{"id":112516,"date":"2025-06-24T13:55:00","date_gmt":"2025-06-24T16:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/saftec-digital\/a-relacao-entre-risco-de-credito-e-rentabilidade-em-fidcs-segundo-a-visao-de-rodrigo-balassiano\/"},"modified":"2025-06-24T13:55:00","modified_gmt":"2025-06-24T16:55:00","slug":"a-relacao-entre-risco-de-credito-e-rentabilidade-em-fidcs-segundo-a-visao-de-rodrigo-balassiano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/saftec-digital\/a-relacao-entre-risco-de-credito-e-rentabilidade-em-fidcs-segundo-a-visao-de-rodrigo-balassiano\/","title":{"rendered":"A rela\u00e7\u00e3o entre risco de cr\u00e9dito e rentabilidade em FIDCs, segundo a vis\u00e3o de Rodrigo Balassiano"},"content":{"rendered":"<p>\nRodrigo Balassiano explica que a din\u00e2mica entre risco de cr\u00e9dito e rentabilidade em FIDCs \u00e9 um dos principais fatores que determinam o sucesso ou fracasso desses fundos. Ao operar com receb\u00edveis oriundos de diversas transa\u00e7\u00f5es comerciais, os FIDCs oferecem uma estrutura flex\u00edvel para empresas captarem recursos e para investidores acessarem ativos de renda fixa com retornos diferenciados. No entanto, essa rentabilidade est\u00e1 diretamente condicionada ao risco assumido.<br \/>\nCompreender essa correla\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial tanto para quem estrutura um fundo quanto para quem decide investir nele. A busca por maior rentabilidade exige cautela e uma an\u00e1lise criteriosa da carteira de cr\u00e9dito, da pol\u00edtica de origina\u00e7\u00e3o e da governan\u00e7a envolvida na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Como o risco de cr\u00e9dito e rentabilidade em FIDCs se conectam<\/b><\/p>\n<p>Em qualquer opera\u00e7\u00e3o financeira, risco e retorno caminham juntos. No contexto dos FIDCs, essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais sens\u00edvel, pois o desempenho do fundo depende da adimpl\u00eancia dos direitos credit\u00f3rios adquiridos. Receb\u00edveis de maior qualidade  &#8212;  ou seja, com menor risco de inadimpl\u00eancia  &#8212;  oferecem retornos mais est\u00e1veis, por\u00e9m menores. Por outro lado, carteiras compostas por cr\u00e9ditos de maior risco exigem rentabilidades mais altas para compensar o poss\u00edvel aumento de perdas.<br \/>\nDe acordo com Rodrigo Balassiano, essa l\u00f3gica \u00e9 o que define a atratividade e o posicionamento de cada FIDC no mercado. Fundos mais conservadores, que priorizam estabilidade, tendem a atrair investidores institucionais ou de perfil moderado. J\u00e1 os fundos com maior exposi\u00e7\u00e3o ao risco, se bem estruturados, podem oferecer ganhos acima da m\u00e9dia para investidores mais arrojados.<br \/>\nA chave est\u00e1 em identificar o perfil de risco da carteira e garantir que a remunera\u00e7\u00e3o esteja adequada ao n\u00edvel de exposi\u00e7\u00e3o assumido.<\/p>\n<p><b>Avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica do risco de cr\u00e9dito e rentabilidade em FIDCs<\/b><\/p>\n<p>Avaliar corretamente o risco de cr\u00e9dito exige mais do que consultar hist\u00f3rico de inadimpl\u00eancia. \u00c9 necess\u00e1rio entender o contexto do cedente, a estrutura do contrato, as garantias envolvidas e o comportamento do setor econ\u00f4mico ao qual o cr\u00e9dito pertence.<br \/>\nRodrigo Balassiano ressalta que os fundos mais bem-sucedidos s\u00e3o aqueles que adotam modelos robustos de an\u00e1lise de risco e atuam de forma preventiva. Isso inclui o uso de tecnologias para scoring, a implementa\u00e7\u00e3o de comit\u00eas t\u00e9cnicos independentes e o monitoramento cont\u00ednuo da carteira.<br \/>\nAl\u00e9m disso, o fundo pode contar com estruturas de subordina\u00e7\u00e3o  &#8212;  como diferentes classes de cotas  &#8212;  para equilibrar o risco entre os investidores. Nesse modelo, as cotas subordinadas absorvem as primeiras perdas, protegendo as cotas seniores e tornando o fundo mais confi\u00e1vel para perfis conservadores.<\/p>\n<p><b>Estrat\u00e9gias para alinhar risco de cr\u00e9dito e rentabilidade em FIDCs<\/b><\/p>\n<p>A gest\u00e3o ativa da carteira \u00e9 fundamental para manter o equil\u00edbrio entre risco e retorno. Diversificar a origem dos cr\u00e9ditos, evitar concentra\u00e7\u00e3o excessiva em um \u00fanico setor e acompanhar os \u00edndices de inadimpl\u00eancia s\u00e3o pr\u00e1ticas essenciais.<br \/>\nSegundo Rodrigo Balassiano, \u00e9 poss\u00edvel estruturar pol\u00edticas de origina\u00e7\u00e3o alinhadas com o apetite de risco do fundo e ainda assim entregar resultados consistentes. Isso depende de uma an\u00e1lise criteriosa dos contratos e de uma governan\u00e7a eficiente, que seja capaz de agir com rapidez diante de altera\u00e7\u00f5es no comportamento de pagamento ou do cen\u00e1rio macroecon\u00f4mico.<br \/>\nOutro aspecto relevante \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o com o cedente. FIDCs que mant\u00eam parcerias transparentes com empresas originadoras conseguem prever riscos com mais precis\u00e3o e ajustar rapidamente os par\u00e2metros de compra de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p><b>Conclus\u00e3o: equil\u00edbrio como fator de sucesso<\/b><\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre risco de cr\u00e9dito e rentabilidade em FIDCs \u00e9, antes de tudo, uma quest\u00e3o de equil\u00edbrio. Rentabilidade elevada s\u00f3 \u00e9 saud\u00e1vel quando acompanhada de mecanismos eficazes de controle e mitiga\u00e7\u00e3o de riscos.<br \/>\nA experi\u00eancia de Rodrigo Balassiano refor\u00e7a que esse equil\u00edbrio \u00e9 poss\u00edvel quando h\u00e1 uma combina\u00e7\u00e3o de boa an\u00e1lise t\u00e9cnica, governan\u00e7a s\u00f3lida e alinhamento entre gestores, investidores e originadores. Com essas bases, o FIDC se torna uma ferramenta poderosa de financiamento e investimento, sustent\u00e1vel ao longo do tempo.<\/p>\n<p><b>Aviso Legal:<\/b><\/p>\n<p>\nTodos os textos, conte\u00fados e materiais criados pela Saftec Digital s\u00e3o protegidos por direitos autorais, conforme a Lei n\u00ba 9.610\/98, que regula os direitos autorais no Brasil. \u00c9 expressamente proibida a c\u00f3pia, reprodu\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o ou utiliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o autorizada, total ou parcial, deste conte\u00fado, sob pena de responsabiliza\u00e7\u00e3o civil e criminal, incluindo a possibilidade de ajuizamento de a\u00e7\u00f5es judiciais para repara\u00e7\u00e3o de danos e aplica\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es previstas em lei. Para solicita\u00e7\u00f5es de uso ou licenciamento, entre em contato diretamente com a Saftec Digital.<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Ag\u00eancia Saftec<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Rodrigo Balassiano explica que a din\u00e2mica entre risco de cr\u00e9dito e rentabilidade em FIDCs \u00e9 um dos principais fatores que determinam o sucesso ou fracasso desses fundos. Ao operar com receb\u00edveis","protected":false},"author":1,"featured_media":112517,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[525],"tags":[],"class_list":["post-112516","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saftec-digital"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112516","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=112516"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/112516\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/112517"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=112516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=112516"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=112516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}