{"id":131428,"date":"2026-06-15T10:23:45","date_gmt":"2026-06-15T13:23:45","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/?p=131428"},"modified":"2026-06-15T10:23:46","modified_gmt":"2026-06-15T13:23:46","slug":"uranio-no-brasil-importacoes-combustivel-nuclear","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-minera-brasil\/uranio-no-brasil-importacoes-combustivel-nuclear\/","title":{"rendered":"O BRASIL TEM UR\u00c2NIO. POR QUE AINDA PRECISAMOS IMPORTAR?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Felipe Tavares&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <\/strong>Ge\u00f3logo especialista em ur\u00e2nio e estrategista de projetos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil fala h\u00e1 d\u00e9cadas sobre seu potencial uran\u00edfero. A frase \u00e9 verdadeira, mas incompleta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 recurso, conhecimento acumulado e prov\u00edncias conhecidas. H\u00e1 dom\u00ednio tecnol\u00f3gico relevante em etapas importantes do ciclo do combust\u00edvel nuclear. H\u00e1 demanda interna. H\u00e1 interesse internacional. H\u00e1 uma janela estrat\u00e9gica aberta pela transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, pela necessidade de energia firme e pela reorganiza\u00e7\u00e3o global das cadeias de minerais cr\u00edticos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas recurso n\u00e3o \u00e9 reserva, muito menos projeto. E projeto n\u00e3o \u00e9 produ\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A \u00faltima vers\u00e3o do Red Book, publicada em 2025 pela OECD\/NEA e pela AIEA, coloca o Brasil entre os pa\u00edses com maiores recursos uran\u00edferos reportados. Considerando recursos identificados in situ, o pa\u00eds aparece com cerca de 250 mil toneladas de ur\u00e2nio, equivalentes a aproximadamente 295 mil toneladas de U3O8.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 uma base geol\u00f3gica expressiva. Mas recurso in situ n\u00e3o \u00e9 min\u00e9rio lavr\u00e1vel, menos ainda projeto financi\u00e1vel, e n\u00e3o \u00e9 concentrado de ur\u00e2nio dispon\u00edvel para fabricar combust\u00edvel nuclear para as usinas de Angra.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Grande parte desse potencial foi descoberta ou delineada h\u00e1 d\u00e9cadas, principalmente entre os anos 1970 e 1980. Desde ent\u00e3o, o Brasil produziu apenas alguns milhares de toneladas de ur\u00e2nio. Segundo o Red Book, a produ\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica brasileira acumulada at\u00e9 o fim de 2022 foi de 4.329 toneladas de ur\u00e2nio, algo pr\u00f3ximo de 5.100 toneladas de U3O8.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para um pa\u00eds que reporta quase 300 mil toneladas de U3O8 em recursos identificados in situ, o contraste \u00e9 evidente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A compara\u00e7\u00e3o com a demanda interna torna o quadro ainda mais claro. Angra 1 requer cerca de 140 toneladas de ur\u00e2nio por ano. Angra 2 requer cerca de 246 toneladas por ano. Desde a entrada em opera\u00e7\u00e3o comercial de Angra 1, em 1985, e de Angra 2, em 2001, a demanda acumulada brasileira por ur\u00e2nio natural j\u00e1 passou da casa de 13 mil toneladas de U3O8.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A produ\u00e7\u00e3o nacional acumulada ficou muito abaixo disso. A diferen\u00e7a, da ordem de quase 8 mil toneladas de U3O8, precisou ser coberta por compras no mercado internacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse dado n\u00e3o deve ser lido como acusa\u00e7\u00e3o, mas como diagn\u00f3stico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil passou d\u00e9cadas sentado sobre recursos uran\u00edferos relevantes enquanto seguia dependendo do exterior para suprir parte importante de sua pr\u00f3pria cadeia nuclear. A baixa execu\u00e7\u00e3o do ur\u00e2nio brasileiro \u00e9 produto de uma arquitetura institucional que concentrou responsabilidades demais, abriu pouco espa\u00e7o para capital, anulou a competi\u00e7\u00e3o, limitou a press\u00e3o por performance, dificultou a integra\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria e deixou o setor preso entre ambi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica e baixa capacidade de entrega.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa diferen\u00e7a entre potencial e execu\u00e7\u00e3o \u00e9 o ponto central. O Brasil n\u00e3o carece apenas de uma nova mina. Carece de um caminho completo para transformar ocorr\u00eancia em dep\u00f3sito, dep\u00f3sito em projeto, recurso em reserva, projeto em opera\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o em cadeia de valor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse caminho come\u00e7a pela geologia. Poucas pessoas conhecem de fato as principais mineraliza\u00e7\u00f5es uran\u00edferas brasileiras. Menos ainda visitaram, estudaram e reconheceram seus sistemas mineralizantes e suas particularidades regionais. Falar de ur\u00e2nio no Brasil apenas por n\u00famero agregado de recurso \u00e9 insuficiente. Cada \u00e1rea tem sua geologia, mineralogia, teor, metalurgia, hidrogeologia, riscos radiol\u00f3gicos, condicionantes ambientais e l\u00f3gica econ\u00f4mica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ur\u00e2nio exige conhecimento t\u00e9cnico espec\u00edfico. Exige geologia, minera\u00e7\u00e3o, radioprote\u00e7\u00e3o, salvaguardas, licenciamento ambiental, licenciamento nuclear, rastreabilidade de material, governan\u00e7a estatal e estrat\u00e9gia de mercado. Exige tamb\u00e9m compreens\u00e3o da percep\u00e7\u00e3o p\u00fablica. A palavra ur\u00e2nio carrega um peso simb\u00f3lico que nenhum outro min\u00e9rio carrega da mesma forma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, o setor s\u00f3 avan\u00e7ar\u00e1 quando conseguir adotar as melhores pr\u00e1ticas do mercado. N\u00e3o basta ter recurso. Ser\u00e1 necess\u00e1rio apresentar projetos com dados robustos, estimativas confi\u00e1veis, estudos metal\u00fargicos consistentes, planos de lavra realistas, baseline ambiental e radiol\u00f3gico bem constru\u00eddo, fechamento de mina projetado desde o in\u00edcio, governan\u00e7a de riscos, transpar\u00eancia e engajamento qualificado com comunidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m ser\u00e1 necess\u00e1rio completar a arquitetura institucional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Lei 14.514\/2022 abriu caminho para a participa\u00e7\u00e3o privada em associa\u00e7\u00e3o com a INB. Mas a legisla\u00e7\u00e3o, sozinha, n\u00e3o resolve o problema. O pa\u00eds precisa de regula\u00e7\u00e3o coerente, completa e operacional. Precisa definir com clareza os pap\u00e9is de INB, ENBPar, MME, BNDES, ANM, CNEN\/ANSN, Ibama e demais \u00f3rg\u00e3os envolvidos. Precisa de regras previs\u00edveis para a INB realizar parcerias com o setor privado, precisa de clareza de procedimentos e garantias para quem reportar ocorr\u00eancias em direitos miner\u00e1rios de terceiros, para estruturas societ\u00e1rias, para comercializa\u00e7\u00e3o, para controle de material nuclear e para responsabilidades ambientais e radiol\u00f3gicas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ANM, apesar de central para a minera\u00e7\u00e3o brasileira, ainda aparece de forma perif\u00e9rica na arquitetura pr\u00e1tica da explora\u00e7\u00e3o e lavra de ur\u00e2nio. Esse \u00e9 um problema. O ur\u00e2nio tem especificidades nucleares evidentes, mas continua sendo tamb\u00e9m um projeto mineral. Hoje, o C\u00f3digo de Minera\u00e7\u00e3o \u00e9 lac\u00f4nico em rela\u00e7\u00e3o aos min\u00e9rios nucleares e ao seu regime de aproveitamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um ponto \u00e9 especialmente sens\u00edvel: a abertura ao setor privado precisa respeitar o direito de prioridade que estrutura a minera\u00e7\u00e3o brasileira. Se uma ocorr\u00eancia de ur\u00e2nio estiver em \u00e1rea j\u00e1 titulada para outra subst\u00e2ncia, o caminho deve passar pelo titular daquele direito miner\u00e1rio, com anu\u00eancia e colabora\u00e7\u00e3o com a INB. Sem isso, o ganho regulat\u00f3rio do ur\u00e2nio poderia produzir inseguran\u00e7a jur\u00eddica para todo o setor mineral.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem linguagem mineral moderna, sem crit\u00e9rios claros de pesquisa, sem padr\u00f5es de reporte, sem respeito ao direito de prioridade, sem seguran\u00e7a jur\u00eddica e sem integra\u00e7\u00e3o institucional, o setor continuar\u00e1 estagnado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Caetit\u00e9 mostra bem essa tens\u00e3o. O Brasil opera, mas opera abaixo da ambi\u00e7\u00e3o que declara. A capacidade nominal frequentemente citada para a unidade \u00e9 da ordem de 400 t U3O8 por ano. Na pr\u00e1tica, a produ\u00e7\u00e3o recente ficou distante dessa escala, ao redor de 100 t por ano. A frente de lavra atual, no corpo Engenho, tem limita\u00e7\u00f5es de teor, escala e efici\u00eancia econ\u00f4mica, sendo insuficiente para cobrir a demanda atual, que tende a crescer com Angra 3 e projetos futuros de SMRs e MMRs.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Santa Quit\u00e9ria simboliza outra dimens\u00e3o do mesmo problema. Trata-se de um projeto estrat\u00e9gico, associado a fosfato e ur\u00e2nio, com potencial para contribuir simultaneamente para fertilizantes, energia e seguran\u00e7a nacional. Mesmo assim, permanece h\u00e1 anos sem sair do papel. O caso mostra que o Brasil ainda tem dificuldade de transformar projetos estrat\u00e9gicos em decis\u00f5es p\u00fablicas proporcionais, tecnicamente robustas e socialmente legitimadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O momento atual \u00e9 diferente porque v\u00e1rias for\u00e7as est\u00e3o se encontrando ao mesmo tempo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A demanda por energia firme tende a crescer. A expans\u00e3o das renov\u00e1veis aumenta a import\u00e2ncia de fontes capazes de complementar o sistema com estabilidade. A eletrifica\u00e7\u00e3o da economia, a expans\u00e3o de data centers e a press\u00e3o por seguran\u00e7a energ\u00e9tica tornam o debate nuclear mais central. Ao mesmo tempo, minerais estrat\u00e9gicos est\u00e3o no tabuleiro da geopol\u00edtica. Fertilizantes, ur\u00e2nio, terras raras, l\u00edtio, cobre e outros recursos deixaram de ser apenas temas setoriais, para se tornarem temas de resili\u00eancia nacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil precisa decidir se quer apenas continuar dizendo que tem ur\u00e2nio ou se quer construir um setor mineiro-nuclear real.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Construir esse setor exige mobiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica setorial, institui\u00e7\u00f5es funcionais, regula\u00e7\u00e3o clara, licenciamento rigoroso, abertura respons\u00e1vel ao capital privado, compet\u00eancia t\u00e9cnica e melhores pr\u00e1ticas de mercado. Exige tamb\u00e9m honestidade p\u00fablica. A sociedade precisa entender o que \u00e9 risco radiol\u00f3gico, o que \u00e9 monitor\u00e1vel, o que \u00e9 regul\u00e1vel e o que \u00e9 mito. Comunidades precisam ser tratadas com respeito, informa\u00e7\u00e3o e garantias. Projetos precisam nascer com fechamento de mina, redu\u00e7\u00e3o de danos, transpar\u00eancia e responsabilidade com comunidades e territ\u00f3rios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ur\u00e2nio brasileiro n\u00e3o ser\u00e1 destravado apenas por decreto. Tampouco ser\u00e1 destravado apenas por interesse de mercado. Ele exigir\u00e1 estrat\u00e9gia. Para saber quais recursos merecem prioridade, para atrair capital e tecnologia sem perder controle p\u00fablico sobre material nuclear, para integrar minera\u00e7\u00e3o, ciclo do combust\u00edvel, energia, territ\u00f3rio e desenvolvimento regional de forma respons\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estrat\u00e9gia para transformar recurso geol\u00f3gico em projeto execut\u00e1vel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil tem ur\u00e2nio. Precisamos desenvolver a capacidade de transformar esse potencial em produ\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel e competitiva. Sem isso, continuaremos ricos em recurso e pobres em execu\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A\u00a0<strong>OESP\u00a0<\/strong>n\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da\u00a0<strong>OESP\u00a0<\/strong>e s\u00e3o de inteira responsabilidade da\u00a0<strong>Ag\u00eancia Minera Brasil<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Apesar das grandes reservas de ur\u00e2nio, o Brasil ainda importa parte do combust\u00edvel nuclear. 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