{"id":126890,"date":"2026-03-31T16:45:00","date_gmt":"2026-03-31T19:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-memoria-da-eletricidade\/exposicao-sobre-urbanizacao-e-eletrificacao-do-rio-reacende-debate-dos-impactos-na-cidade\/"},"modified":"2026-03-31T16:45:00","modified_gmt":"2026-03-31T19:45:00","slug":"exposicao-sobre-urbanizacao-e-eletrificacao-do-rio-reacende-debate-dos-impactos-na-cidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/agencia-memoria-da-eletricidade\/exposicao-sobre-urbanizacao-e-eletrificacao-do-rio-reacende-debate-dos-impactos-na-cidade\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o sobre urbaniza\u00e7\u00e3o e eletrifica\u00e7\u00e3o do Rio reacende debate dos impactos na cidade"},"content":{"rendered":"<p><i>Mostra da Mem\u00f3ria da Eletricidade, em parceria com a Light, conta a hist\u00f3ria do processo; historiador detalha as medidas<\/i><\/p>\n<p>A Mem\u00f3ria da\u00a0Eletricidade disponibiliza, desde o final de fevereiro, na plataforma Google\u00a0 Arts \u00a0&amp;\u00a0Culture, a sua terceira exposi\u00e7\u00e3o virtual: \u201cA energia que iluminou o cotidiano: imagens e mem\u00f3rias do Rio de Janeiro\u201d, que rememora o processo de urbaniza\u00e7\u00e3o e eletrifica\u00e7\u00e3o da cidade desenvolvido ao longo do s\u00e9culo XX. Ao revisitar esse percurso hist\u00f3rico, surgiu a necessidade de compreender como os\u00a0acontecimentos\u00a0se desenrolaram\u00a0e\u00a0os detalhes\u00a0de\u00a0cada etapa.<\/p>\n<p>Dividida em sete blocos, com 33 imagens ao todo, a mostra, organizada em parceria com a Light, tra\u00e7a uma linha do tempo de 1880 a 1980,\u00a0destacando\u00a0como a reestrutura\u00e7\u00e3o e, consequentemente, a chegada da luz el\u00e9trica contribuiu para a transforma\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano, da mobilidade, da ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica e dom\u00e9stica e dos h\u00e1bitos culturais dos cariocas. Uma das interven\u00e7\u00f5es mais marcantes foi a Reforma Pereira Passos (1903-1906), realizada no Centro da cidade, que, com objetivo de tornar o Rio uma \u201cParis Tropical\u201d, abriu a\u00a0avenida Central (atual Rio Branco),\u00a0alargou ruas,\u00a0demoliu os antigos\u00a0corti\u00e7os\u00a0e construiu\u00a0edif\u00edcios.<\/p>\n<p>A partir disso, a equipe conversou com Marcus\u00a0 Dezemone, doutor em\u00a0Hist\u00f3ria e professor de\u00a0Hist\u00f3ria do Brasil\u00a0Republicano na Universidade Federal Fluminense (UFF) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro\u00a0(UERJ).\u00a0O\u00a0pesquisador detalhou como a urbaniza\u00e7\u00e3o foi conduzida, o papel da eletrifica\u00e7\u00e3o e os impactos gerados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, em especial\u00a0o\u00a0processo de faveliza\u00e7\u00e3o. Leia a entrevista completa:<\/p>\n<p><b>ME: Como foi conduzido o processo de urbaniza\u00e7\u00e3o no RJ no in\u00edcio do s\u00e9culo XX?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>MD<\/b>:\u00a0No in\u00edcio do s\u00e9culo passado, a cidade do Rio ainda conservava tra\u00e7os muito fortes do per\u00edodo colonial, e tinha uma imagem tanto quanto negativa quando comparada a outras capitais da Am\u00e9rica do Sul. A partir\u00a0disso, foi\u00a0durante a administra\u00e7\u00e3o\u00a0do\u00a0presidente Rodrigues Alves [1902] que se come\u00e7a a buscar mudar essa vis\u00e3o. Ele nomeia \u00e0 prefeitura da capital o engenheiro Pereira Passos (1836\u2013 1913) e coloca \u00e0 frente de um amplo programa de reformas vinculadas \u00e0 dimens\u00e3o\u00a0da sa\u00fade\u00a0o\u00a0m\u00e9dico sanitarista\u00a0Oswaldo\u00a0Cruz (1872\u20131917).<\/p>\n<p>Esse movimento desencadeou as famosas reformas urbanas, cujo objetivo era abandonar a apar\u00eancia de cidade colonial, que era evitada, vista como repleta de doen\u00e7as, promovendo uma moderniza\u00e7\u00e3o.\u00a0E havia um referencial muito claro, sobretudo para as elites pol\u00edticas e econ\u00f4micas que tiveram oportunidade de estudar no exterior, que era Paris, onde as grandes reformas de Napole\u00e3o III modificaram at\u00e9 hoje o\u00a0aspecto\u00a0da capital francesa, com alargamento de ruas, arboriza\u00e7\u00e3o, uso da eletricidade, ilumina\u00e7\u00e3o durante \u00e0 noite&#8230; Ent\u00e3o, a ideia era transformar o Rio em uma esp\u00e9cie\u00a0de\u00a0Paris\u00a0tropical.<\/p>\n<p>Nesse esfor\u00e7o, tivemos a Reforma Pereira Passos, consagrada na historiografia com a\u00a0ideia de requalifica\u00e7\u00e3o urbana, demoli\u00e7\u00e3o dos corti\u00e7os, alargamento de ruas do Centro e a constru\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios, que constituem parte importante do nosso patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, e da\u00a0avenida Rio Branco, que ligava o porto ao que hoje \u00e9 o Aterro do Flamengo.<\/p>\n<figure>\n  <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadaoconteudo.com.br\/RSS\/images\/AME20260331164507463911-exposiosobreurba-1.jpg\" alt=\"Historiador Marcus Dezemone concedeu entrevista na sede da Mem\u00f3ria da Eletricidade. Foto: Gabriel Rechenioti \/ Acervo Mem\u00f3ria da Eletricidade\"><figcaption>Historiador Marcus Dezemone concedeu entrevista na sede da Mem\u00f3ria da Eletricidade. Foto: Gabriel Rechenioti \/ Acervo Mem\u00f3ria da Eletricidade<\/figcaption><\/figure>\n<p><b>ME: Como enxerga o papel da eletrifica\u00e7\u00e3o para esse processo de urbaniza\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>MD<\/b>:\u00a0No fim do\u00a0s\u00e9culo\u00a0XIX, a eletricidade \u00e9 vista como s\u00edmbolo de progresso, das mudan\u00e7as materiais que o mundo industrializado \u00e9 capaz de trazer. Por isso, eletrificar a capital federal, que era a principal cidade do pa\u00eds, foi uma forma de dizer que as promessas de \u201cordem e progresso\u201d da\u00a0Rep\u00fablica\u00a0estavam sendo cumpridas. A chegada dos bondes, por exemplo, com a retirada da tra\u00e7\u00e3o animal, transformou o dia a dia dos cariocas,\u00a0permanecendo por muito tempo como um dos principais meios de transporte de massa na cidade, muito utilizado pelos trabalhadores.<\/p>\n<p>A ilumina\u00e7\u00e3o, que deixa de ser feita a g\u00e1s, o que causava uma s\u00e9rie de acidentes\u00a0e\u00a0explos\u00f5es frequentes, tamb\u00e9m foi um elemento-chave, al\u00e9m de todas as inova\u00e7\u00f5es que a eletricidade possibilita, como o desenvolvimento dos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa, jornais, revistas, r\u00e1dios&#8230;\u00a0Ent\u00e3o, a energia el\u00e9trica\u00a0nesse\u00a0contexto representa\u00a0uma\u00a0melhoria\u00a0nas\u00a0\u00a0\u00a0 condi\u00e7\u00f5es\u00a0de vida da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>ME: Quais foram os principais impactos da urbaniza\u00e7\u00e3o da cidade do Rio?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>MD<\/b>: O processo de urbaniza\u00e7\u00e3o caminha de m\u00e3os dadas com o processo de industrializa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 muito veloz, n\u00e3o s\u00f3 no Rio, mas em todo o Brasil. A Inglaterra, por exemplo, o primeiro pa\u00eds a se industrializar no mundo, levou\u00a0cem\u00a0anos para ter mais da metade da popula\u00e7\u00e3o vivendo em\u00a0cidades. A China, que h\u00e1 d\u00e9cadas tem taxas de crescimento de dois d\u00edgitos, s\u00f3 se tornou predominante urbana h\u00e1 15, 16\u00a0anos,\u00a0enquanto o Brasil\u00a0j\u00e1 atingiu\u00a0esse\u00a0marco nos\u00a0anos 1950.<\/p>\n<p>As consequ\u00eancias da rapidez desse processo, a dramaticidade, a gente consegue ver das janelas de v\u00e1rios locais do Rio de Janeiro: isso gerou um processo de periferiza\u00e7\u00e3o, de faveliza\u00e7\u00e3o, de incha\u00e7o urbano e de imobilidade urbana, que hoje nos afetam diretamente. A cidade tem uma popula\u00e7\u00e3o de cinco, seis milh\u00f5es, considerando o entorno o n\u00famero dobra, ent\u00e3o \u00e9 uma das maiores do planeta. O pr\u00f3prio estado tem uma \u00e1rea equivalente \u00e0 metade de um pa\u00eds inteiro, que \u00e9 Portugal, e hoje temos 20 milh\u00f5es de habitantes, enquanto em Portugal vivem 10 milh\u00f5es. Esses n\u00fameros s\u00e3o muito eloquentes\u00a0e\u00a0diferenciam\u00a0e singularizam muito quando\u00a0n\u00f3s pensamos\u00a0o processo\u00a0de\u00a0urbaniza\u00e7\u00e3o do\u00a0Brasil.<\/p>\n<p>A demoli\u00e7\u00e3o dos corti\u00e7os impactou muito a condi\u00e7\u00e3o dos mais pobres, que foram expulsos do Centro da cidade. Esse processo desarticulou uma s\u00e9rie de rela\u00e7\u00f5es sociais e econ\u00f4micas desenvolvidas naquele espa\u00e7o, que tiveram de ser reconstru\u00eddas nos novos locais de moradia, seja nas favelas, seja nos sub\u00farbios.\u00a0Consequentemente, nesses\u00a0territ\u00f3rios, acabou se desenvolvendo uma cultura pr\u00f3pria, com\u00a0elementos posteriormente exaltados nacionalmente, como o samba, o futebol e o carnaval.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, o Lima Barreto (jornalista e escritor) tinha uma\u00a0perspectiva\u00a0que eu acho muito interessante. Ele diz que era como se fosse uma pe\u00e7a de teatro, em que se trocava o cen\u00e1rio, mas os personagens continuavam os mesmos. Ou seja, as reformas n\u00e3o promoveram\u00a0mudan\u00e7as\u00a0profundas, modificando, de\u00a0fato, as condi\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p><b>ME: A partir desse processo de expuls\u00e3o e periferiza\u00e7\u00e3o, como se estruturou a vida nos sub\u00farbios do Rio?\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>MD<\/b>:\u00a0\u00c0 medida que essa urbaniza\u00e7\u00e3o se desenvolvia, o processo de industrializa\u00e7\u00e3o ganhou for\u00e7a no sub\u00farbio, j\u00e1 que os terrenos na regi\u00e3o eram mais baratos. Por exemplo: onde ficavam as f\u00e1bricas de tecido? Onde hoje s\u00e3o os shoppings, a F\u00e1brica de Tecidos Bangu e a Companhia de\u00a0Tecidos\u00a0Nova Am\u00e9rica. E quem morava em torno das ind\u00fastrias, at\u00e9 pelo f\u00e1cil acesso, eram os prolet\u00e1rios, a classe trabalhadora. Tamb\u00e9m tinha a caracter\u00edstica\u00a0da vila oper\u00e1ria, constru\u00eddas como uma forma de atrair as melhores m\u00e3os de obra.<\/p>\n<p>At\u00e9\u00a0a\u00a0d\u00e9cada de 1940, a classe tinha pouqu\u00edssimos\u00a0direitos regulamentados, o que se modifica no Estado Novo, com a cria\u00e7\u00e3o da CLT, que n\u00e3o se trata s\u00f3 de uma produ\u00e7\u00e3o legislativa, e sim uma divulga\u00e7\u00e3o associada \u00e0 figura de Get\u00falio. Isso gerou algo in\u00e9dito na hist\u00f3ria brasileira: pela primeira vez, no que havia de mais avan\u00e7ado nos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa, se afirmava que o trabalho e o trabalhador s\u00e3o fundamentais para o Brasil. Quem trabalha no\u00a0s\u00e9culo\u00a0XIX? Quem n\u00e3o tem liberdade, os escravizados. J\u00e1 no\u00a0s\u00e9culo\u00a0XX, se divulgava uma vis\u00e3o\u00a0positiva\u00a0do trabalho.<\/p>\n<figure>\n  <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadaoconteudo.com.br\/RSS\/images\/AME20260331164507463911-exposiosobreurba-2.jpg\" alt=\"Bonde el\u00e9trico transportando trabalhadores na Avenida Presidente Vargas. Foto: Acervo Light\"><figcaption>Bonde el\u00e9trico transportando trabalhadores na Avenida Presidente Vargas. Foto: Acervo Light<\/figcaption><\/figure>\n<p><b>Acesse\u00a0a exposi\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0<\/b><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/ygXhANeSNROlRg\" target=\"_blank\"><u>\u201cA energia que iluminou o cotidiano: imagens e mem\u00f3rias do Rio de Janeiro\u201d<\/u><\/a>, a terceira da Mem\u00f3ria da Eletricidade na plataforma, pode ser\u00a0visitada gratuitamente.\u00a0As outras contam a hist\u00f3ria da\u00a0 <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/TQWBvMUUpFJMag\" target=\"_blank\"><u>Usina Hidrel\u00e9trica Alberto Torres (Piabanha)<\/u><\/a>,\u00a0fundamental para a eletrifica\u00e7\u00e3o do\u00a0estado do Rio, e da\u00a0 <a href=\"https:\/\/artsandculture.google.com\/story\/iwXBLUOIVBrbXQ\" target=\"_blank\"><u>Exposi\u00e7\u00e3o Nacional de 1908<\/u><\/a>, grande solenidade realizada na cidade.<\/p>\n<p>A Mem\u00f3ria da Eletricidade \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos dedicada \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o da hist\u00f3ria do setor el\u00e9trico brasileiro. Desde 1986, realiza projetos de pesquisa hist\u00f3rica, conserva\u00e7\u00e3o de acervos, produ\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00f5es e coleta de relatos de hist\u00f3ria oral, promovendo o conhecimento sobre a trajet\u00f3ria e os desafios da energia no Brasil. Seu acervo re\u00fane milhares de documentos, fotografias, v\u00eddeos e\u00a0registos\u00a0sonoros que contam a evolu\u00e7\u00e3o do setor el\u00e9trico e podem ser\u00a0acessados\u00a0no\u00a0 <a href=\"https:\/\/memoriadaeletricidade.com.br\/\" target=\"_blank\"><u>site<\/u><\/a>.<\/p>\n<p><b>Sobre Marcus\u00a0<\/b> <b>Dezemone<\/b><\/p>\n<p>Marcus\u00a0 Dezemone \u00a0\u00e9 doutor, mestre e graduado\u00a0em\u00a0Hist\u00f3ria pela Universidade Federal Fluminense (UFF), al\u00e9m de bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atua como professor de Hist\u00f3ria do Brasil, com \u00eanfase no per\u00edodo republicano, na UFF e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).<\/p>\n<p>Ao longo da sua trajet\u00f3ria, participa de iniciativas voltadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de professores\u00a0e\u00a0\u00e0\u00a0avalia\u00e7\u00e3o educacional, com atua\u00e7\u00e3o em programas como\u00a0o\u00a0PIBID\u00a0e colabora\u00e7\u00e3o com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep). Em\u00a0linhas gerais, seus estudos tratam sobre a quest\u00e3o agr\u00e1ria, conflitos sociais no campo e as transforma\u00e7\u00f5es do Brasil no per\u00edodo p\u00f3s-escravid\u00e3o.<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Ag\u00eancia Mem\u00f3ria da Eletricidade<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Mostra da Mem\u00f3ria da Eletricidade, em parceria com a Light, conta a hist\u00f3ria do processo; historiador detalha as medidas A Mem\u00f3ria da\u00a0Eletricidade disponibiliza, desde o final de fevereiro, na","protected":false},"author":1,"featured_media":126891,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1680],"tags":[],"class_list":["post-126890","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agencia-memoria-da-eletricidade"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/126890","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=126890"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/126890\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/126891"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=126890"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=126890"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=126890"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}