{"id":123491,"date":"2026-01-30T10:57:00","date_gmt":"2026-01-30T13:57:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/prnewswire\/fotos-que-nunca-serao-postadas\/"},"modified":"2026-01-30T10:57:00","modified_gmt":"2026-01-30T13:57:00","slug":"fotos-que-nunca-serao-postadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/prnewswire\/fotos-que-nunca-serao-postadas\/","title":{"rendered":"Fotos que Nunca Ser\u00e3o Postadas"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"xn-content\">\n<p class=\"prntac\"><i>Instituto ViaFoto inaugura dia 5 de fevereiro exposi\u00e7\u00e3o in\u00e9dita que devolve \u00e0 fotografia sua liberdade original <\/i><\/p>\n<p class=\"prntac\"><i>&#8212; sem celulares, sem registros e com escolha individual do olhar<\/i> <\/p>\n<p><span class=\"legendSpanClass\">S\u00c3O PAULO<\/span>, <span class=\"legendSpanClass\">30 de janeiro de 2026<\/span> <span>\/PRNewswire\/ &#8212; <\/span>O <b>Instituto ViaFoto<\/b> abre sua temporada de 2026 com uma das exposi\u00e7\u00f5es mais provocadoras j\u00e1 realizadas no Brasil. &#8216;<i>Fotos que Nunca Ser\u00e3o Postadas&#8217;<\/i> re\u00fane obras de 35 fot\u00f3grafos contempor\u00e2neos em uma mostra que investiga os limites da circula\u00e7\u00e3o da imagem na sociedade atual &#8212; atravessada por algoritmos, filtros morais imediatos e formas expl\u00edcitas ou difusas de censura. Em meio \u00e0 superexposi\u00e7\u00e3o visual e \u00e0 vigil\u00e2ncia algor\u00edtmica, a exposi\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma pausa no consumo autom\u00e1tico de imagens e recoloca o ato de ver como uma escolha consciente, \u00e9tica e pessoal.<\/p>\n<div class=\"PRN_ImbeddedAssetReference\" id=\"DivAssetPlaceHolder1320\">\n<a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2873459\/corredor_com_logo_expo_nova_2.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2873459\/corredor_com_logo_expo_nova_2.jpg\" title=\"Divulga\u00e7\u00e3o\" alt=\"Divulga\u00e7\u00e3o\" \/><\/a><\/p>\n<\/div>\n<p>Hoje, a fotografia \u00e9 uma das linguagens art\u00edsticas mais filtradas da contemporaneidade. N\u00e3o apenas por censuras expl\u00edcitas, mas por um conjunto difuso de for\u00e7as &#8212; algoritmos, c\u00f3digos morais imediatos, pol\u00edticas institucionais e sistemas automatizados de controle &#8212; que determinam o que pode ou n\u00e3o circular. Se antes a imagem era interditada por \u00f3rg\u00e3os oficiais, hoje ela \u00e9 frequentemente bloqueada por crit\u00e9rios opacos, sem media\u00e7\u00e3o humana e sem possibilidade de contesta\u00e7\u00e3o. Nesse contexto, <i>Fotos que Nunca Ser\u00e3o Postadas<\/i> cria um espa\u00e7o protegido onde a fotografia pode existir fora desses filtros &#8212; n\u00e3o como provoca\u00e7\u00e3o gratuita, mas como exerc\u00edcio de liberdade.<\/p>\n<p>A curiosidade humana \u00e9 o motor silencioso da exposi\u00e7\u00e3o. O projeto reafirma a fotografia como linguagem universal, acess\u00edvel e plural. Nenhum visitante v\u00ea a mesma exposi\u00e7\u00e3o da mesma forma. Se h\u00e1 35 obras, h\u00e1 35 experi\u00eancias poss\u00edveis &#8212; que se multiplicam a cada novo olhar. A mostra parte do princ\u00edpio de que ver n\u00e3o \u00e9 um gesto neutro, mas um ato que envolve desejo, escolha e responsabilidade.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia proposta \u00e9 radicalmente individual e consciente. Nenhuma fotografia pode ser registrada pelo p\u00fablico. Ao entrar na sala expositiva, todos os celulares s\u00e3o guardados em escaninhos individuais, trancados com chave. O que se estabelece ali \u00e9 um encontro direto entre visitante, imagem e tempo &#8212; sem telas, sem media\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e sem possibilidade de reprodu\u00e7\u00e3o. A fotografia deixa de existir como circula\u00e7\u00e3o e retorna \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o essencial: presen\u00e7a.<\/p>\n<p>Cada obra permanece protegida por uma cortina preta. Para v\u00ea-la, o visitante precisa realizar um gesto simples e simb\u00f3lico: puxar uma cordinha e escolher olhar. Nada se revela de imediato. Nenhuma imagem est\u00e1 dispon\u00edvel ao olhar casual. A prote\u00e7\u00e3o cria um intervalo deliberado entre o desejo e a vis\u00e3o &#8212; um tempo de suspens\u00e3o em que o ver deixa de ser imposto e passa a ser escolhido. N\u00e3o h\u00e1 narrativa conduzida. H\u00e1 apenas decis\u00e3o.<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o expogr\u00e1fica dialoga diretamente com trabalhos hist\u00f3ricos de Antonio Manuel, que, nos anos 1980, passou a proteger suas obras com cortinas como forma de enfrentamento \u00e0 censura. Ao faz\u00ea-lo, n\u00e3o escondia a imagem &#8212; devolvia ao p\u00fablico a responsabilidade do olhar. O gesto de revelar tornava-se um pacto silencioso entre obra e visitante. Ao resgatar essa refer\u00eancia, o ViaFoto atualiza uma estrat\u00e9gia art\u00edstica que permanece urgente: criar condi\u00e7\u00f5es para que a liberdade da imagem possa existir.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 preocupante perceber que a fotografia, nascida t\u00e3o livre quanto a pintura, tenha se tornado uma das linguagens mais cerceadas do nosso tempo&#8221;, afirma Marcello Dantas, curador da exposi\u00e7\u00e3o. Para ele, a mostra prop\u00f5e um deslocamento fundamental: &#8220;Estamos devolvendo \u00e0 fotografia aquilo que ela vem perdendo progressivamente &#8212; tempo, presen\u00e7a e autonomia&#8221;.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o busca o choque nem o sensacionalismo. As 35 fotografias s\u00e3o, em sua maioria, po\u00e9ticas, gr\u00e1ficas, sens\u00edveis e sofisticadas. Elas deixam de circular n\u00e3o por viol\u00eancia expl\u00edcita, mas por raz\u00f5es subjetivas: nudez art\u00edstica, temas \u00edntimos, simbolismos complexos ou contextos que simplesmente n\u00e3o se ajustam \u00e0 l\u00f3gica das plataformas digitais. Muitas imagens n\u00e3o desaparecem por proibi\u00e7\u00e3o direta, mas por inadequa\u00e7\u00e3o aos filtros invis\u00edveis que hoje regulam a circula\u00e7\u00e3o do vis\u00edvel.<\/p>\n<p>As imagens reunidas em <i>Fotos que Nunca Ser\u00e3o Postadas<\/i> tornam-se inacess\u00edveis ao grande fluxo por tr\u00eas for\u00e7as centrais que hoje moldam a circula\u00e7\u00e3o da imagem. A primeira \u00e9 algor\u00edtmica: determinados temas, corpos, cores, s\u00edmbolos ou contextos s\u00e3o barrados automaticamente por plataformas digitais, segundo crit\u00e9rios opacos e sem media\u00e7\u00e3o humana. A segunda \u00e9 social: tabus culturais e leituras morais simplificadoras classificam certas imagens como &#8220;inadequadas&#8221;, &#8220;excessivas&#8221; ou &#8220;inc\u00f4modas demais&#8221; para circular. A terceira \u00e9 institucional: raz\u00f5es pol\u00edticas, regulat\u00f3rias ou comportamentais fazem com que algumas obras simplesmente n\u00e3o encontrem espa\u00e7o nos circuitos expositivos tradicionais. A maioria das fotografias \u00e9 po\u00e9tica, gr\u00e1fica, sens\u00edvel e sofisticada &#8212; imagens que exigem tempo, sil\u00eancio e disponibilidade, qualidades cada vez mais raras no ambiente contempor\u00e2neo de consumo visual.<\/p>\n<p>Ao lado de cada obra, o visitante encontra legendas e textos curatoriais detalhados, que contextualizam o trabalho sem antecipar sua visualidade. As fotos com temas sens\u00edveis est\u00e3o bem sinalizadas. &#8220;N\u00e3o se trata de censura, mas de cuidado&#8221;, explica a co-curadora Luciana Brafman.<\/p>\n<p>&#8220;Criamos um ambiente no qual cada visitante pode interpretar, sentir e decidir &#8212; respeitando seus pr\u00f3prios limites, sem interfer\u00eancia externa.&#8221;<\/p>\n<p>Entre os artistas participantes est\u00e1 Miguel Rio Branco, que apresenta uma obra censurada tanto no Brasil quanto na China, jamais exibida em museus. Espa\u00e7os independentes como o ViaFoto tornaram-se hoje essenciais para que determinados trabalhos possam existir plenamente, fora das restri\u00e7\u00f5es impostas por plataformas, institui\u00e7\u00f5es ou mercados.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia \u00e9 inteiramente anal\u00f3gica, silenciosa e irrepet\u00edvel. N\u00e3o \u00e9 permitido fotografar, filmar ou registrar imagens dentro da sala expositiva. N\u00e3o h\u00e1 imagens pr\u00e9vias, spoilers ou possibilidades de compartilhamento. O encontro com a obra acontece uma \u00fanica vez, naquele instante. Se existe algo que s\u00f3 pode ser visto ali, sem registro e sem circula\u00e7\u00e3o, \u00e9 exatamente ali que o desejo de ver se intensifica.<\/p>\n<p><i>Fotos que Nunca Ser\u00e3o Postadas<\/i> \u00e9 um convite a repensar a rela\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea com a imagem &#8212; e com o pr\u00f3prio ato de olhar. Em um mundo saturado de imagens impostas, a exposi\u00e7\u00e3o afirma algo raro e necess\u00e1rio: ver \u00e9 um privil\u00e9gio que come\u00e7a pela decis\u00e3o de olhar, de recusar, de permanecer ou de seguir adiante.<\/p>\n<p><b>Fot\u00f3grafos &#8211; Lista dos 35 artistas participantes (ordem alfab\u00e9tica)<\/b><\/p>\n<p><i>Artur Lescher * Ayrson Her\u00e1clito * B\u00e1rbara Paz * Berna Reale * Betina Samaia * Bob Wolfenson * C\u00e1ssio Vasconcellos * Claudia Jaguaribe * Claudio Edinger * Dimitri Lee * Gabriel Chaim * Gabriel Wickbold * Giovanni Bianco * Jo\u00e3o Farkas * Jo\u00e3o Orleans e Bragan\u00e7a * Juliette Bayen * Kazuo Okubo * Maihara Marjorie * Marcelo Tas * Mariana Ximenes * Marcos Chaves * Miguel Rio Branco * Natallia Rodrigues * N\u00eddia Aranha * Nuno Ramos * Oskar Metsavaht * Petra Costa * Raphael Escobar * Renata Bueno * Renata Casagrande * Sergio Coimbra * Tuca Reines * Victor Collor * Wagner Schwartz * Zeca Camargo<\/i><\/p>\n<p><b>Sobre os curadores<\/b><\/p>\n<p><b>Marcello Dantas<\/b> \u00e9 um dos principais curadores interdisciplinares da Am\u00e9rica Latina, com reconhecimento internacional por criar experi\u00eancias que articulam arte, tecnologia e narrativa de forma sensorial e imersiva. Formado pela New York University, esteve \u00e0 frente da concep\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como o Museu da L\u00edngua Portuguesa, a Japan House e o Museu da Natureza, al\u00e9m de assinar exposi\u00e7\u00f5es de artistas como Ai Weiwei, Anish Kapoor, Bill Viola, Jenny Holzer, Michelangelo Pistoletto e Tunga. Dirigiu o Pavilh\u00e3o Brasileiro na Expo Xangai 2010, liderou o projeto vencedor da Expo Osaka 2025 e foi curador da Bienal do Mercosul (2022). Sua trajet\u00f3ria inclui ainda projetos autorais, grandes exposi\u00e7\u00f5es internacionais e colabora\u00e7\u00f5es com algumas das mais relevantes institui\u00e7\u00f5es culturais do mundo. \u00c9 o curador de <i>Fotos que Nunca Ser\u00e3o Postadas<\/i>.<\/p>\n<p><b>Luciana Brafman<\/b> \u00e9 produtora audiovisual e ativista clim\u00e1tica, com mais de duas d\u00e9cadas dedicadas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de narrativas de forte impacto cultural, social e ambiental. Fundadora da Time to Act, tem obras exibidas internacionalmente e acumula duas indica\u00e7\u00f5es ao Emmy. Seu document\u00e1rio <i>Seu Estilo, Seu Impacto<\/i> recebeu o pr\u00eamio de Melhor Dire\u00e7\u00e3o no Festival Internacional da Turquia. Desenvolveu projetos transm\u00eddia e instala\u00e7\u00f5es apresentados em contextos como a COP27 e a Galeria Piv\u00f4. Atua na interse\u00e7\u00e3o entre arte, cinema e sustentabilidade, \u00e9 Embaixadora do LACMA e integra o conselho da Heal The Bay. Assina a co-curadoria da exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Sobre o Instituto ViaFoto<\/b><\/p>\n<p><b>O Instituto ViaFoto <\/b>\u00e9 o novo centro cultural de S\u00e3o Paulo dedicado exclusivamente \u00e0 fotografia como linguagem art\u00edstica, campo de pensamento e territ\u00f3rio de liberdade. Sua cria\u00e7\u00e3o recoloca a fotografia no lugar de destaque que lhe cabe no debate e no centro da produ\u00e7\u00e3o cultural do nosso tempo.<\/p>\n<p>Instalado em um amplo galp\u00e3o no Largo da Batata (Pinheiros), o ViaFoto se conecta diretamente ao territ\u00f3rio urbano da cidade de S\u00e3o Paulo, aproximando a fotografia contempor\u00e2nea de novos p\u00fablicos. Como Casa da Fotografia, o Instituto se estabelece como uma via aberta &#8212; um trajeto cultural vivo, em permanente movimento &#8212; onde a imagem circula, encontra e conecta. A partir de uma programa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, o ViaFoto atua como espa\u00e7o expositivo, Centro de Conhecimento e local educativo, realizando mostras autorais, cursos, oficinas e encontros dedicados \u00e0 arte contempor\u00e2nea e \u00e0 reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre a imagem. Ao integrar exposi\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o e presen\u00e7a recorrente na cidade, fortalece a fotografia brasileira e amplia seus di\u00e1logos no contexto internacional. Somos um lugar para ver, pensar e reaprender a olhar. Aqui, a fotografia deixa de ser apenas registro e se transforma em ponte para conectar pessoas, territ\u00f3rios e gera\u00e7\u00f5es. <u><a href=\"http:\/\/www.institutoviafoto.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">www.institutoviafoto.com.br<\/a><\/u> | @institutoviafoto<\/p>\n<p><b><u>Servi\u00e7o<br \/><\/u><\/b><b>Exposi\u00e7\u00e3o: Fotos que Nunca Ser\u00e3o Postadas<br \/><\/b><b>Abertura ao p\u00fablico: 5 de fevereiro (quinta-feira)<br \/><\/b><b>Local: Instituto ViaFoto &#8212; Rua Fern\u00e3o Dias, 640, Largo da Batata, Pinheiros, S\u00e3o Paulo<br \/><\/b><b>Entrada: gratuita<br \/><\/b><b>Curadoria: Marcello Dantas e Luciana Brafman<br \/><\/b><b>Informa\u00e7\u00f5es:<a href=\"http:\/\/www.institutoviafoto.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\"> <\/a><u><a href=\"http:\/\/www.institutoviafoto.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">www.institutoviafoto.com.br<\/a><\/u> | @institutoviafoto<\/b><\/p>\n<p>Foto &#8211; <a href=\"https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2873459\/corredor_com_logo_expo_nova_2.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">https:\/\/mma.prnewswire.com\/media\/2873459\/corredor_com_logo_expo_nova_2.jpg<\/a><\/p>\n<\/p>\n<div class=\"PRN_ImbeddedAssetReference\" id=\"DivAssetPlaceHolder0\"><\/div>\n<p id=\"PURL\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Cision\" width=\"12\" height=\"12\" alt=\"Cision\" src=\"https:\/\/edge.prnewswire.com\/c\/img\/favicon.png?sn=PT75147&amp;sd=2026-01-30\" \/> View original content to download multimedia:<a id=\"PRNURL\" rel=\"nofollow\" href=\"https:\/\/www.prnewswire.com\/br\/comunicados-para-a-imprensa\/fotos-que-nunca-serao-postadas-302675075.html\" target=\"_blank\">https:\/\/www.prnewswire.com\/br\/comunicados-para-a-imprensa\/fotos-que-nunca-serao-postadas-302675075.html<\/a><\/p>\n<p>FONTE Instituto ViaFoto<\/p>\n<\/div>\n<p>  <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/rt.prnewswire.com\/rt.gif?NewsItemId=PT75147&amp;Transmission_Id=202601300830PR_NEWS_LATAM____PT75147&amp;DateId=20260130\" style=\"border:0px;width:1px;height:1px\" \/><\/p>\n<p><strong>T\u00f3picos Relacionados:<\/strong> Novos Produtos\/Servi\u00e7os, Viagens, Arte, Cultura e Design, Parques de Divers\u00f5es e Atra\u00e7\u00f5es Tur\u00edsticas, Entretenimento<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>PR Newswire Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Instituto ViaFoto inaugura dia 5 de fevereiro exposi\u00e7\u00e3o in\u00e9dita que devolve \u00e0 fotografia sua liberdade original &#8212; 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