini\u00e7\u00e3o do projeto final.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Reservas consolidadas ampliam a confian\u00e7a no plano de lavra<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro avan\u00e7o importante do estudo definitivo \u00e9 a consolida\u00e7\u00e3o das reservas minerais que sustentam o cronograma operacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O DFS informa recursos minerais superiores a <strong>1,6 bilh\u00e3o de toneladas<\/strong>, dos quais <strong>703 milh\u00f5es de toneladas<\/strong> est\u00e3o classificados como Medidos e Indicados. As reservas prov\u00e1veis somam <strong>151 milh\u00f5es de toneladas<\/strong>, com teor m\u00e9dio de <strong>3.524 partes por milh\u00e3o (ppm) de TREO<\/strong>, volume suficiente para sustentar integralmente o plano de produ\u00e7\u00e3o previsto para mais de 20 anos de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"557\" src=\"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Tamanho-Bluestudio-2026-08-03T081520.908.jpg\" alt=\"Projeto Caldeira da Meteoric Resources em Minas Gerais confirma viabilidade para produ\u00e7\u00e3o de terras raras no Brasil.\" class=\"wp-image-134668\" srcset=\"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Tamanho-Bluestudio-2026-08-03T081520.908.jpg 1000w, https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Tamanho-Bluestudio-2026-08-03T081520.908-300x167.jpg 300w, https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Tamanho-Bluestudio-2026-08-03T081520.908-768x428.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Projeto Caldeira da Meteoric Resources em Minas Gerais confirma viabilidade para produ\u00e7\u00e3o de terras raras no Brasil. Foto \/ Divulga\u00e7\u00e3o: Meteoric Resources \/ Reprodu\u00e7\u00e3o<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo tamb\u00e9m refor\u00e7a que apenas cerca de <strong>10% das licen\u00e7as miner\u00e1rias<\/strong> pertencentes ao projeto foram efetivamente exploradas at\u00e9 o momento, indicando potencial para expans\u00e3o futura dos recursos e eventual prolongamento da vida \u00fatil da mina.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da escala do dep\u00f3sito, o projeto re\u00fane caracter\u00edsticas operacionais que contribuem para sua competitividade. Entre elas est\u00e3o a baixa rela\u00e7\u00e3o est\u00e9ril\/min\u00e9rio, a possibilidade de lavra em material de escava\u00e7\u00e3o livre (&#8220;free dig&#8221;), o retorno do material processado \u00e0s cavas e a inexist\u00eancia de barragens convencionais de rejeitos, substitu\u00eddas pelo empilhamento a seco das argilas tratadas. Essas solu\u00e7\u00f5es reduzem tanto os custos operacionais quanto parte dos desafios ambientais normalmente associados a grandes projetos minerais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Revis\u00e3o do investimento acompanha amadurecimento da engenharia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se o DFS amplia a confian\u00e7a t\u00e9cnica no Projeto Caldeira, ele tamb\u00e9m atualiza um dos indicadores mais acompanhados pelo mercado: o investimento necess\u00e1rio para colocar a opera\u00e7\u00e3o em funcionamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo definitivo estima um <strong>CAPEX total de US$ 498,4 milh\u00f5es<\/strong>, incluindo conting\u00eancias, valor superior ao projetado no PFS. A diferen\u00e7a, entretanto, n\u00e3o decorre de mudan\u00e7as no conceito do empreendimento, mas do aprofundamento da engenharia e da incorpora\u00e7\u00e3o de investimentos que n\u00e3o estavam totalmente detalhados na etapa anterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os fatores apontados pela Meteoric est\u00e3o a inclus\u00e3o da capacidade de processamento integral do min\u00e9rio (&#8220;whole-of-ore&#8221;), a implanta\u00e7\u00e3o de um sistema de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para reduzir o consumo h\u00eddrico e atender \u00e0s exig\u00eancias ambientais, al\u00e9m da atualiza\u00e7\u00e3o cambial e inflacion\u00e1ria registrada desde o estudo preliminar. Segundo a empresa, somente esse \u00faltimo fator acrescentou aproximadamente <strong>US$ 73 milh\u00f5es<\/strong> ao or\u00e7amento do projeto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse tipo de revis\u00e3o \u00e9 considerado comum na evolu\u00e7\u00e3o de projetos minerais. Enquanto o PFS trabalha com premissas conceituais, o DFS incorpora projetos de engenharia mais detalhados, cota\u00e7\u00f5es de fornecedores, defini\u00e7\u00e3o de equipamentos, conting\u00eancias e planejamento executivo, produzindo estimativas mais pr\u00f3ximas da realidade de implanta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Indicadores financeiros seguem robustos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com a atualiza\u00e7\u00e3o do investimento inicial, o estudo definitivo mant\u00e9m indicadores econ\u00f4micos considerados competitivos para um projeto de minerais cr\u00edticos de longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No cen\u00e1rio baseado nos pre\u00e7os atuais de mercado (&#8220;spot&#8221;), o Projeto Caldeira apresenta <strong>Valor Presente L\u00edquido (NPV) p\u00f3s-impostos de US$ 847 milh\u00f5es<\/strong>, <strong>Taxa Interna de Retorno (IRR) de 24%<\/strong> e gera\u00e7\u00e3o acumulada de aproximadamente <strong>US$ 3,2 bilh\u00f5es em fluxo de caixa operacional<\/strong> durante a vida \u00fatil da mina. Considerando as proje\u00e7\u00f5es futuras de pre\u00e7os utilizadas pela empresa, o NPV sobe para <strong>US$ 2,72 bilh\u00f5es<\/strong>, enquanto a IRR alcan\u00e7a <strong>47%<\/strong>, reduzindo o prazo estimado de retorno do investimento de quatro para dois anos ap\u00f3s o in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os n\u00fameros refor\u00e7am a avalia\u00e7\u00e3o de que, apesar da revis\u00e3o do CAPEX, o empreendimento preserva uma rela\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel entre investimento, gera\u00e7\u00e3o de caixa e rentabilidade, especialmente diante da expectativa de crescimento da demanda global por elementos magn\u00e9ticos de terras raras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Baixo custo operacional permanece um diferencial competitivo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro aspecto preservado entre o PFS e o estudo definitivo \u00e9 a expectativa de opera\u00e7\u00e3o com custos relativamente baixos em compara\u00e7\u00e3o a outros projetos internacionais de terras raras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O DFS estima um custo operacional m\u00e9dio de <strong>US$ 11,68 por quilograma de TREO<\/strong> ao longo da vida \u00fatil da mina. J\u00e1 o custo l\u00edquido para produ\u00e7\u00e3o de neod\u00edmio e praseod\u00edmio, descontadas as receitas obtidas com os demais elementos comercializados, \u00e9 estimado em aproximadamente <strong>US$ 27 por quilograma<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maior parte da receita dever\u00e1 vir justamente dos chamados elementos magn\u00e9ticos. Segundo o estudo, cerca de <strong>96% da receita projetada<\/strong> ser\u00e1 proveniente da comercializa\u00e7\u00e3o de neod\u00edmio, praseod\u00edmio, t\u00e9rbio e dispr\u00f3sio, mat\u00e9rias-primas consideradas estrat\u00e9gicas para a fabrica\u00e7\u00e3o de \u00edm\u00e3s permanentes utilizados nas cadeias globais de ve\u00edculos el\u00e9tricos, gera\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica, rob\u00f3tica, eletr\u00f4nicos avan\u00e7ados e equipamentos de defesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, o processo de beneficiamento proposto utiliza lixivia\u00e7\u00e3o com sulfato de am\u00f4nio em temperatura e press\u00e3o ambiente, prev\u00ea reciclagem de aproximadamente <strong>85% da \u00e1gua<\/strong> e <strong>90% do reagente<\/strong>, al\u00e9m de eliminar a necessidade de barragens convencionais de rejeitos, fatores que contribuem tanto para a redu\u00e7\u00e3o dos custos quanto para o desempenho ambiental do empreendimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Financiamento e contratos de fornecimento ser\u00e3o os pr\u00f3ximos marcos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conclu\u00eddo o estudo definitivo, o foco da Meteoric passa a ser a viabiliza\u00e7\u00e3o financeira do Projeto Caldeira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A companhia informa manter memorandos de entendimento n\u00e3o vinculantes com a <strong>POSCO International<\/strong>, a <strong>Neo Performance Materials<\/strong> e a <strong>Ucore Rare Metals<\/strong> para futuros contratos de fornecimento de concentrado de terras raras. Paralelamente, negocia uma estrutura de financiamento que dever\u00e1 combinar recursos de ag\u00eancias de cr\u00e9dito \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, bancos e investidores estrat\u00e9gicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora esses entendimentos ainda n\u00e3o representem contratos definitivos, a conclus\u00e3o do DFS \u00e9 considerada uma etapa fundamental para avan\u00e7ar nas negocia\u00e7\u00f5es comerciais e financeiras que antecedem a decis\u00e3o final de investimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cronograma da empresa prev\u00ea a obten\u00e7\u00e3o da Licen\u00e7a de Instala\u00e7\u00e3o (LI) at\u00e9 o quarto trimestre de 2026. A partir da\u00ed, dever\u00e3o ser iniciadas as obras da planta de processamento, o desenvolvimento da mina e as etapas de comissionamento. Em paralelo, a Meteoric tamb\u00e9m avalia a implanta\u00e7\u00e3o, no Brasil, de instala\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 separa\u00e7\u00e3o dos elementos de terras raras, ampliando o valor agregado da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Projeto avan\u00e7a para uma nova etapa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A divulga\u00e7\u00e3o do Definitive Feasibility Study representa a principal evolu\u00e7\u00e3o do Projeto Caldeira desde a apresenta\u00e7\u00e3o do estudo de pr\u00e9-viabilidade. Se o PFS demonstrava o potencial econ\u00f4mico do dep\u00f3sito, o DFS consolida esse potencial com um n\u00edvel muito maior de detalhamento t\u00e9cnico, geol\u00f3gico e operacional, oferecendo maior previsibilidade sobre custos, cronograma e desempenho produtivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao mesmo tempo em que confirma a competitividade do empreendimento, o estudo evidencia o amadurecimento natural do projeto, refletido em estimativas de investimento mais precisas e em um plano de desenvolvimento respaldado por reservas minerais, testes industriais e engenharia detalhada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caso consiga converter as negocia\u00e7\u00f5es de financiamento e de fornecimento em contratos vinculantes e cumprir o cronograma regulat\u00f3rio previsto, a Meteoric poder\u00e1 posicionar o Projeto Caldeira entre os principais fornecedores ocidentais de terras raras provenientes de argilas i\u00f4nicas, fortalecendo a participa\u00e7\u00e3o do Brasil em uma cadeia produtiva considerada estrat\u00e9gica para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, a ind\u00fastria de alta tecnologia e os setores de defesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A\u00a0<strong>OESP\u00a0<\/strong>n\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da\u00a0<strong>OESP\u00a0<\/strong>e s\u00e3o de inteira responsabilidade da\u00a0<strong>Ag\u00eancia Minera Brasil<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Projeto Caldeira avan\u00e7a com estudo definitivo que confirma sua viabilidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica e fortalece o papel do Brasil no mercado de terras raras.","protected":false},"author":17,"featured_media":134669,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[351],"tags":[],"class_list":["post-134662","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agencia-minera-brasil"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134662","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=134662"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134662\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":134670,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134662\/revisions\/134670"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/134669"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=134662"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=134662"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=134662"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}