{"id":130098,"date":"2026-05-25T18:57:00","date_gmt":"2026-05-25T21:57:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/prnewswire\/levantamento-inedito-da-teva-brasil-revela-que-27-milhoes-de-brasileiros-podem-conviver-com-enxaqueca-sem-diagnostico\/"},"modified":"2026-05-25T18:57:00","modified_gmt":"2026-05-25T21:57:00","slug":"levantamento-inedito-da-teva-brasil-revela-que-27-milhoes-de-brasileiros-podem-conviver-com-enxaqueca-sem-diagnostico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/prnewswire\/levantamento-inedito-da-teva-brasil-revela-que-27-milhoes-de-brasileiros-podem-conviver-com-enxaqueca-sem-diagnostico\/","title":{"rendered":"Levantamento in\u00e9dito da Teva Brasil revela que 27 milh\u00f5es de brasileiros podem conviver com enxaqueca sem diagn\u00f3stico"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"xn-content\">\n<p class=\"prntac\"><i>Estudo aponta que para cada pessoa diagnosticada com a doen\u00e7a no pa\u00eds h\u00e1 mais 1,2 brasileiro que convive com dores de cabe\u00e7a intensas sem um diagn\u00f3stico m\u00e9dico e, consequentemente, sem um acompanhamento adequado de sa\u00fade\u00b9<\/i><\/p>\n<p><span class=\"legendSpanClass\">S\u00c3O PAULO<\/span>, <span class=\"legendSpanClass\">25 de maio de 2026<\/span> \/PRNewswire\/ &#8212; O Brasil tem, hoje, 23 milh\u00f5es de pessoas diagnosticadas com enxaqueca. Mais alarmante, outros 27 milh\u00f5es de brasileiros podem conviver com a doen\u00e7a, mas n\u00e3o possuem diagn\u00f3stico m\u00e9dico. O dado comp\u00f5e o levantamento <b>Radar da Enxaqueca no Brasil<\/b>, uma pesquisa in\u00e9dita da farmac\u00eautica Teva Brasil com o apoio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cefaleia em Salvas e Enxaqueca (ABRACES) e coordena\u00e7\u00e3o da consultoria Imagem Corporativa, que avalia a preval\u00eancia de sintomas de enxaqueca, estima a propor\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos que n\u00e3o t\u00eam diagn\u00f3stico no pa\u00eds e mede o n\u00edvel de impacto que essa condi\u00e7\u00e3o tem na vida pessoal e profissional dos pacientes.<\/p>\n<p>A Enxaqueca \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica que exige tratamento cont\u00ednuo e acompanhamento de um neurologista, mas essa n\u00e3o \u00e9 a realidade de boa parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira que constantemente lida com estigmas e se automedica como meio de controlar as crises. Segundo a pesquisa, em uma escala de zero a dez &#8211; na qual zero significa sem dor e dez, muita dor -, cerca de 35% dos pacientes diagnosticados relatam sentir &#8220;a pior dor que podem imaginar&#8221;. Na subnotifica\u00e7\u00e3o essa taxa corresponde a 26%. Na escala, a intensidade da dor \u00e9 de 5,9 em m\u00e9dia e as crises duram cerca de 15 horas. Os impactos no trabalho, rotinas dom\u00e9sticas e estudos s\u00e3o amplamente percebidos durante os epis\u00f3dios.<\/p>\n<p><b>As mulheres s\u00e3o maioria entre os indiv\u00edduos com diagn\u00f3stico de enxaqueca (75%), e representam uma popula\u00e7\u00e3o quase tr\u00eas vezes maior do que a de homens. No grupo com sintomas, mas sem diagn\u00f3stico, elas seguem predominantes (63%)<\/b>, por\u00e9m h\u00e1 um <b>aumento proporcional da participa\u00e7\u00e3o masculina<\/b>, que passa de <b>25% entre os diagnosticados para 37% entre os subdiagnosticados<\/b>, indicando o sub-reconhecimento da doen\u00e7a entre os homens. Entre os que apresentam sintomas da doen\u00e7a, mas sem diagn\u00f3stico, 56% t\u00eam at\u00e9 39 anos. <\/p>\n<div class=\"PRN_ImbeddedAssetReference\" id=\"DivAssetPlaceHolder2329\">\n<a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987328\/Teva1.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987328\/Teva1.jpg\" title=\"\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<p>&#8220;A enxaqueca afeta desproporcionalmente as mulheres, em grande parte devido \u00e0s varia\u00e7\u00f5es hormonais ao longo da vida f\u00e9rtil. As oscila\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis de estrog\u00eanio influenciam a atividade cerebral e a sensibilidade dos vasos sangu\u00edneos, tornando as crises mais frequentes e intensas. Al\u00e9m dos fatores biol\u00f3gicos, aspectos como estresse, sobrecarga mental e menor tempo de descanso tamb\u00e9m contribuem para o aumento dos epis\u00f3dios&#8221;, pontua o Dr. Mario Peres, Presidente da ABRACES.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m avaliou a popula\u00e7\u00e3o por classe social e identificou que mais de 80% da amostragem de n\u00e3o diagnosticados pertence as classes<b> C, D e E, sendo que 35% recebem at\u00e9 1 sal\u00e1rio-m\u00ednimo (R$ 1.518,00, valor vigente em 2025)<\/b> e outros 29% t\u00eam renda de at\u00e9 dois sal\u00e1rios-m\u00ednimos.<\/p>\n<p>Quando separados por sexo, renda familiar e grupos \u00e9tnicos, a incapacita\u00e7\u00e3o \u00e9 maior entre os homens, entre os mais velhos, entre os que t\u00eam renda familiar de at\u00e9 dois sal\u00e1rios-m\u00ednimos e pessoas negras.<\/p>\n<p>Ao analisar as regi\u00f5es do Brasil, o Radar da Enxaqueca identificou que a falta de diagn\u00f3stico \u00e9 maior no Nordeste (35%). A regi\u00e3o Sudeste concentra a maior propor\u00e7\u00e3o de pessoas com diagn\u00f3stico de enxaqueca (45%), ligeiramente acima da m\u00e9dia no pa\u00eds (43%). &#8220;A regi\u00e3o Nordeste est\u00e1 9 pontos acima da m\u00e9dia nacional entre pessoas sem a confirma\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, que \u00e9 de 26%. Esse dado pode revelar, por exemplo, problemas associados \u00e0 falta de estrutura e o acesso limitado aos servi\u00e7os de sa\u00fade ou at\u00e9 mesmo m\u00e9dicos especialistas, o que dificulta o diagn\u00f3stico e o registro adequado dos casos&#8221;, afirma Ot\u00e1vio Franco, membro da ABRACES.<\/p>\n<p>&#8220;A pesquisa revela barreiras e desigualdades socioecon\u00f4micas na viv\u00eancia do preconceito e na estigmatiza\u00e7\u00e3o de quem convive com a enxaqueca. \u00c9 fundamental ampliar as a\u00e7\u00f5es voltadas ao acesso ao diagn\u00f3stico e tratamento, especialmente no Nordeste e entre popula\u00e7\u00f5es negras, com menor escolaridade e renda, onde h\u00e1 alta depend\u00eancia do SUS durante os epis\u00f3dios de crise. O fortalecimento das pol\u00edticas p\u00fablicas, a capacita\u00e7\u00e3o cont\u00ednua dos profissionais com a amplia\u00e7\u00e3o do acesso a exames diagn\u00f3sticos, al\u00e9m de acesso aos melhores tratamentos s\u00e3o medidas essenciais para garantir informa\u00e7\u00f5es mais precisas e aprimorar o cuidado aos pacientes&#8221;, declara Roberto Rocha, Gerente Geral da Teva no Brasil.<\/p>\n<p><b>Impactos de uma doen\u00e7a cr\u00f4nica<\/b><\/p>\n<p>O levantamento tamb\u00e9m estimou, junto \u00e0s pessoas que afirmam ter diagn\u00f3stico de enxaqueca, o n\u00edvel de impacto que essa condi\u00e7\u00e3o tem na vida pessoal e profissional, al\u00e9m de eventuais situa\u00e7\u00f5es de preconceito vividas em diferentes esferas. Mais de <b>60% percebem uma queda frequente de produtividade no trabalho ou nos estudos<\/b> devido a intensidade da dor e t\u00eam medo de repres\u00e1lias no trabalho. Cerca de <b>64% dessa amostra \u00e9 composta por homens<\/b> e 73% dessa popula\u00e7\u00e3o pertence ao grupo com idade entre 30 anos e 39 anos.<\/p>\n<p>A queda da produtividade dom\u00e9stica \u00e9 mais sentida pelas mulheres e pessoas de 50 anos a 55 anos, j\u00e1 a profissional \u00e9 mais sentida por homens com idade entre 30 anos e 39 anos. <\/p>\n<div class=\"PRN_ImbeddedAssetReference\" id=\"DivAssetPlaceHolder5396\">\n<a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987329\/Teva2.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987329\/Teva2.jpg\" title=\"\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<p>Seguindo a escala MIDAS, um instrumento desenvolvido para avaliar o n\u00edvel de intensidade da enxaqueca, foi solicitado aos respondentes que indicassem por quantos dias nos \u00faltimos tr\u00eas meses eles sentiram suas vidas impactadas em diferentes situa\u00e7\u00f5es por conta das dores de cabe\u00e7a. Cerca de 80% dos participantes com o diagn\u00f3stico de enxaqueca dizem que se sentem menos produtivos por at\u00e9 cinco dias para atividades dom\u00e9sticas e quase 100% afirmam ter um impacto em sua rotina de trabalho e estudo. Quase a totalidade da amostra declarou que perdeu eventos familiares, sociais e de lazer, e quase o mesmo volume confirmou faltas no trabalho, escola ou faculdade.<\/p>\n<div class=\"PRN_ImbeddedAssetReference\" id=\"DivAssetPlaceHolder3089\">\n<a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987330\/Teva3.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987330\/Teva3.jpg\" title=\"\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<p>Para Ot\u00e1vio Franco, a enxaqueca ainda precisa ser vista n\u00e3o s\u00f3 como uma simples dor de cabe\u00e7a, mas como uma doen\u00e7a complexa que pode at\u00e9 ser incapacitante e, para isso, a informa\u00e7\u00e3o ainda precisa ser propagada. &#8220;Os resultados mostram que a enxaqueca ainda carrega estigmas sociais importantes, com medo de repres\u00e1lias ou isolamento. Esses impactos variam conforme g\u00eanero, renda e cor autodeclarada. Investir em programas de conscientiza\u00e7\u00e3o voltados a popula\u00e7\u00e3o em geral, incluindo gestores e familiares sobre o potencial incapacitante da doen\u00e7a, aliado \u00e0 informa\u00e7\u00e3o sobre tratamentos preventivos, \u00e9 essencial para reduzir o impacto da enxaqueca na vida profissional, familiar e social.&#8221;<\/p>\n<p>O sentimento de incompreens\u00e3o por familiares \u00e9 outro ponto referido por quem convive com a enxaqueca, assim como a sensa\u00e7\u00e3o de isolamento e inadequa\u00e7\u00e3o tanto no trabalho quanto na vida pessoal tamb\u00e9m s\u00e3o amplamente evidenciados, o que destaca o impacto da enxaqueca no dia a dia de quem convive com a doen\u00e7a e as barreiras com as quais os brasileiros ainda precisam lidar nas esferas da sa\u00fade e do trabalho.<\/p>\n<p>O medo \u00e9 muito referenciado pelos pacientes (36%), que afirmam que &#8220;frequentemente&#8221; ou &#8220;sempre&#8221; continuam trabalhando mesmo com dor, pois o medo de repres\u00e1lias \u00e9 a principal situa\u00e7\u00e3o cotidiana referidas pelos portadores de enxaqueca no ambiente de trabalho.<\/p>\n<div class=\"PRN_ImbeddedAssetReference\" id=\"DivAssetPlaceHolder3653\">\n<a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987331\/Teva4.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987331\/Teva4.jpg\" title=\"\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<p>Embora a enxaqueca tenha impactos profundos na qualidade de vida, 70% dos portadores da doen\u00e7a entrevistados na pesquisa dizem que n\u00e3o fazem acompanhamento m\u00e9dico. Quando perguntados sobre como acessam cuidados, 35% dos que n\u00e3o fazem acompanhamento dizem procuram o servi\u00e7o p\u00fablico de sa\u00fade quando est\u00e3o em crise e 11% recorrem a m\u00e9dicos do plano de sa\u00fade. Cerca de 69% dos portadores de enxaqueca n\u00e3o fazem acompanhamento m\u00e9dico, as pessoas negras representam o maior volume destes pacientes, mais de 30%.<\/p>\n<p>&#8220;O abandono do tratamento reflete desigualdades estruturais da sociedade. Quest\u00f5es como classe social e ra\u00e7a evidenciam a necessidade de ampliar campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o, garantir acesso equitativo aos cuidados m\u00e9dicos e promover mais informa\u00e7\u00e3o, inclusive entre empregadores&#8221;, avalia Ot\u00e1vio.<\/p>\n<p>Quando perguntados sobre barreiras para o tratamento preventivo, a falta de informa\u00e7\u00e3o e o medo de efeitos colaterais tamb\u00e9m se destacam. Mais de 40% daqueles que t\u00eam enxaqueca fazem apenas o tratamento agudo. A aus\u00eancia de acompanhamento m\u00e9dico para esta que \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica torna-se evidente quando identificamos que 64% dos pacientes tomam medicamentos sem receita.<\/p>\n<p>A maior parte dos entrevistados com diagn\u00f3stico de enxaqueca n\u00e3o segue dieta ou controla a alimenta\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o faz uma rotina e exerc\u00edcios em fun\u00e7\u00e3o da enxaqueca. A pesquisa mostra que entre esses pacientes, os \u00edndices de incapacita\u00e7\u00e3o s\u00e3o maiores entre os p\u00fablicos com 50 anos e 55 anos e os mais jovens (18 anos a 29 anos), esses grupos se destacam entre a incapacita\u00e7\u00e3o severa e m\u00e9dia, respectivamente. <\/p>\n<p>&#8220;O estudo evidencia a import\u00e2ncia de ampliar a dissemina\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre os sintomas da enxaqueca, especialmente entre homens, jovens e pessoas de menor renda, para estimular a busca pelo diagn\u00f3stico e o acompanhamento m\u00e9dico, fundamentais para evitar a piora dos sintomas durante as crises. Entre os j\u00e1 diagnosticados, \u00e9 essencial fortalecer o acesso \u00e0 classe m\u00e9dica, para que conhe\u00e7am e indiquem os tratamentos preventivos dispon\u00edveis, contribuindo para o controle da doen\u00e7a e a melhora da qualidade de vida dos pacientes&#8221;, refor\u00e7a Dr. Mario Peres.<\/p>\n<p><b>NOTA METODOL\u00d3GICA<\/b><\/p>\n<p>O estudo &#8220;Radar Sobre Enxaqueca no Brasil&#8221;, desenvolvido e coordenado pela consultoria Imagem Corporativa a pedido da farmac\u00eautica Teva, foi dividida em dois m\u00f3dulos.<\/p>\n<p>O primeiro m\u00f3dulo consistiu em pesquisa quantitativa de abrang\u00eancia nacional realizado entre os dias 5 e 9 de junho de 2025, pela Ipsos-Ipec a pedido da Imagem Corporativa, com o objetivo de identificar a incid\u00eancia de pessoas com enxaqueca no Brasil e a subnotifica\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A amostra \u00e9 representativa da popula\u00e7\u00e3o brasileira com 16 anos ou mais. Foram realizadas 2.000 entrevistas em 132 munic\u00edpios, segundo cotas de sexo, idade, regi\u00e3o, escolaridade, cor autodeclarada e ramos de atividade conforme dados do CENSO2022 e PNADC 2023.<\/p>\n<p>A margem de erro \u00e9 de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com n\u00edvel de confian\u00e7a de 95%, sobre os resultados encontrados no total da amostra.<\/p>\n<p>O segundo m\u00f3dulo do estudo tamb\u00e9m \u00e9 composto por uma pesquisa quantitativa, com o universo de brasileiros adultos (18 anos ou mais) mas apenas dos que j\u00e1 t\u00eam o diagn\u00f3stico formal de enxaqueca.<\/p>\n<p>A abordagem foi online por meio de painel representativo do Instituto de Pesquisas Qualibest. Foram realizadas 408 entrevistas entre os dias 23 e 29 de junho de 2025. A margem de erro \u00e9 de 5 pontos percentuais para mais ou para menos, com n\u00edvel de confian\u00e7a de 95%.<\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p><sup>1 <\/sup>CGRP Forum. <i>Migraine in Brazil: Fast Facts<\/i>. [S.l.]: CGRP Forum, 2025. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.cgrpforum.org\/wp-content\/uploads\/Migraine-fast-facts-BRAZIL.pdf?utm_source=chatgpt.com\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">https:\/\/www.cgrpforum.org\/wp-content\/uploads\/Migraine-fast-facts-BRAZIL.pdf<\/a>. Acesso em: 27\/01\/2026.<\/p>\n<p><b>Sobre a Teva <\/b><\/p>\n<p>A Teva Pharmaceutical Industries Ltd. (NYSE e TASE: TEVA) vem desenvolvendo e produzindo medicamentos para melhorar a vida das pessoas h\u00e1 mais de um s\u00e9culo. Somos l\u00edderes globais em medicamentos gen\u00e9ricos e especializados, com um portf\u00f3lio composto por mais de 35.000 produtos em quase todas as \u00e1reas terap\u00eauticas. Cerca de 200 milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo utilizam um medicamento da Teva todos os dias, e s\u00e3o atendidas por uma das maiores e mais complexas cadeias de suprimentos do setor farmac\u00eautico. Juntamente com nossa presen\u00e7a estabelecida em gen\u00e9ricos, temos pesquisas e opera\u00e7\u00f5es inovadoras significativas que apoiam nosso crescente portf\u00f3lio de produtos biofarmac\u00eauticos e especializados. <\/p>\n<p><b>Sobre a Teva Brasil <\/b><\/p>\n<p>No Brasil desde 2006, a Teva oferece um portf\u00f3lio diversificado de tratamentos, com destaque para especialidades como sistema nervoso central, doen\u00e7as raras, oncologia e hematologia. As pessoas est\u00e3o no centro de tudo o que a empresa faz, com iniciativas voltadas ao cuidado humanizado de pacientes, al\u00e9m de a\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas de apoio e capacita\u00e7\u00e3o dos seus colaboradores. <\/p>\n<p>Saiba mais em <a href=\"https:\/\/www.tevabrasil.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">www.tevabrasil.com.br<\/a>. <\/p>\n<p><b>SOBRE A ABRACES<\/b><\/p>\n<p>Fundada em 2006, a ABRACES \u00e9 uma entidade civil, sem fins lucrativos, dedicada a melhoria da qualidade de vida dos que sofrem com cefaleias. Somos uma Associa\u00e7\u00e3o formada por pacientes e profissionais de sa\u00fade que atuam para promover conscientiza\u00e7\u00e3o do impacto pessoal, profissional e socioecon\u00f4mico causado pelas cefaleias em salvas e enxaqueca, educa\u00e7\u00e3o de paciente para melhor controlar as dores de cabe\u00e7a e lutar por melhores pol\u00edticas p\u00fablicas e direitos a quem convive com essas cefaleias.<\/p>\n<p>Dores de cabe\u00e7a s\u00e3o uma das principais causas de incapacidade, falta ao trabalho, e perda da qualidade de vida. Cefaleia tensional e enxaqueca s\u00e3o as duas doen\u00e7as neurol\u00f3gicas mais prevalentes no mundo, na frente do AVC, Alzheimer e Parkinson. Apesar do enorme impacto, cefaleias recebem pouqu\u00edssima aten\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas de sa\u00fade.<\/p>\n<p>A ABRACES defende o acesso a sa\u00fade dos que sofrem com cefaleias. Acreditamos que os que tem cefaleias precisam saber o que tem. A partir disto, sabendo o seu diagn\u00f3stico, que possam ter acesso ao tratamento, e que este tratamento seja adequado e resolutivo, e o impacto da doen\u00e7a seja reduzido. Todos precisam estar engajados para que essa cadeia de desafios tenha sucesso.<\/p>\n<p>A medicina avan\u00e7a a cada ano, novas descobertas s\u00e3o divulgadas, novos tratamentos surgem. A ABRACES \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o independente que se compromete com a melhor e mais justa implementa\u00e7\u00e3o de novos tratamentos e o melhor manejo dos recursos. Para isso, articulamos com entidades de v\u00e1rios segmentos da sociedade, ag\u00eancias reguladoras, empresas, associa\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, poder p\u00fablico, lutando sempre pelo ator principal da cena, o cidad\u00e3o que sofre na pele com o problema.<\/p>\n<p>Nada mais importante que materializar este nosso compromisso pautado em regras bem definidas, estruturando o nosso c\u00f3digo de conduta, ratificando o nosso respeito ao mais alto teor \u00e9tico, de transpar\u00eancia e independ\u00eancia, para que permane\u00e7a a legitimidade e longevidade desta causa nobre.<\/p>\n<p>Foto &#8211; <a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987328\/Teva1.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987328\/Teva1.jpg<\/a><\/p>\n<p>Foto &#8211; <a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987329\/Teva2.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987329\/Teva2.jpg<\/a><\/p>\n<p>Foto &#8211; <a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987330\/Teva3.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987330\/Teva3.jpg<\/a><\/p>\n<p>Foto &#8211; <a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987331\/Teva4.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2987331\/Teva4.jpg<\/a><\/p>\n<div class=\"PRN_ImbeddedAssetReference\" id=\"DivAssetPlaceHolder0\"><\/div>\n<p id=\"PURL\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Cision\" width=\"12\" height=\"12\" alt=\"Cision\" src=\"https:\/\/edge.prnewswire.com\/c\/img\/favicon.png?sn=PT67371&amp;sd=2026-05-25\" \/> View original content to download multimedia:<a id=\"PRNURL\" rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/www.prnewswire.com\/br\/comunicados-para-a-imprensa\/levantamento-inedito-da-teva-brasil-revela-que-27-milhoes-de-brasileiros-podem-conviver-com-enxaqueca-sem-diagnostico-302781335.html\" target=\"_blank\">https:\/\/www.prnewswire.com\/br\/comunicados-para-a-imprensa\/levantamento-inedito-da-teva-brasil-revela-que-27-milhoes-de-brasileiros-podem-conviver-com-enxaqueca-sem-diagnostico-302781335.html<\/a><\/p>\n<p>FONTE Teva Brasil<\/p>\n<\/div>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/rt.prnewswire.com\/rt.gif?NewsItemId=PT67371&amp;Transmission_Id=202605251756PR_NEWS_LATAM____PT67371&amp;DateId=20260525\" style=\"border:0px;width:1px;height:1px\" \/><\/p>\n<p><strong>T\u00f3picos Relacionados:<\/strong> Pesquisa, Enquetes e Estudos, Produtos Farmac\u00eauticos, M\u00e9dico \/ Farmac\u00eautico, Sa\u00fade\/Hospitais<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>PR Newswire Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Estudo aponta que para cada pessoa diagnosticada com a doen\u00e7a no pa\u00eds h\u00e1 mais 1,2 brasileiro que convive com dores de cabe\u00e7a intensas sem um diagn\u00f3stico m\u00e9dico e, consequentemente, sem um","protected":false},"author":1,"featured_media":130099,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[27],"tags":[9987,9988,9986,9989],"class_list":["post-130098","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-prnewswire","tag-2-brasileiro-que-convive-com-dores-de-cabeca-intensas-sem-um-diagnostico-medico-e","tag-consequentemente","tag-estudo-aponta-que-para-cada-pessoa-diagnosticada-com-a-doenca-no-pais-ha-mais-1","tag-sem-um-acompanhamento-adequado-de-saude"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/130098","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=130098"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/130098\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/130099"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=130098"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=130098"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=130098"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}