{"id":118681,"date":"2025-10-31T12:07:00","date_gmt":"2025-10-31T15:07:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/demissoes-e-redes-sociais-ameacam-imagem-das-empresas\/"},"modified":"2025-10-31T12:59:43","modified_gmt":"2025-10-31T15:59:43","slug":"demissoes-e-redes-sociais-ameacam-imagem-das-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/demissoes-e-redes-sociais-ameacam-imagem-das-empresas\/","title":{"rendered":"Demiss\u00f5es e redes sociais amea\u00e7am imagem das empresas"},"content":{"rendered":"<p><i>Estudo aponta que a forma como empresas conduzem demiss\u00f5es pode se transformar em crise de imagem e gerar retalia\u00e7\u00f5es em plataformas como LinkedIn e TikTok<\/i><\/p>\n<p>Uma demiss\u00e3o pode ser o in\u00edcio de uma crise de imagem. O que antes ficava restrito aos corredores da empresa, hoje rapidamente se espalha pelas redes sociais, influenciando a percep\u00e7\u00e3o p\u00fablica e o futuro da marca empregadora. Essa \u00e9 uma das conclus\u00f5es do estudo &#8220;<a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/19I2xruoCzlWAsx8tFkTEM1flPWC_Ky8p\/view\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>Como as demiss\u00f5es impactam a cultura organizacional<\/u><\/a>&#8220;, conduzido pela <a href=\"https:\/\/www.intoo.com\/us\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u><b>INTOO<\/b><\/u><\/a>, unidade de desenvolvimento de carreira e recoloca\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/br.gigroup.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u><b>Gi Group Holding<\/b><\/u><\/a>, em parceria com a Workplace Intelligence.<\/p>\n<p>O levantamento entrevistou 1.100 l\u00edderes de Recursos Humanos e 1.100 empregados em tempo integral na Argentina, Brasil, It\u00e1lia, Reino Unido e Estados Unidos. A pesquisa revela que 71% dos colaboradores n\u00e3o voltariam a trabalhar na empresa que os demitiu, e que metade deles j\u00e1 realizou alguma a\u00e7\u00e3o com potencial de prejudicar o antigo empregador, como publicar cr\u00edticas nas redes sociais ou desaconselhar amigos e familiares a trabalhar no local.<\/p>\n<p>As m\u00eddias sociais transformaram as demiss\u00f5es em epis\u00f3dios p\u00fablicos. O estudo mostra que 65% dos l\u00edderes de RH temem manifesta\u00e7\u00f5es online, e 49% das empresas j\u00e1 sofreram algum tipo de retalia\u00e7\u00e3o digital. Plataformas como LinkedIn, TikTok e Glassdoor se tornaram espa\u00e7os de exposi\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de RH, aproximando o tema das discuss\u00f5es sobre transpar\u00eancia e cultura organizacional.<\/p>\n<p>&#8220;As demiss\u00f5es, quando mal administradas, representam s\u00e9rios riscos \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o e \u00e0 cultura de uma empresa. Mesmo quando as demiss\u00f5es s\u00e3o inevit\u00e1veis, a forma como s\u00e3o conduzidas faz toda a diferen\u00e7a. Transpar\u00eancia, empatia e suporte adequado reduzem riscos de perda de confian\u00e7a e protegem a imagem da empresa no mercado&#8221;, afirma <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/candicegentilfernandes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>Candice Gentil Fernandes<\/u><\/a>, business manager da divis\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<p>O comportamento da gera\u00e7\u00e3o Z refor\u00e7a esse novo cen\u00e1rio. Um em cada quatro jovens afirma que manifestaria publicamente sua insatisfa\u00e7\u00e3o caso fosse demitido. De acordo com o estudo, essa postura reflete uma mudan\u00e7a cultural: as rela\u00e7\u00f5es de trabalho s\u00e3o vistas tamb\u00e9m como extens\u00e3o da identidade pessoal, e os valores corporativos, ou a falta deles, se tornam parte do discurso p\u00fablico.<\/p>\n<p>Internamente, o reflexo \u00e9 igualmente sens\u00edvel. O estudo aponta que 62% dos profissionais que permaneceram na empresa ap\u00f3s cortes relataram perda de confian\u00e7a na lideran\u00e7a, o que amplia o desgaste reputacional e compromete o engajamento das equipes.<\/p>\n<h2><b>Como prevenir retalia\u00e7\u00f5es e preservar a reputa\u00e7\u00e3o<\/b><\/h2>\n<p>Segundo o estudo, 58% dos l\u00edderes de RH acreditam que suas organiza\u00e7\u00f5es poderiam fazer mais para prevenir retalia\u00e7\u00f5es online ap\u00f3s demiss\u00f5es. A sa\u00edda est\u00e1 em proteger a cultura e a reputa\u00e7\u00e3o por meio de transi\u00e7\u00f5es bem conduzidas, com aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 recoloca\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>A grande maioria dos entrevistados reconhece o valor desse tipo de apoio: 88% dos l\u00edderes de RH e 86% dos funcion\u00e1rios acreditam que os servi\u00e7os de recoloca\u00e7\u00e3o devem ser oferecidos aos colaboradores desligados. O consenso sobre sua import\u00e2ncia \u00e9 ainda maior &#8211; 94% dos l\u00edderes e 87% dos funcion\u00e1rios consideram esses programas essenciais.<\/p>\n<p>Apesar disso, o acesso ainda \u00e9 limitado. Em m\u00e9dia, apenas um ter\u00e7o das empresas no mundo inclui servi\u00e7os de recoloca\u00e7\u00e3o como parte do pacote de demiss\u00e3o. No Brasil, o \u00edndice sobe para 48%, enquanto nos Estados Unidos e Reino Unido, mais de quatro em cada dez organiza\u00e7\u00f5es oferecem esse benef\u00edcio.<\/p>\n<p>O apoio, segundo o estudo, tem efeito direto na redu\u00e7\u00e3o de danos reputacionais. Ele ajuda os profissionais a superarem o impacto emocional da demiss\u00e3o e reduz o sentimento negativo em rela\u00e7\u00e3o ao antigo empregador, especialmente quando h\u00e1 orienta\u00e7\u00e3o para a busca de um novo trabalho. Mesmo assim, 51% dos colaboradores afirmam que precisariam de muita ajuda para se preparar e procurar emprego novamente, e 42% dizem n\u00e3o saber a quem recorrer para revisar o curr\u00edculo ou obter suporte durante a transi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para Candice, proteger a reputa\u00e7\u00e3o da empresa depende de coer\u00eancia e cuidado. &#8220;Uma cultura que apoia as pessoas contribui para um futuro mais robusto, mesmo para aqueles que saem. Quando as empresas comunicam com cuidado e oferecem recursos \u00fateis, como servi\u00e7os de recoloca\u00e7\u00e3o de alta qualidade, elas n\u00e3o est\u00e3o apenas apoiando quem sai, mas tamb\u00e9m protegendo a cultura e a marca&#8221;, completa.<\/p>\n<p><strong>Sobre a Gi Group Holding<\/strong><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.intoo.com\/us\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u><b>Gi Group Holding<\/b><\/u><\/a> \u00e9 um ecossistema global de servi\u00e7os integrados de Recursos Humanos, presente em mais de 30 pa\u00edses. Seu prop\u00f3sito \u00e9 desenvolver o mercado de trabalho, gerar valor social e econ\u00f4mico sustent\u00e1vel e construir ambientes de trabalho mais humanos e produtivos.<\/p>\n<p><b>Sobre a INTOO<\/b><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.intoo.com\/us\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u><b>INTOO<\/b><\/u><\/a>, unidade do Gi Group Holding, \u00e9 especialista em desenvolvimento de carreira e recoloca\u00e7\u00e3o profissional. Com mais de 30 anos de experi\u00eancia internacional e atua\u00e7\u00e3o no Brasil h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas, apoia organiza\u00e7\u00f5es e profissionais em transi\u00e7\u00f5es de carreira, fortalecendo a cultura organizacional e protegendo a reputa\u00e7\u00e3o corporativa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Estudo da INTOO e Gi Group Holding revela como demiss\u00f5es mal conduzidas afetam a cultura organizacional e a reputa\u00e7\u00e3o das empresas.","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-118681","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/118681","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=118681"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/118681\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":118684,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/118681\/revisions\/118684"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=118681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=118681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=118681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}